Governador de Minas Gerais defende exigências diferentes para homens e mulheres no Bolsa Família
Auf einen Blick
Governador Romeu Zema propõe que homens beneficiários do Bolsa Família tenham exigências de capacitação e busca por emprego, enquanto mulheres teriam outras atribuições, citando diferenças na dinâmica familiar e no mercado de trabalho.
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Warum es wichtig ist
O Governador de Minas Gerais, Romeu Zema, propôs a diferenciação de exigências para homens e mulheres no programa Bolsa Família, visando incentivar a capacitação masculina e a inserção no mercado de trabalho.
Eu viso muito os homens, as mulheres têm outras atribuições em casa, têm filhos, têm uma diferença muito grande com relação aos homens, mas os homens hoje são convidados a trabalhar", disse Zema.
O objetivo da mudança, de acordo com Zema, seria incentivar a capacitação dos beneficiários e a inserção dos homens no mercado de trabalho.
"Ninguém vai morrer se tiver de estudar, tiver de concluir o fundamental ou ensino médio. Eu quero colocar essas exigências para os homens, mulher, mais uma vez, como eu falei, diferente. E quero também recompensar quem conseguir um emprego, sair do Bolsa Família para a carteira de trabalho assinada", declarou.
De acordo com as regras atuais do programa, as famílias beneficiárias devem assumir compromissos para receber o benefício, um deles área da saúde.
Crianças menores de 7 anos devem cumprir o calendário de vacinação e realizar acompanhamento do estado nutricional (peso e altura) e as gestantes devem realizar o pré-natal.
O outro comprimisso é na educação. Meninos e meninas devem frequentar a escola. A frequência escolar deve ser de 60% para beneficiários de 4 a 6 anos incompletos de idade e de 75% para beneficiários de 6 a 18 anos incompletos que não tenham concluído a educação básica (ensino fundamental e ensino médio).
O Bolsa Família também possui a chamada regra de proteção. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social, a norma foi criada para incentivar a busca por emprego e para dar segurança àqueles que estão em transição para o mercado de trabalho.
Quando a renda da família ultrapassa o limite de R$ 218 por pessoa, mas ainda não de R$ 706, o Bolsa Família não é cortado imediatamente. A família continua recebendo metade do valor por até 12 meses, e, em alguns casos, por até 24 meses.
Offene Fragen
- Qual o impacto dessa diferenciação para a igualdade de gênero?
- Como essa proposta se alinha com os objetivos do Bolsa Família?
- Haverá resistência à proposta no Congresso Nacional?





