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Grupo que usava assinaturas falsas de juízes do Amapá para aplicar golpes é alvo de operação
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G17.7.2026Crime2 Min. LesezeitBrazil

Grupo que usava assinaturas falsas de juízes do Amapá para aplicar golpes é alvo de operação

Auf einen Blick

  • Golpistas usavam assinaturas falsificadas de juízes do Amapá para enganar vítimas em um esquema de estelionato virtual.
  • A operação policial cumpriu mandados de busca e apreensão em Fortaleza (CE) contra o grupo criminoso.

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Grupo que usava assinaturas falsas de juízes do Amapá para aplicar golpes é alvo de operação. — Foto: Heloise Hamada/g1

Golpistas usavam assinaturas falsificadas de juízes amapaenses para enganar vítimas em um esquema de estelionato virtual que foi alvo de uma operação policial na manhã desta terça-feira (7).

Durante a ação, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão em Fortaleza (CE) contra o grupo criminoso, que se passava por advogados para lesar clientes com processos na Justiça.

A operação foi realizada pelo Ministério Público do Amapá (MP-AP), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e do Núcleo de Investigações (Nimp) do Ceará.

Como funcionava o golpe

Segundo as investigações, os suspeitos conseguiam acessar dados pessoais e informações de processos judiciais de vítimas em várias regiões do Brasil, principalmente no Sul e no Centro-Oeste.

Com esses dados, os criminosos ligavam para os clientes se passando pelos verdadeiros advogados das causas.

Para enganar as vítimas, a quadrilha usava telefones com o mesmo código de área (DDD) do estado do cliente e enviava documentos falsificados com dados reais das ações judiciais.

O objetivo era convencer as pessoas a fazerem transferências bancárias, como pagamentos via Pix, para contas dos criminosos.

LEIA MAIS:

Assinaturas falsificadas do TJAP

Entre os papéis falsificados enviados aos clientes, os investigadores encontraram documentos com assinaturas falsas de juízes e desembargadores do Tribunal de Justiça do Estado do Amapá (TJAP), o que motivou a atuação das autoridades amapaenses.

Durante as buscas em Fortaleza, os agentes apreenderam celulares e tablets dos alvos da operação. Os investigados podem responder pelos crimes de fraude eletrônica (estelionato virtual), falsidade ideológica, uso de documento falso e associação criminosa.

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This article was originally published by G1.

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