Julgamento de Carlos Alberto Bezerra, acusado de feminicídio, é adiado para 2026
Auf einen Blick
- O julgamento de Carlos Alberto Bezerra, filho do ex-deputado federal Carlos Bezerra e réu confesso de feminicídio, foi adiado para 21 de julho de 2026.
- A decisão atende a pedido da defesa e levanta o sigilo do processo, permitindo acesso à imprensa sob restrições.
KI-generierte Zusammenfassung
Warum es wichtig ist
Carlos Alberto Bezerra, filho do ex-deputado federal Carlos Bezerra, é réu confesso de feminicídio contra Thays Machado e homicídio qualificado contra Willian Cesar Moreno. O julgamento foi adiado e o sigilo do processo retirado.
A decisão foi proferida nesta segunda-feira (6), após a Justiça acolher pedido da 2ª Promotoria de Justiça Criminal de Cuiabá.
O requerimento para retirada do segredo de Justiça foi protocolado em 2 de julho pela promotora de justiça Élide Manzini de Campos.
O adiamento do julgamento ocorreu após solicitação da defesa, que alegou necessidade de acesso a materiais produzidos durante a investigação.
O júri será realizado no dia 21 de julho de 2026.
Filho do ex-deputado federal Carlos Bezerra, Carlos Alberto Gomes Bezerra é réu confesso e está preso.
Conforme denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), ele responde pelo feminicídio de Thays Machado, praticado por motivo torpe, em razão da inconformidade com o fim do relacionamento, mediante extrema violência e em circunstâncias que impediram qualquer reação da vítima.
Segundo a acusação, os disparos foram efetuados em plena luz do dia, em uma área urbana de grande circulação de pessoas, com o uso de uma pistola semiautomática.
O Ministério Público também sustenta que o crime ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero, apontando que o acusado utilizou sua condição de ex-companheiro e sua superioridade física para exercer controle e violência contra a vítima.
Pela morte de Willian Cesar Moreno, o réu foi denunciado por homicídio qualificado por motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima.
De acordo com o MPMT, a ação foi premeditada e executada de forma a surpreender o casal, sem possibilidade de reação ou fuga.
Ao autorizar o levantamento do sigilo, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira afirmou que não há risco concreto à intimidade das vítimas ou de terceiros que justifique a manutenção do segredo de Justiça.
A magistrada destacou que a publicidade dos atos processuais é a regra prevista na Constituição e considerou, ainda, o posicionamento favorável do Ministério Público, após diálogo com os familiares das vítimas.
Apesar da abertura do processo, a decisão impõe restrições à cobertura do julgamento.
A captação de imagens da sessão ficará restrita à assessoria de imprensa oficial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, sendo proibida a entrada de equipes de televisão e demais veículos de comunicação no plenário.
Worauf zu achten ist
KI-Ausblick — Möglichkeiten, keine Fakten
Julgamento de Carlos Alberto Bezerra ocorrerá em 21 de julho de 2026.
Sehr wahrscheinlich · Innerhalb von Jahren
Offene Fragen
- Quais materiais a defesa precisa para o julgamento?
- Haverá mais restrições à imprensa no futuro?





