Seleção Brasileira enfrenta Haiti com o desafio de ganhar - e jogando bem
Auf einen Blick
- Após estreia decepcionante, Seleção Brasileira busca redenção contra o Haiti na Copa.
- Jogadores admitem autocrítica e Ancelotti confia na competitividade da equipe.
KI-generierte Zusammenfassung
Warum es wichtig ist
A Seleção Brasileira teve uma estreia decepcionante na Copa do Mundo, gerando descontentamento entre os torcedores. O time agora enfrenta o Haiti, adversário de menor expressão no ranking da Fifa.
A torcida, o Ancelotti e os jogadores: todo mundo sabe qual é o desafio nesta sexta-feira (19): ganhar - e jogando bem.
Duzentos e treze milhões de brasileiros esperavam mais da Seleção na estreia. Os 26 brasileiros que estão jogando a Copa concordam.
“A gente sabe que não começamos bem o jogo. Nós temos total consciência disso. Não é o jogo que queremos, com certeza. Nós somos o Brasil. Nós somos a equipe que quer ter a bola o tempo todo. É um jogo que passou, é um fogo que fica de aprendizado”, diz Gabriel Magalhães, zagueiro da Seleção.
Os jogadores não se pouparam na autocrítica e reconheceram que poderia ter sido até pior. O lampejo da inspiração brotou na hora certa, no pé certeiro.
“Penso que a gente teve uma oportunidade da vida de voltar para o jogo, de poder empatar, e não ter um resultado que pudesse ter uma influência psicológica importante”, afirma Danilo, lateral da Seleção.
“Poderíamos ter começado o jogo muito mais intensos do que começamos, ter dominado mais os espaços do campo que, muitas vezes no primeiro tempo, a gente deixou a desejar", diz Douglas Santos, lateral da Seleção.
Seleção Brasileira enfrenta Haiti com o desafio de ganhar - e jogando bem — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução
É a chance de aproveitar a generosidade da tabela e dar a volta por cima. Tomando como base o ranking da Fifa, o Brasil teve a estreia mais difícil de todas, no único confronto entre duas seleções que estão entre as dez melhores do mundo.
Em compensação, tem agora uma situação oposta. O adversário desta sexta-feira (19) conseguiu ir para a Copa sem estar nem entre as 80 melhores. Vai entrar em campo na posição de número 85. Estar na Copa já é uma vitória para os haitianos. O que não quer dizer que se conformem com a derrota.
“O primeiro pensamento é pensar em vencer, porque não podemos ter a soberba de falar que é o Haiti e que a gente vai golear”, diz Douglas Santos.
Em outras Copas do Mundo, fez bem ao Brasil enfrentar adversários com menos força e tradição. Em 2002, os 4 x 0 contra a China e os 5 x 2 na Costa Rica embalaram a campanha do penta. E mesmo sem troféu, os 4 x 0 na Nova Zelândia em 1982 ajudaram a formar a aura de uma das melhores seleções de todos os tempos.
É algo mais importante do que ganhar ou até mesmo golear o Haiti. Esse segundo jogo é a oportunidade de trazer para a Copa a Seleção Brasileira que o mundo conhece e que todos querem ver. Até a hora do jogo, o remédio para o descontentamento de milhões de brasileiros é a esperança de um italiano.
“Eu acho que a autocrítica da equipe, dos jogadores, foi uma crítica positiva. Sigo confiante que a equipe será competitiva nessa Copa do Mundo”, afirma Carlo Ancelotti, técnico da Seleção Brasileira.
LEIA TAMBÉM
Offene Fragen
- A Seleção conseguirá apresentar o futebol esperado?
- Qual será o placar da partida contra o Haiti?


