Três homens presos em nova fase da Operação Ferrugem por suspeita de sequestro em Barcarena
Auf einen Blick
- Três homens foram presos em Barcarena em nova fase da Operação Ferrugem por suspeita de sequestro de um empresário.
- Um dos detidos é conhecido como "Rato", apontado como integrante da organização criminosa.
- Outro, "RK", atuava na logística financeira e foi pego com drogas.
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Três homens foram presos em Barcarena em uma nova fase da Operação Ferrugem, suspeitos de envolvimento em um sequestro ocorrido em maio de 2026. A operação visa desarticular uma organização criminosa especializada em extorsão mediante sequestro.
Três homens são presos em nova fase da Operação Ferrugem por suspeita de sequestro em Barcarena. — Foto: Divulgação
As prisões foram realizadas por equipes da Delegacia de Repressão a Roubos a Bancos e Antissequestro (DRRBA), vinculada à Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), com apoio da Polícia Federal, por meio da Delegacia de Polícia de Migração do Aeroporto Internacional de Belém.
Um dos detidos é Helton Cezar Sanches Gomes, conhecido como “Rato”, apontado como integrante da organização criminosa responsável pelo sequestro.
Também foi preso Ronaldo Cardoso Furtado, o “RK”, investigado por participação direta no crime, com atuação na logística financeira do grupo. No momento da abordagem, ele estava com substâncias entorpecentes e foi autuado em flagrante por tráfico de drogas.
O terceiro preso é Diogo Castro Machado, que já tinha mandados de prisão por condenações definitivas pelos crimes de tráfico de drogas e roubo. Ele foi localizado no Aeroporto de Belém e apresentou documento falso durante a abordagem, sendo preso também por uso de documento falso.
O g1 tenta contato com a defesa dos três investigados no sequestro ocorrido em Barcarena.
A segunda fase da Operação Ferrugem teve como objetivo cumprir mandados de prisão preventiva expedidos pela Vara Criminal de Barcarena contra investigados pelos crimes de extorsão mediante sequestro e associação criminosa.
As apurações apontaram a existência de uma organização criminosa estruturada voltada a esse tipo de crime. A partir disso, a polícia solicitou as prisões preventivas dos envolvidos.
Os três presos foram levados para a sede da DRRBA, onde passaram pelos procedimentos legais e permanecem à disposição da Justiça.
Ao todo, cinco pessoas já foram presas na operação. As investigações continuam para identificar outros envolvidos.
O crime aconteceu no dia 19 de maio de 2026, por volta das 7h, na localidade de Vila do Conde, em Barcarena.
Um empresário e a esposa foram abordados por criminosos armados e encapuzados. Pelo menos um dos suspeitos usava roupa semelhante à de policial civil.
Durante a ação, a mulher foi abandonada em um ramal após o Trevo do Peteca, enquanto o empresário foi levado pelos sequestradores.
Os criminosos passaram a exigir R$ 2 milhões pela libertação da vítima, além de cobrarem drogas, ouro e dinheiro.
Após diligências da polícia, o empresário foi libertado no mesmo dia. Mesmo assim, os suspeitos continuaram fazendo exigências.
As investigações identificaram uma conta bancária que receberia parte do valor do resgate, o que levou à prisão em flagrante de dois integrantes do grupo ainda no dia do crime: John Ítalo Silva Pinheiro e Luiz Carlos Nunes da Cunha.
Offene Fragen
- Quem são os outros envolvidos na organização criminosa?
- Qual o desfecho legal para os presos?
- Haverá novas fases da Operação Ferrugem?






