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11.05.2026

Governo amplia Luz para Todos na Amazônia Legal

O programa Luz para Todos vai ampliar ainda mais seu alcance, levando energia elétrica para áreas rurais e regiões remotas da Amazônia Legal. É o que prevê o decreto 12.964, publicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Diário Oficial da União desta segunda-feira (11). A eletrificação será feita “com vistas ao fortalecimento do desenvolvimento socioeconômico local, à geração de trabalho e renda, à segurança alimentar e à inclusão produtiva das populações beneficiárias”. Notícias relacionadas:Mercado eleva previsão da inflação para 4,91% este ano.IR 2026: chance de inclusão no primeiro lote acaba neste domingo.Concebido pelo governo federal com o objetivo de universalizar o fornecimento de energia – em especial a grupos prioritários, infraestruturas comunitárias e produtivas, de forma a favorecer o desenvolvimento local nas regiões atendidas –, o Luz para Todos apoia também a qualificação de mão de obra local ligada à prestação do serviço. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Prioridades de atendimento De acordo com o texto publicado, o programa passa a priorizar o atendimento a famílias chefiadas por mulheres inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), famílias com pessoas com deficiência, idosos dependentes ou beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC). Prioriza também assentamentos rurais, comunidades indígenas, quilombolas, ribeirinhas, extrativistas, agricultores familiares e povos tradicionais – além de “comunidades localizadas em unidades de conservação ou impactadas diretamente por empreendimentos de geração ou de transmissão de energia elétrica”. Além de residências, o Luz para Todos atenderá infraestruturas públicas e coletivas, como as de serviços de conectividade à internet, sistemas de abastecimento de água, equipamentos de assistência social e estruturas comunitárias de segurança alimentar. Respeito a comunidades e meio ambiente O texto prevê, ainda, que os atendimentos busquem soluções energéticas adequadas às especificidades territoriais, sociais, culturais, ambientais e logísticas do meio rural e das regiões remotas da Amazônia Legal, “observados os princípios da sustentabilidade, da eficiência energética e da descarbonização, do respeito aos modos de vida locais e da preservação do bioma Amazônia”. A nova legislação estabelece regras para os atendimentos, entre elas a observância das normas ambientais aplicáveis. Também determina que os prestadores do serviço respeitem direitos, modos de vida e organização social das populações locais. Por fim, coloca como prioridade a busca por “soluções que contribuam para a redução da pobreza energética e das desigualdades regionais no meio rural e em regiões remotas da Amazônia Legal”. O prazo de execução do programa para áreas rurais foi ampliado até dezembro de 2028 (com encerramento financeiro até 2029). 17,9 milhões de pessoas atendidas Segundo o Planalto, desde 2003, ano de criação do Luz para Todos, cerca de 3,8 milhões de famílias foram beneficiadas em todo o país, o que representa um alcance aproximado de 17,9 milhões de pessoas. “Apesar dos avanços, levantamentos do Ministério de Minas e Energia indicam que ainda existem cerca de 238 mil famílias sem acesso à energia elétrica, sobretudo em áreas rurais e regiões remotas da Amazônia Legal”, informou a Casa Civil. De acordo com o Ministério de Minas e Energia, o programa conta com um orçamento de R$ 2,57 bilhões para 2026, destinado ao atendimento de até 122 mil novas famílias. Somados aos recursos já previstos, os investimentos totalizam R$ 6 bilhões neste ano.

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Agência Brasil Economia
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08.05.2026

Em 2025, Cerca de 18 milhões de família receberam auxílio do governo

Cerca de 18 milhões de famílias receberam dinheiro de algum programa do governo federal em 2025. Esse dado representa 22,7% dos mais de 79 milhões de domicílios do país. Em 2024, a proporção era maior, 23,6%. Já em 2019, último ano antes da pandemia de covid-19, 17,9% dos lares eram beneficiários de algum tipo de programa social.  Notícias relacionadas:Pnad Contínua mostra que 9,5 milhões faziam trabalho remoto em 2022.Essa diferença representa a inclusão de 5,5 milhões de famílias abrangidas por programas de ajuda em seis anos. As informações fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada nesta sexta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro. Leia mais em: Renda média das famílias chega a R$ 2.264 e é recorde em 2025 Rendimento dos mais ricos é 13,8 vezes maior que o dos mais pobres O IBGE considerou programas federais, como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que paga um salário mínimo por mês ao idoso com 65 anos ou mais ou à pessoa com deficiência de qualquer idade. Também foram incluídas ajudas assistenciais de estados e municípios. A pesquisa mostra que de 2019 para 2020, ano da pandemia, houve aumento no número de beneficiados, ao alcançar 22,2 milhões de famílias – 31,4% dos domicílios. Nos anos seguintes, houve redução, mas sempre em nível superior ao pré-pandemia. Veja a evolução dos números:   Ano     Família beneficiadas 2019 17,9% 2020 31,4% 2021 25% 2022 20,7% 2023 23% 2024 23,6% 2025 22,7% O analista do IBGE Gustavo Geaquinto Fontes explica que a redução na proporção de domicílios beneficiários dos programas sociais no último ano está relacionada ao mercado de trabalho aquecido. “O aumento da renda do trabalho pode impactar em menor necessidade de parte das pessoas para que tenha renda mínima e não estaria mais contemplada por programas sociais.” O especialista lembra que o nível de desemprego em 2025 foi o menor já registrado pela série histórica do IBGE, iniciada em 2012. Valor do rendimento De acordo com o levantamento, em 2025, o rendimento médio de programas sociais do governo era de R$ 870, pouco abaixo de 2024 (R$ 875). Já em relação a 2019 (R$ 508), o valor cresceu 71,3%, já descontada a inflação do período. O instituto observa que, em decorrência da pandemia, a partir de 2020, governos aumentaram a abrangência dos programas sociais.  Na esfera federal, o principal deles, o Bolsa Família – que na gestão anterior recebeu nomes como Auxílio Emergencial e Auxílio Brasil – serviu de ajuda para pessoas que não puderam trabalhar e chegou ao valor mínimo de R$ 600, válido até os dias atuais. Resultados O resultado da Pnad ajuda a perceber que os programas sociais estão focados em famílias com menores rendimentos, sejam de trabalho ou outras fontes, como aposentadorias, pensões e seguro-desemprego. Em 2025, o rendimento médio mensal por pessoa nos lares que recebiam algum tipo de ajuda era de R$ 886. Já nos domicílios não beneficiários, era mais que o triplo (R$ 2.787). Ao discriminar qual a fonte de rendimento, a pesquisa comprova que o Bolsa Família é o de maior abrangência. De todos os lares do país, 17,2% tinham o cartão do Bolsa Família. O número representa 13,6 milhões de casas. O critério inicial para uma pessoa ser beneficiária do Bolsa Família é ter renda mensal familiar de até R$ 218 por pessoa (valor que a família ganha por mês, dividido pelo número de pessoas). O benefício base é de R$ 600, que pode ser aumentado em casos de haver criança e grávida na família, por exemplo. O segundo programa social mais presente é o BPC, recebido por 5,3% dos domicílios. Outros programas sociais, incluindo os de estados e municípios, contemplaram 2,4% das famílias brasileiras. Regiões A presença de algum tipo de benefício reflete a desigualdade de renda regional. No Nordeste, 39,8% das famílias recebiam dinheiro de programa social. Isso representa quatro em cada dez. No Norte, eram 38,8%. Já no Sul, eram apenas 10,8% dos domicílios. Em seguida aparecem o Sudeste (14,8%) e o Centro-Oeste (17%). Em relação ao Bolsa Família, alguns estados do Norte e do Nordeste têm quase metade dos domicílios abrangidos pelo programa. Já o maior estado do país, São Paulo, e a região Sul são os que têm menor proporção de famílias beneficiárias.

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Agência Brasil Economia
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08.05.2026

Em 2025, cerca de 18 milhões de família receberam auxílio do governo

Cerca de 18 milhões de famílias receberam dinheiro de algum programa do governo federal em 2025. Esse dado representa . Em 2024, a proporção era maior, 23,6%. Já em 2019, último ano antes da pandemia de covid-19, 17,9% dos lares eram beneficiários de algum tipo de programa social.  Notícias relacionadas:Renda média das famílias chega a R$ 2.264 e é recorde em 2025.Rendimento dos mais ricos é 13,8 vezes maior que o dos mais pobres.Essa diferença representa a inclusão de 5,5 milhões de famílias abrangidas por programas de ajuda em seis anos. As informações fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada nesta sexta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro. Leia mais em: Renda média das famílias chega a R$ 2.264 e é recorde em 2025 Rendimento dos mais ricos é 13,8 vezes maior que o dos mais pobres O IBGE considerou programas federais, como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que paga um salário mínimo por mês ao idoso com 65 anos ou mais ou à pessoa com deficiência de qualquer idade. Também foram incluídas ajudas assistenciais de estados e municípios. A pesquisa mostra que de 2019 para 2020, ano da pandemia, houve aumento no número de beneficiados, ao alcançar 22,2 milhões de famílias – 31,4% dos domicílios. Nos anos seguintes, houve redução, mas sempre em nível superior ao pré-pandemia. Veja a evolução dos números:   Ano     Família beneficiadas 2019 17,9% 2020 31,4% 2021 25% 2022 20,7% 2023 23% 2024 23,6% 2025 22,7% O analista do IBGE Gustavo Geaquinto Fontes explica que a redução na proporção de domicílios beneficiários dos programas sociais no último ano está relacionada ao mercado de trabalho aquecido. “O aumento da renda do trabalho pode impactar em menor necessidade de parte das pessoas para que tenha renda mínima e não estaria mais contemplada por programas sociais.” O especialista lembra que o nível de desemprego em 2025 foi o menor já registrado pela série histórica do IBGE, iniciada em 2012. Valor do rendimento De acordo com o levantamento, em 2025, o rendimento médio de programas sociais do governo era de R$ 870, pouco abaixo de 2024 (R$ 875). Já em relação a 2019 (R$ 508), o valor cresceu 71,3%, já descontada a inflação do período. O instituto observa que, em decorrência da pandemia, a partir de 2020, governos aumentaram a abrangência dos programas sociais.  Na esfera federal, o principal deles, o Bolsa Família – que na gestão anterior recebeu nomes como Auxílio Emergencial e Auxílio Brasil – serviu de ajuda para pessoas que não puderam trabalhar e chegou ao valor mínimo de R$ 600, válido até os dias atuais. Resultados O resultado da Pnad ajuda a perceber que os programas sociais estão focados em famílias com menores rendimentos, sejam de trabalho ou outras fontes, como aposentadorias, pensões e seguro-desemprego. Em 2025, o rendimento médio mensal por pessoa nos lares que recebiam algum tipo de ajuda era de R$ 886. Já nos domicílios não beneficiários, era mais que o triplo (R$ 2.787). Ao discriminar qual a fonte de rendimento, a pesquisa comprova que o Bolsa Família é o de maior abrangência. De todos os lares do país, 17,2% tinham o cartão do Bolsa Família. O número representa 13,6 milhões de casas. O critério inicial para uma pessoa ser beneficiária do Bolsa Família é ter renda mensal familiar de até R$ 218 por pessoa (valor que a família ganha por mês, dividido pelo número de pessoas). O benefício base é de R$ 600, que pode ser aumentado em casos de haver criança e grávida na família, por exemplo. O segundo programa social mais presente é o BPC, recebido por 5,3% dos domicílios. Outros programas sociais, incluindo os de estados e municípios, contemplaram 2,4% das famílias brasileiras. Regiões A presença de algum tipo de benefício reflete a desigualdade de renda regional. No Nordeste, 39,8% das famílias recebiam dinheiro de programa social. Isso representa quatro em cada dez. No Norte, eram 38,8%. Já no Sul, eram apenas 10,8% dos domicílios. Em seguida aparecem o Sudeste (14,8%) e o Centro-Oeste (17%). Em relação ao Bolsa Família, alguns estados do Norte e do Nordeste têm quase metade dos domicílios abrangidos pelo programa. Já o maior estado do país, São Paulo, e a região Sul são os que têm menor proporção de famílias beneficiárias.

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Agência Brasil Economia
INSS antecipa décimo terceiro para 23,3 milhões de beneficiários a partir desta sexta-feira
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24.04.2026KI-Zusammenfassung

INSS antecipa décimo terceiro para 23,3 milhões de beneficiários a partir desta sexta-feira

O INSS começa a pagar nesta sexta-feira (24) a primeira parcela do décimo terceiro antecipado para 23,3 milhões de beneficiários que recebem até um salário mínimo. O pagamento injetará R$ 78,2 bilhões na economia. Os 11,9 milhões que ganham acima do mínimo receberão a partir de 2 de maio. O decreto foi assinado pelo presidente Lula no fim de março, sendo o sétimo ano seguido de antecipação.

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Agência Brasil Economia