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ZurückChina implementa nova lei de 'unidade étnica' em meio a críticas de 'assimilação forçada'
China implementa nova lei de 'unidade étnica' em meio a críticas de 'assimilação forçada'
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G11.7.2026Politik2 Min. LesezeitBrazil

China implementa nova lei de 'unidade étnica' em meio a críticas de 'assimilação forçada'

Auf einen Blick

  • A China implementou uma nova lei de "unidade étnica" nesta quarta-feira (1), que visa forjar uma identidade nacional "compartilhada" e promover o mandarim.
  • A legislação enfrenta críticas internacionais por supostamente promover a "assimilação forçada" de minorias como uigures, tibetanos e mongóis, e criminalizar atividades separatistas.

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Uma nova lei de "unidade étnica" entrou em vigor na China nesta quarta-feira (1), apesar das críticas internacionais pela preocupação de que a legislação promoverá a "assimilação forçada" das minorias no país asiático.

A Lei de Promoção da Unidade e do Progresso Étnico busca forjar uma identidade nacional "compartilhada" e formaliza políticas para promover o mandarim como o "idioma nacional comum".

O texto tipifica como crime a participação em "atividades terroristas violentas, atividades de separatismo étnico ou atividades de extremismo religioso".

A organização Anistia Internacional afirmou que a legislação "pressiona grupos étnicos como os uigures, tibetanos e mongóis a adotarem uma única identidade nacional definida pelo Estado e dominada pela cultura chinesa (da etnia majoritária) han".

A lei exige "alinhamento político e ideológico com o Partido Comunista Chinês" e "institucionaliza ainda mais as políticas de assimilação forçada" de grupos minoritários, afirmou na terça-feira a vice-diretora regional da Anistia, Sarah Brooks.

O governo de Xi Jinping tem um histórico de abusos de direitos humanos de minorias étnicas, e especialistas e órgãos internacionais temem que essa situação se agrave com a nova lei.

A China reconhece oficialmente 55 minorias étnicas em seu território, mas o governo estabeleceu o mandarim como língua oficial de ensino em regiões com grande população de etnias minoritárias, como o Tibete.

O alto comissário de Direitos Humanos da ONU, Volker Türk, pediu a revogação da lei, enquanto representantes tibetanos e uigures declararam na semana passada que a legislação criminaliza sua identidade cultural, religiosa e linguística.

O Ministério das Relações Exteriores de Taiwan expressou nesta quarta-feira sua "forte condenação" à lei, que, em sua avaliação, amplia as "ameaças e a intimidação contra o povo do nosso país e de outras nações".

"No futuro, indivíduos de qualquer país cujas palavras ou ações sejam consideradas inaceitáveis pela China poderão ser perseguidos com base na lei", acrescentou o ministério taiwanês.

A China considera Taiwan parte de seu território e não descarta o uso da força para tomar a ilha, governada de maneira democrática.

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This article was originally published by G1.

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