Polícia Federal desarticula grupo de tráfico internacional de drogas na Bahia e SC
Auf einen Blick
Operação da Polícia Federal cumpre mandados de prisão e busca em cidades da Bahia e Santa Catarina para desarticular grupo criminoso de tráfico internacional de drogas que enviava cocaína para a Europa.
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Warum es wichtig ist
A Polícia Federal deflagrou uma operação nesta sexta-feira (10) para desarticular um grupo criminoso que atuava no tráfico internacional de drogas, enviando cocaína para a Europa.
Quadrado de Trancoso, na Bahia — Foto: @trancosoba
Seis mandados de prisão preventiva e seis mandados de busca e apreensão são cumpridos em cidades do extremo-sul, da Bahia e em Canhanduba, em Santa Catarina, nesta sexta-feira (10). Segundo a Polícia Federal, a operação tem como objetivo desarticular um grupo criminoso que atua no tráfico internacional de drogas.
Na Bahia, os mandados são cumpridos nas cidades de Eunápolis e Porto Seguro, e no distrito de Trancoso. Ainda não há informações sobre presos, nem sobre itens apreendidos.
Segundo as investigações, o grupo enviava cocaína para a Europa através de veleiros e cargas contaminadas em contêineres.
Os crimes foram descobertos em 2021, quando um veleiro foi apreendido com 2 toneladas de cocaína.
Apreensões na Bahia
Em junho deste ano, 200 kg de cocaína foram encontrados em uma carga de soja no Porto de Salvador, no bairro do Comércio.
O material estava em embalagens de plástico, dentro das sacas de soja, que seriam levadas para a França.
Ninguém foi preso na operação e a Polícia Federal não especificou se a droga encontrada no Porto tem alguma relação com a operação realizada no extremo-sul da Bahia nesta sexta-feira.
Porto de Salvador — Foto: Reprodução/TV Bahia
Também em junho deste ano, seis integrantes de uma organização criminosa foram condenados a até 20 anos de prisão por tráfico internacional de drogas no mesmo porto.
O "núcleo de inteligência" do grupo contava com funcionários do terminal portuário, que acessavam os sistemas internos para selecionar contêineres em “pontos cegos” das câmeras de segurança do porto.
Para entrar no local, os criminosos usavam carros clonados com logomarcas de empresas que prestam serviço ao terminal. Além disso, vigilantes eram subornados para burlar vistorias.
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Offene Fragen
- Houve prisões na operação?
- Quais itens foram apreendidos?
- A droga encontrada no Porto de Salvador tem relação com a operação atual?






