Justiça decide reintegrar vereador afastado em Ourinhos (SP)
Auf einen Blick
- A Justiça decidiu reintegrar um vereador afastado de Ourinhos (SP) ao cargo.
- Ele estava afastado desde maio, investigado por peculato e lavagem de dinheiro na arrecadação da Fapi.
- A Polícia Civil apreendeu R$ 5 mil e um carro do vereador.
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Warum es wichtig ist
Um vereador de Ourinhos (SP) foi reintegrado ao cargo após afastamento determinado pela Justiça. Ele era investigado por suspeitas de peculato e lavagem de dinheiro.
A decisão foi publicada nesta quarta-feira (8). O vereador estava afastado do cargo desde o dia 11 de maio e também estava proibido de assumir cargos de confiança ou em comissão na prefeitura de Ourinhos. (Veja os detalhes do afastamento abaixo).
A medida havia sido determinada a pedido da Polícia Civil, que investiga suspeitas de peculato e lavagem de dinheiro envolvendo a arrecadação da Fapi de Ourinhos no ano passado.
Com a decisão, o vereador poderá voltar a exercer o mandato enquanto as investigações continuam. Em nota, a Câmara Municipal de Ourinhos informou que não havia sido notificada da decisão até a tarde desta quarta-feira.
A Justiça tinha determinado o afastamento do vereador no dia 11 de maio.
Na decisão do juiz da Vara Regional das Garantias de Bauru (SP), ele entendeu que há elementos concretos de autoria e materialidade dos crimes envolvendo o parlamentar. Na decisão, ele citou ainda riscos à ordem pública e às investigações.
Além do afastamento do mandato, o vereador também ficou proibido de assumir cargos de confiança ou em comissão na Prefeitura de Ourinhos.
A Polícia Civil apreendeu um carro e R$ 5 mil em dinheiro vivo que pertenciam ao vereador de Ourinhos (SP), no dia 23 de abril.
A ação cumpriu uma ordem judicial no âmbito de uma investigação por suspeita de lavagem de dinheiro e outros crimes, após a compra de bens de alto valor.
Em nota na época, o vereador afirmou que a investigação é baseada em denúncia anônima e disse que vai provar a inocência. Na época, João Vitor também se manifestou sobre a apreensão do veículo e criticou a medida.
“Respeito a Polícia Civil, mas foi totalmente desnecessária a apreensão do meu veículo durante a sessão da Câmara. Não tenho nada a esconder, não tenho patrimônio substancial e por isso acredito que essa denúncia será arquivada”, afirmou ao g1.
Offene Fragen
- Qual o desfecho da investigação?
- Haverá novas medidas cautelares?




