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Coffee Lab adota escala 4x3 e fatura 35% mais em um ano
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Business·01.05.2026KI-Zusammenfassung

Coffee Lab adota escala 4x3 e fatura 35% mais em um ano

A Coffe Lab, escola de baristas e gestão de cafeterias fundada em 2004 em São Paulo, adotou a escala 4x3 (quatro dias de trabalho por três de folga) em julho de 2025 e registrou crescimento de 35% no faturamento anual, enquanto o setor de alimentação caiu 22%. A empresa, com duas unidades e mais de 30 funcionários, reduziu a jornada de 44 para 40 horas semanais e viu a rotatividade de funcionários cair para apenas 8%.

A
Agência Brasil Economia
Morre Moncho Monsalve, ex-técnico da seleção brasileira de basquete
Sport
28.04.2026

Morre Moncho Monsalve, ex-técnico da seleção brasileira de basquete

Ex-técnico da seleção brasileira e referência do basquete espanhol, Moncho Monsalve morreu nesta terça-feira (28), aos 81 anos. Sob comando dele, a seleção masculina conquistou a Copa América de 2009, assegurando vaga no Mundial do ano seguinte. Na época, o time era repleto de talentos como Anderson Varejão, Leandrinho Barbosa, Marcelinho Huertas, Marcelinho Machado e Tiago Splitter, que atualmente treina o Portland Trail Blazers, da NBA.  O basquete brasileiro lamenta a partida de Moncho Monsalve, lenda do basquete espanhol e técnico da Seleção Brasileira masculina entre 2008 e 2010. No momento em que nos solidarizamos com familiares e amigos, destacamos a trajetória incrível de Moncho, campeão da Copa América… pic.twitter.com/qW8BRzLHep — Basquete Brasil - CBB (@basquetebrasil) April 28, 2026 Notícias relacionadas:Militão passa por cirurgia e desfalcará seleção na Copa do Mundo.Human Rights Watch pede à Fifa que promova uma "trégua do ICE" na Copa.Brasil domina etapa da Copa do Mundo de boxe com 4 ouros e 5 pratas.Em 2004, Monsalve entrou no Hall da Fama da Federação Espanhola de Basquete. Antes de abraçar a carreira de treinador, Monsalve se destacou nas quadras como jogador. O ápice da trajetória foi no Real Madrid: durante quatro temporadas – de 1963 a 1967 – faturou nove títulos (três Copas da Europa, três Ligas e três Copas da Espanha. Em comunicado oficial, o clube madrileno manifestou pesar pela morte do ex-atleta. "O Real Madrid CF, seu presidente e sua Diretoria lamentam profundamente o falecimento de Moncho Monsalve, uma das grandes lendas do Real Madrid e do basquete espanhol", afirmou a nota. La FEB muestra sus condolencias por el fallecimiento de Moncho Monsalve. 👉 61 partidos con #LaFamilia 👉 Miembro del #HoFBaloncestoEspaña por su labor como entrenador 📝 Más INFO ⬇️https://t.co/fxIvngmLTl#SomosEquipo pic.twitter.com/DIcQiz7csn — Baloncesto España (@BaloncestoESP) April 28, 2026 Monsalve também defendeu a seleção espanhola, vice-campeã dos Jogos do Mediterrâneo de 1963. Em 1971, aos 26 anos, ele encerrou precocemente a trajetória de atleta, após uma severa lesão no joelho. Após a aposentadoria, o treinador esteve à frente de clubes espanhóis (Barcelona, Zaragoza, Múrcia e Málaga). Além da seleção brasileira, também as seleções de Marrocos e República Dominicana. 

A
Agência Brasil Esportes
Projeto que Oscar Schmidt viabilizou vence torneio escolar nacional
Sport
19.04.2026

Projeto que Oscar Schmidt viabilizou vence torneio escolar nacional

A dois minutos de entrar em quadra, a equipe do Porãbask ficou emocionada e em silêncio na noite desta sexta-feira (17). Na final do basquete masculino dos Jogos Escolares Brasileiros (Jebs), na categoria sub-18, em Brasília, os rapazes da cidade de Ponta Porã (MS), representando Mato Grosso do Sul, souberam da morte do ex-jogador Oscar Schmidt. Para eles, o Mão Santa significa mais que um ídolo esportivo. Oscar, para os jovens e para o treinador Hugo Costa, de 59 anos, é bem mais do que uma imagem na TV ou no computador. Foi o atleta que viabilizou, há 19 anos, o projeto social, que deixou de ter uma estrutura improvisada, ganhou um ginásio e voou longe. As emoções da final contra o time que representava São Paulo e a notícia triste da morte do ídolo misturaram-se em quadra.  Notícias relacionadas:Família se despede de Oscar em cerimônia reservada de cremação.Oscar "uniu o país em torno das quadras", diz Lula .Familiares destacam exemplos de Oscar Schmidt.Porém, muitos outros sentimentos ainda estariam guardados com a vitória, por 74 a 63, e a subida inédita no lugar mais alto do pódio. O treinador Hugo Costa estava com os olhos molhados de emoção. Foi ele que criou, em 2004, o projeto social com o nome de “Meninos do Terrão”. Isso porque a quadra era improvisada no Jardim Ivone, na periferia da cidade.   A equipe do Porãbask, campeã da série Ouro no Campeonato de Basquete - Foto Valter Campanato/Agência Brasil Do terrão ao ginásio Em 2007, Oscar fez palestras na cidade, conheceu e se aproximou do projeto. Hugo Costa, que era fã do Mão Santa, de repente passou a chamá-lo de amigo. Passou a receber dele incentivo permanente para que o terrão virasse uma quadra com estrutura e fosse coberta. Oscar pedia recursos para o projeto em todas as palestras que fazia. “A gente comprou o terreno e ele ajudou a construir o ginásio. Inclusive, o ginásio leva o nome dele”. O treinador lamentou a coincidência de ser campeão no dia da morte do seu maior incentivador. “Nós disputamos mais de 20 jogos escolares. Sempre chegamos perto. Foi a primeira vez que fomos campeões. Que seja uma homenagem a ele”. A vitória fará com que a equipe de Ponta Porã vá mais longe. O time vai representar o Brasil no Mundial Escolar de Basquete, na cidade de Zlatibor, na Sérvia. Os jogos vão ocorrer de 13 as 22 de junho.  Oscar Schmidt e o professor de basquete Hugo Costa, de Ponta Porã (MS) - PorãBask/Instagram Periferia Oscar, segundo o treinador, deixou a ele o aprendizado de ser obstinado para chegar ao objetivo. “Muita gente pensa que basquete não seria para pobre. Nem para periferia. O Oscar ensinou para a gente que é possível fazer basquete em qualquer lugar”. E mais do que formar jogadores, o objetivo do projeto tem sido alcançado: formar pessoas. “São homens formados em educação física, em medicina… várias profissões. Eu tenho contato com todos até hoje”.  Ele explica que a presença do clube na comunidade mudou a face do lugar. Transformou em referência esportiva. “Acho que o papel do profissional de educação física é este: educar a criança por meio do esporte para que seja responsável e disciplinada. O esporte pode ensinar isso”, afirma. No pódio Ao subir no pódio, lembrou dos treinos, do tempo longe da família e do seu papel de educador. “Eu disse aos meninos que eles nunca mais vão esquecer esse momento. Vão passar aos filhos deles”. Antes de pensar em filhos, o que o estudante Rafael Cardozo, de 17 anos, pensou ao subir no pódio foi na mãe, que cria sozinha ele e o irmão mais novo. Tão logo houve o apito final, conseguiu avisá-la. “Tenho que agradecê-la por tudo”. Abraçou também o professor. Atleta Rafael Cardoso, da Escola Estadual Professor Adir Teixeira de Oliveira, campeã da série ouro do Campeonato de Basquete - Foto Valter Campanato/Agência Brasil Ele está no terceiro ano do ensino médio e pensa em fazer faculdade de gestão hospitalar. O basquete também está nos planos como diversão. “Quero chegar lá no topo. E é preciso trabalhar pra chegar lá”, diz. A morte de Oscar mexeu com o jovem. “Sabemos como ele era importante para o Brasil e para o nosso projeto”. Também estava tocado com a ocasião o cestinha da partida, o pivô Samuel Menezes, de 17 anos, (com 30 pontos no jogo). Ele está no terceiro ano do ensino médio e quer chegar ao curso superior de educação física. “Quero ficar no esporte”. Cestinha No pódio, lembrou dos treinos diários e no esforço dele e dos colegas. Abraçou amigo por amigo já com a medalha no peito. Ligou para a mãe, que é dona de casa, e para o pai, que é ourives. O rapaz recordou da notícia da morte do ídolo e que costuma assistir aos jogos antigos de Oscar pela internet. Atleta Samuel Meneses, da equipe do Porãbask, foi o cestinha da partida que deu o título ao time - Fot Valter Campanato/Agência Brasil “Só temos a agradecer a ele. Hoje eu fui o Mão Santa do meu time”, sorriu. Depois da vitória, a quadra estava tomada por sorrisos e outras emoções. Nada de silêncio.

A
Agência Brasil Esportes