MPF entra com ação contra mineradora e governo por desastre em Rondônia
Auf einen Blick
- MPF entra com ação contra Metalmig Mineração, Cooger, proprietários rurais, ANM e governo de Rondônia por desastre ambiental.
- A lama atingiu 114,57 hectares, destruindo vegetação, contaminando água e matando peixes.
- Pede recuperação da área e indenizações.
KI-generierte Zusammenfassung
Warum es wichtig ist
O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação judicial para responsabilizar empresas e o governo de Rondônia por um desastre ambiental causado pelo colapso de estruturas de mineração.
A ação pede a recuperação total da área degradada e a indenização pelos prejuízos ambientais e sociais.
Na época do desastre, a lama atingiu cerca de 114,57 hectares, destruiu vegetação nativa, contaminou cursos d’água, matou peixes, piorou a qualidade da água e destruiu pontes usadas pelos moradores.
Entre os réus estão a empresa Metalmig Mineração, a Cooperativa dos Garimpeiros do Estado de Rondônia (Cooger), quatro proprietários rurais, além da Agência Nacional de Mineração (ANM) e o governo de Rondônia.
A investigação começou logo após o desastre, por meio de inquérito civil. De acordo com o MPF, o problema ocorreu após o colapso de estruturas como aterros, diques e barramentos usados na atividade de mineração, que cederam após fortes chuvas na região.
Os laudos indicam que não houve rompimento de barragem de rejeitos, mas que o colapso dessas estruturas provocou uma grande enxurrada de lama e sedimentos. O MPF aponta que a fragilidade das instalações e a atividade minerária podem ter agravado os impactos.
O órgão também afirma que o estado de Rondônia e a Agência Nacional de Mineração (ANM) devem ser responsabilizados por possível falha na fiscalização, o que pode ter contribuído para a dimensão dos danos.
Na ação, o MPF pede que a área seja recuperada por meio de um Plano de Recuperação de Área Degradada (PRAD), além da condenação dos responsáveis ao pagamento de indenizações pelos danos ambientais, pelo período em que a área permanecer degradada e por dano moral coletivo.
O g1 procurou todos os citados no processo, mas não recebeu resposta até a última atualização da reportagem.
Offene Fragen
- Qual o valor exato das indenizações pedidas?
- Qual o prazo para a recuperação da área?
- Haverá outras ações contra os envolvidos?





