Mulheres agridem funcionária de padaria após serem impedidas de comprar salgados
Auf einen Blick
- Duas mulheres e um homem agrediram uma funcionária de padaria em São Paulo após serem informadas que não poderiam comprar salgados quentes.
- A vítima sofreu ferimentos e as agressoras fugiram sem serem identificadas.
KI-generierte Zusammenfassung
Warum es wichtig ist
Duas mulheres e um homem agrediram uma funcionária de padaria após serem informadas que não poderiam comprar salgados quentes. A vítima sofreu ferimentos e as agressoras fugiram sem serem identificadas.
Segundo o boletim de ocorrência registrado pela atendente, de 33 anos, duas mulheres chegaram ao estabelecimento, pouco antes das 5h30, querendo comprar salgados. Nesse horário, os atendimentos são feitos por meio de uma grade.
A funcionária disse a elas que, caso quisessem aguardar alguns minutos, os lanches que estavam na estufa seriam substituídos por outros mais novos. De acordo com ela, as clientes responderam, de forma ríspida: "Você acha que estamos com tempo para esperar?".
Às 5h30, quando a atendente abriu as portas da padaria, as duas mulheres retornaram, acompanhadas de um homem. O vídeo mostra que uma delas disse: "Vem para cima de mim". E a trabalhadora respondeu: "Eu não ponho a mão nos outros, não".
Em seguida, a mesma cliente se aproximou da funcionária e a atacou. A vítima se defendeu, e as duas começaram a brigar. A segunda cliente interveio e, segundo a atendente, também a agrediu.
Depois de um tempo, a mulher que iniciou as agressões foi retirada pelo homem que acompanhava a dupla, mas, em seguida, retornou, gritando: "Eu estou no meu direito". Ela arremessou produtos que estavam sobre o balcão contra a funcionária.
Nesse momento, a vítima pegou um objeto para se defender e começou a gritar: "Sai, sai". Mas a cliente novamente a atacou com um chute. Depois, ela arremessou mais um produto da padaria e chamou a atendente de "vagabunda".
De acordo com o boletim de ocorrência, a funcionária relatou que sofreu luxações e outros ferimentos. À TV Globo, ela disse que trabalha há mais de três anos na padaria e nunca tinha passado por situação semelhante.
As mulheres fugiram. Policiais militares realizaram um rastreamento na região, mas elas não haviam sido identificadas nem localizadas até a última atualização desta reportagem.
Offene Fragen
- Qual a motivação exata das agressoras?
- As agressoras foram identificadas e presas?
- A padaria possui câmeras de segurança que registraram o ocorrido?





