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Governador de SP preocupado com falhas em trens e metrô; concessionárias investem em modernização
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Governador de SP preocupado com falhas em trens e metrô; concessionárias investem em modernização

Auf einen Blick

  • Governador Tarcísio de Freitas expressa preocupação com falhas em trens e metrô de SP, mas afirma que governo e concessionárias buscam soluções.
  • Investimentos em modernização e novas tecnologias visam reduzir intervalos e aumentar segurança.

KI-generierte Zusammenfassung

Warum es wichtig ist

O aumento de falhas em sistemas de trens e metrô em São Paulo tem gerado preocupação. O governo estadual e as concessionárias buscam soluções através de investimentos em modernização e novas tecnologias.

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A companhia disse também que adquiriu novos equipamentos para manutenção da via permanente, implantou tecnologias de inspeção automatizada dos trilhos e está na fase final de testes do sistema CBTC na Linha 3, dentro do programa de modernização das Linhas 1, 2 e 3, com investimento de R$ 700 milhões.

Já a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), responsável pela fiscalização das empresas privadas que operam as linhas de trem e metrô em São Paulo, diz que "realiza fiscalizações permanentes dos serviços prestados pelas concessionárias de transporte sobre trilhos, acompanhando continuamente os registros de falhas e incidentes operacionais e monitorando o cumprimento das obrigações previstas nos contratos de concessão, as quais são apuradas por meio dos indicadores de desempenho do contrato que podem penalizar a remuneração da Concessionária".

A alta foi de 56% em relação ao mesmo semestre de 2025. A Linha 7-Rubi, da Tic Trens, foi a que teve o maior percentual de aumento de falhas: alta de 600%, passando de 3 falhas em 2025 para 21 no 1° semestre de 2026.

Em coletiva de imprensa na última quinta-feira (2), dia da inauguração da Linha 6-Laranja do Metrô, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) disse que está muito preocupado com o número de falhas dos sistemas de trens do estado, mas que seu governo “não está parado” e está conversando com as concessionárias e empresas estatais para corrigir problemas.

“Com relação às falhas, é uma questão que nos preocupa muito. Já foi objeto de várias reuniões com as concessionárias. A gente não fica vendo uma falha e fica parado. A gente busca entender por que aconteceu aquela falha. Nós temos uma série de questões que são de ordem estrutural. A gente tinha defeito de via permanente, de sistema de alimentação. A gente tem ausência de subestação. A gente tem falta de aterramento...”, declarou.

“[As concessionárias] tem dado retorno, tem feito investimentos. Por exemplo, a gente tinha muito problema no sistema de alimentação aérea por falta de aterramento. Por incrível que pareça, nós chegamos a essa altura do campeonato sem aterramento em diversos pontos da rede aérea, que precisava ter. Então, você tem uma ocorrência de chuva com descarga atmosférica [raios], você tinha rompimento de [rede aérea]. O problema dos pantógrafos que enroscam com certa frequência, nós já identificamos esses problemas também e já estamos fazendo as correções”, disse.

“A grande mudança que está sendo feita, que é silenciosa, é a mudança do sistema de comunicação das linhas, e vai demorar uns três anos. A gente precisa modernizar para trazer o sistema europeu, que é o mais moderno que nós temos hoje. Qual é o objetivo disso? É diminuir os intervalos entre trens. A gente opera com um intervalo de trens muito alto, muito acima do razoável. Vamos diminuir bastante isso de 6 a 7 minutos para dois minutos e meio. E só é possível com um sistema de comunicações novo. E é isso que a gente está investindo agora. (...) tem várias questões de engenharia que ficaram ao longo de percurso que a gente está olhando”, declarou.

"A capacidade que a gente tem que ter é de mudar de opinião. A gente não concede algo por conceder. Não é aquele negócio de 'eu preciso necessariamente ter a iniciativa privada operando'. Não é isso. É como eventualmente eu posso ter mais investimentos e melhores serviços. O Metrô está operando muito bem e hoje a tendência é que ele continue operando essas linhas. Até porque, você não pode correr o risco de ter muitas linhas operadas por poucos operadores privados", afirmou (veja vídeo acima).

O Metrô afirmou que as ocorrências diminuíram de 2025 para 2026 e que iniciou um novo programa de manutenção para reduzir falhas. A companhia disse também que adquiriu novos equipamentos para manutenção da via permanente, implantou tecnologias de inspeção automatizada dos trilhos e está na fase final de testes do sistema CBTC na Linha 3, dentro do programa de modernização das Linhas 1, 2 e 3, com investimento de R$ 700 milhões.

A Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) disse que realiza fiscalização permanente dos serviços prestados pelas concessionárias de transporte sobre trilhos e que poderá aplicar penalidades previstas em contrato, incluindo multas que variam de R$ 40 mil a R$ 4 milhões, conforme a natureza e a gravidade das infrações.

A companhia iniciou um novo programa de manutenção para reduzir falhas e ampliar a disponibilidade da frota e da infraestrutura. Entre as medidas adotadas estão a modernização dos métodos de intervenções no sistema de portas dos trens e portas das plataformas da Linha 3-Vermelha, por meio do programa Manutenção 5.0, que utiliza Inteligência Artificial para monitoramento e predição de falhas, além da ampliação do monitoramento de aparelhos de mudança de via e trilhos.

A TIC Trens iniciou a operação comercial da Linha 7-Rubi em 26 de novembro de 2025, data em que assumiu a gestão da infraestrutura ferroviária e a responsabilidade pela operação, manutenção e divulgação dos resultados da concessão. A concessionária segue um cronograma de obras alinhado com o Governo do Estado de São Paulo, com o objetivo de reforçar a segurança operacional e aprimorar a prestação de serviços à população. Para isso, executa um programa gradual de investimentos em modernização, conforme as diretrizes estabelecidas no contrato de concessão, com conclusão prevista até 2031.

Entre as medidas adotadas estão o reforço das equipes de operação, manutenção, limpeza e vigilância — que atualmente somam mais de 650 colaboradores —, além da ampliação do monitoramento operacional, da manutenção preventiva contínua, da limpeza periódica de trens e estações e de ações permanentes de combate ao comércio irregular dentro do sistema ferroviário. A concessionária também mantém patrulhamento motorizado, equipes dedicadas de atendimento e segurança e um sistema integrado com mais de 700 câmeras distribuídas ao longo da linha, com o objetivo de restringir ocorrências que impactam diretamente a operação.

A Motiva reforça que segue investindo na modernização de seus ativos, em conjunto com o Poder Concedente, sempre com foco na segurança, na confiabilidade da operação e na melhoria da experiência dos clientes.

A CPTM ressalta que trabalha para a melhoria contínua dos serviços e a oferta de um transporte cada vez mais seguro e eficiente. Para isso, realiza monitoramento contínuo de seus ativos, com manutenções preventivas, preditivas e corretivas, além do acompanhamento em tempo real pelo Centro de Monitoramento de Ativos (CMA) para aumentar a disponibilidade operacional e reduzir impactos aos passageiros. Vale destacar que ocorrências provocadas por condições climáticas extremas podem afetar pontualmente a operação, sem refletir o desempenho do sistema.

A Artesp realiza fiscalização permanente dos serviços prestados pelas concessionárias de transporte sobre trilhos, acompanhando continuamente os registros de falhas e incidentes operacionais e monitorando o cumprimento das obrigações previstas nos contratos de concessão, as quais são apuradas por meio dos indicadores de desempenho do contrato que podem penalizar a remuneração da Concessionária.

Worauf zu achten ist

KI-Ausblick — Möglichkeiten, keine Fakten

  • Redução significativa dos intervalos entre trens com novo sistema de comunicação.

    Wahrscheinlich

Offene Fragen

  • Qual o impacto financeiro das penalidades aplicadas pela Artesp?
  • Quais concessionárias serão mais afetadas pelas penalidades?
  • Quando os testes do sistema CBTC na Linha 3 serão concluídos?

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This article was originally published by G1.

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