Colecionador de figurinhas da Copa do Mundo compartilha hobby com o filho
Auf einen Blick
- Felipe Mariani de Carvalho, de 36 anos, coleciona álbuns da Copa do Mundo desde 2002 e agora compartilha o hobby com seu filho de quatro anos, Félix.
- Apesar do aumento no preço dos pacotinhos de figurinhas, ele prioriza a experiência com o filho e ensina educação financeira.
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A troca de figurinhas dos álbuns da Copa do Mundo é um hobby popular que se tornou lazer para crianças e adultos a cada quatro anos. Felipe Mariani de Carvalho, de 36 anos, coleciona desde 2002 e mantém a tradição com seu filho.
A cada quatro anos, os famosos álbuns da Copa do Mundo de Futebol são os mais cotados entre a população. A troca de figurinhas vira lazer e diversão para crianças e adultos.
O técnico em telecomunicações Felipe Mariani de Carvalho, de 36 anos, se tornou colecionador em 2002, quando o mundial ocorreu na Coreia do Sul, e o Brasil conquistou o pentacampeonato. Ele, que mora em São José do Rio Preto (SP), manteve a tradição ao estimular o filho, de quatro anos, a participar da coleção agora em 2026.
Em entrevista ao g1, Felipe contou que, desde o último título conquistado pela Seleção Brasileira, fez todos os álbuns do torneio. Com nove edições completas na coleção, ele tem um carinho especial pela competição esportiva.
"Lembro que, em 2002, eu tinha 12 anos e vinha da Copa de 1998. Aquele lance de reunião da galera, tipo o país parar, isso me incentivou a montar o álbum", revelou o técnico.
Colecionador de Rio Preto (SP) monta álbum da Copa de 2026 com o filho — Foto: Arquivo pessoal
Nesta Copa do Mundo, realizada em edição histórica nos Estados Unidos, México e Canadá, Felipe se sentiu mais desafiado.
"Esta é a primeira Copa com 48 equipes, então já traz essa diferença. Porém, traz também o aumento no valor devido a mais figurinhas."
Entretanto, para Felipe, a ideia de desembolsar mais dinheiro para manter o hábito foi infinitamente menos importante do que compartilhar o hobby com o filho, Félix Aguera de Carvalho.
O pequeno descobriu o gosto pelas figurinhas com o pai. "Ele está gostando muito, adora abrir os pacotinhos. Quando sai alguma do Brasil ou alguma brilhante, ele fica supercontente", relatou o pai.
No dia 4 de junho, Félix teve sua primeira experiência, participando com Felipe de uma reunião para troca de figurinhas perto de uma banca de jornal na Avenida Bady Bassit, em São José do Rio Preto.
"Foi a primeira vez que ele foi. Gostou muito de trocar com o pessoal, ficou bem feliz", disse o pai.
Colecionador e filho de quatro anos trocando figurinhas em evento em São José do Rio Preto (SP). — Foto: Arquivo pessoal
Como driblar o reajuste
Atualmente, os pacotinhos de figurinha estão custando R$ 7 e, para muita gente, isso tem atrasado o processo de montagem.
Experiente, o colecionador calculou que já desembolsou cerca de R$ 700 neste ano. Para driblar o reajuste, ele adotou uma tática e diz que aproveitou a ocasião e ensinou um pouco de educação financeira ao filho.
"Esse ano está mais caro e, justamente pelo preço que estão os pacotinhos, estou comprando aos poucos, juntando as repetidas. Então, troco para depois comprar de novo", finalizou Felipe.
Colecionador de Rio Preto (SP) tem todas as edições do álbum da Copa desde 2002 — Foto: Arquivo pessoal
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Primeiro jogo do Brasil
O Brasil começa a campanha na Copa do Mundo 2026 diante do Marrocos, neste sábado (13), às 19h, em New Jersey, nos EUA. O time comandado por Carlo Ancelotti inicia a caminhada pelo título, conquistado pela última vez em 2002.
A Seleção, que está no grupo C, terá como próximos adversários Haiti e Escócia. O duelo contra o Haiti será no dia 19 (sexta-feira), e o confronto com a Escócia no dia 24 (quarta-feira).
*Colaborou sob supervisão de Henrique Souza
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- Qual o impacto a longo prazo do aumento de preço no colecionismo?
- Haverá mais eventos de troca de figurinhas na região?




