Viaduto da Ferradura: Construtora é definida e obra ligará MG-30 à MGC-356
Auf einen Blick
- A construtora Vereada Engenharia Ltda foi escolhida para executar o Viaduto da Ferradura, que ligará a MG-30 à MGC-356.
- Orçada em R$ 48 milhões, a obra visa solucionar gargalos de trânsito na Região Metropolitana de Belo Horizonte e tem previsão de início no segundo semestre de 2026.
KI-generierte Zusammenfassung
Warum es wichtig ist
O viaduto faz parte de um termo de compromisso firmado em 2017 entre o Ministério Público, as prefeituras de Belo Horizonte e Nova Lima e a associação, com recursos de compensação por impactos ambientais.
Imagem ilustrativa do projeto do viaduto — Foto: TV Globo/ Reprodução
A Associação dos Empreendedores dos Bairros Vila da Serra e Vale do Sereno definiu a construtora que vai executar o Viaduto da Ferradura, que ligará a saída a rodovia MG-30 à MGC-356. Estimada em R$ 48 milhões, a previsão é que a construção comece no segundo semestre de 2026, com prazo de até 2 anos para conclusão.
O projeto, que será executado pela construtora Vereada Engenharia Ltda, prevê uma ligação direta entre as duas rodovias para que motoristas não precisem passar pelo trevo do Belvedere, na Região Centro-Sul da capital. Os recursos virão da iniciativa privada.
Com a homologação do resultado, a empresa foi convocada para assinar o contrato nos próximos cinco dias úteis.
A obra tenta enfrentar um dos principais gargalos de trânsito da Região Metropolitana de Belo Horizonte, no limite entre Nova Lima e a capital. Os congestionamentos são frequentes na MG-30, que liga as duas cidades, e também na MGC-356, principal saída de Belo Horizonte para o Rio de Janeiro, cidades históricas, condomínios da região e bairros de Nova Lima, como o Jardim Canadá.
Obra não resolve sozinha os problemas de mobilidade
Segundo o cronograma, o viaduto faz parte de um termo de compromisso firmado em 2017 entre o Ministério Público, as prefeituras de Belo Horizonte e Nova Lima e a associação. Os recursos são de compensação por impactos ambientais causados por empreendimentos imobiliários na região.
Para Silvestre de Andrade, engenheiro especialista em trânsito, a obra é importante, mas não resolve, sozinha, os problemas de mobilidade no trecho. Ele defende soluções multimodais, com investimento em transporte público de qualidade, melhorias viárias e opções de micromobilidade, como bicicletas e patinetes.
“A solução de transporte sempre envolve várias opções combinadas. O transporte público deve ser de qualidade, e não adianta colocar um ônibus em tráfego congestionado. Também é preciso pensar na micro mobilidade como complemento”, afirma.
Offene Fragen
- Quais as soluções multimodais específicas propostas?
- Como será o cronograma detalhado da obra?






