Polícia investiga uso de deepfake para criar conteúdo íntimo com imagens de funcionárias
Auf einen Blick
- Funcionárias de empresa denunciam uso de suas imagens em vídeos íntimos criados com deepfake.
- Polícia investiga dois ex-funcionários.
KI-generierte Zusammenfassung
Warum es wichtig ist
Funcionárias de uma empresa denunciaram que suas imagens foram usadas em vídeos íntimos criados com deepfake e disseminados por e-mails corporativos e plataformas de conteúdo adulto.
As funcionárias da empresa denunciaram que tiveram suas imagens utilizadas em vídeos e fotografias. O material foi disseminado por e-mails corporativos e publicado em plataforma de conteúdo adulto.
A operação desta sexta cumpre mandados de busca e apreensão, no Gama e no Paranoá, para coletar dispositivos eletrônicos e outros elementos que ajudem na investigação. Ninguém foi preso.
A polícia não divulgou os nomes dos suspeitos e da empresa onde o caso aconteceu.
Segundo a Polícia Civil, as funcionárias da empresa tiveram suas imagens utilizadas por meio de deepfake, que utiliza IA para inserir rostos de pessoas reais em conteúdos manipulados.
A análise de dados cadastrais e a perícia realizada em discos rígidos, fornecidos pela empresa, permitiram que a polícia identificasse dois ex-funcionários da mesma empresa onde trabalham as vítimas.
A polícia diz que a criação e a divulgação de conteúdo íntimo falso por meio de inteligência artificial constituem crime de elevada gravidade, com pena de reclusão de quatro a 10 anos, além da pena correspondente à violência eventualmente praticada.
Offene Fragen
- Quais as motivações dos ex-funcionários?
- A empresa tem políticas de segurança de dados adequadas?
- Quantas vítimas foram afetadas?






