Sindicato de trabalhadores ferroviários mantém paralisação contra privatização e por garantia de emprego
Auf einen Blick
- Luiz Barbosa Neto Júnior, diretor do sindicato ferroviário, afirma que a greve continua contra a privatização das linhas e para garantir empregos, rejeitando a proposta do governo de 60 dias de negociação.
- A CPTM e o governo de São Paulo lamentam a decisão e informam que o TRT determinou operação mínima de 80% no horário de pico e 60% nos demais períodos, com multa diária de R$400 mil em caso de descumprimento.
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Warum es wichtig ist
Greve de trabalhadores ferroviários contra a privatização das linhas e para garantir empregos, após o governo oferecer 60 dias de negociação.
Luiz Barbosa Neto Júnior, diretor-executivo do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona Central do Brasil, afirmou que a paralisação "é contra a privatização [das linhas], mas também pela garantia de emprego". "Na negociação que teve hoje [segunda], o que o governo fez? 'Ah, vamos ter mais 60 dias para conversar para garantia do emprego.' E a turma não quer aceitar isso. Então, além de lutar contra a privatização, por tudo o que já ocorreu, mas também pela garantia de emprego. Porque a turma não quer ser demitida."
Em nota, a CPTM e o governo de São Paulo afirmaram lamentar a decisão do sindicato de manter a paralisação, apesar de uma reunião realizada na segunda. "O estado reiterou o compromisso com a preservação dos postos de trabalho e com a análise de projetos de lei de interesse da categoria, como a absorção dos empregados por outros órgãos públicos estaduais, a discussão sobre incorporação da Estrada de Ferro Campos do Jordão pela CPTM, e a inclusão dos trabalhadores no Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (Iamspe)."
A CPTM informou ainda que recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT), que determinou a operação de 80% do efetivo nos horários de pico e de 60% nos demais períodos. Em caso de descumprimento da decisão, o sindicato poderá ser multado em R$ 400 mil por dia.
"As Linhas 7-Rubi, 8-Diamante, 9-Esmeralda, que são concedidas, e a 10-Turquesa estarão em operação regular, bem como todo o sistema metroviário, incluindo as linhas administradas pelo Metrô e pelas concessionárias. Para as demais linhas da CPTM, o plano de contingência já foi acionado com o objetivo de reduzir os impactos aos passageiros", diz a nota.
Offene Fragen
- Quando as próximas negociações entre sindicato e governo ocorrerão?
- Qual será o impacto da multa diária de R$400 mil no orçamento do sindicato?




