Mulher é investigada por estelionato após vender inscrições falsas para corrida em Varginha
Auf einen Blick
- Mulher é investigada por estelionato em Varginha após vender inscrições falsas para corrida.
- Cerca de 38 vítimas registraram prejuízo de mais de R$ 4 mil.
- A suspeita alega bloqueio de conta bancária.
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Warum es wichtig ist
Moradores de Varginha e Campanha denunciaram a compra de inscrições para uma corrida com uma suposta intermediadora, que não as registrou oficialmente. A Polícia Civil investiga o caso como estelionato.
As denúncias partiram de moradores de Varginha e da cidade vizinha de Campanha, que afirmam ter comprado inscrições por R$ 89,90 com uma pessoa que se apresentava como intermediadora da prova. Muitos descobriram apenas no dia do evento que não estavam devidamente inscritos.
De acordo com o delegado Cristiano Silva, a Polícia Civil tomou conhecimento do caso na manhã seguinte ao evento e instaurou um inquérito para apurar suspeita de estelionato.
“Alguns corredores procuraram a delegacia noticiando que teriam adquirido o ticket para a participação no evento pagando a quantia de R$ 89,90 junto à investigada que se passava por uma intermediadora do evento e que estaria conseguindo num preço mais acessível, promocional”, explicou.
Até o momento, segundo o delegado, 38 vítimas já foram identificadas formalmente, com prejuízo que ultrapassa R$ 4 mil.
“Ela recebeu essa quantia, chegando a quantia de 4 mil e poucos reais [...] e não reembolsou, não entregou o kit e alegou circunstâncias alheias à vontade dela, como um bloqueio de conta bancária”, disse.
A Polícia Civil orienta que outras possíveis vítimas procurem a delegacia para formalizar a denúncia. É necessário apresentar comprovantes de pagamento, como PIX ou transferência, além de conversas em redes sociais ou aplicativos de mensagem.
“Nós precisamos que as pessoas procurem para que nós a ouçamos em cartório [...] Às vezes a pessoa não procura pela questão do ínfimo valor e acaba que passa a sensação de impunidade”, destacou o delegado.
Em nota, a rede de supermercados responsável pela corrida informou que as inscrições são feitas exclusivamente pelos canais oficiais e que os pagamentos citados foram realizados a uma pessoa sem vínculo com a organização ou com a TBH Sports, empresa responsável pela prova. A empresa lamentou o ocorrido e afirmou estar à disposição das autoridades.
Procurada, a influenciadora afirmou que intermediava listas de desconto para corridas há cerca de três meses e que nunca havia enfrentado problemas. Segundo ela, a parceria para a prova teria sido proposta pelo próprio supermercado.
A mulher afirmou ainda que cerca de 400 inscrições foram intermediadas por meio de uma lista e que, ao tentar finalizar os pagamentos, teve a conta bancária bloqueada por questões relacionadas à Receita Federal.
Ela disse que já iniciou o reembolso de parte dos participantes e que pretende ressarcir os demais. Também relatou ter recebido ameaças após o caso vir à tona.
Offene Fragen
- Quantas pessoas foram realmente lesadas?
- Qual a extensão do bloqueio bancário da suspeita?
- Houve falha na fiscalização do supermercado?






