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Faixa de Gaza

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Itamaraty emite alerta consular para brasileiros evitarem viagens ao Oriente Médio
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Politik·gesternKI-Zusammenfassung

Itamaraty emite alerta consular para brasileiros evitarem viagens ao Oriente Médio

Diante da escalada do conflito no Oriente Médio, o Itamaraty emitiu um alerta consular, recomendando que brasileiros não viajem para Irã, Israel, sul do Líbano, Palestina e Iêmen, e evitem viagens não essenciais a outros nove países da região. A nota também orienta brasileiros já no exterior a seguir recomendações de segurança locais e verificar documentos.

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Agência Brasil Internacional
3 Min. Lesezeit
Meloni acusa Trump de inventar história sobre pedido de foto na cúpula do G7
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Politik·19.6.2026KI-Zusammenfassung

Meloni acusa Trump de inventar história sobre pedido de foto na cúpula do G7

A primeira-ministra italiana Giorgia Meloni acusou Donald Trump de inventar uma história de que ela o implorou para tirar uma foto durante a cúpula do G7. Trump afirmou que Meloni desejava muito a foto; Meloni rebateu dizendo que as declarações são completamente inventadas. Tajani cancelou uma visita aos EUA, agravando a tensão entre Roma e Washington.

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G1
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Irã Restabelece Acesso à Internet Após Restrições de 87 Dias
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Welt·25.5.2026KI-Zusammenfassung

Irã Restabelece Acesso à Internet Após Restrições de 87 Dias

O Irã anunciou o restabelecimento do acesso à internet internacional após 87 dias de restrições impostas desde o fim de fevereiro, alegando motivos de segurança. A decisão foi aprovada por um órgão subordinado à vice-presidência e submetida ao presidente. Paralelamente, Donald Trump afirmou que negociações com o Irã e a adesão aos Acordos de Abraão estão progredindo.

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G1
3 Min. Lesezeit
Países condenam ataque israelense à flotilha humanitária Global Sumud; quatro brasileiros sequestrados
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Welt·1.5.2026KI-Zusammenfassung

Países condenam ataque israelense à flotilha humanitária Global Sumud; quatro brasileiros sequestrados

Brasil, Turquía, Bangladesh, Colômbia, Jordânia, Líbia, Malásia, Maldivas, Mauritânia, Paquistão, África do Sul e Espanha condenaram o ataque israelense à flotilha humanitária Global Sumud. Quatro brasileiros integram a delegação sequestrada em águas internacionais próximas à Ilha de Creta, quando navegavam em direção à Faixa de Gaza. Os países exigem a libertação imediata dos ativistas e afirmam que os ataques constituem violações do direito internacional.

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Agência Brasil Internacional
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Quatro brasileiros são sequestrados por Israel em águas internacionais próximo a Creta
Dringend
Politik·30.4.2026KI-Zusammenfassung

Quatro brasileiros são sequestrados por Israel em águas internacionais próximo a Creta

Quatro brasileiros foram sequestrados por forças israelenses em águas internacionais próximo à Ilha de Creta, na Grécia, enquanto participavam de missão humanitária da Global Sumud Flotilla rumo à Faixa de Gaza. Os navios haviam partido de Catania, na Itália, em 26 de abril, e foram interceptados na noite de 29 de abril. O grupo denuncia a ação como pirataria e captura ilegal de seres humanos.

A
Agência Brasil Internacional
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Brasileira e marido libanês morrem em ataque israelense no sul do Líbano; filho de 11 anos também morreu
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Welt·28.4.2026KI-Zusammenfassung

Brasileira e marido libanês morrem em ataque israelense no sul do Líbano; filho de 11 anos também morreu

Uma brasileira e seu marido libanês foram mortos em ataque israelense no sul do Líbano no último domingo (26), junto com um de seus dois filhos de 11 anos. A família havia vivido 12 anos no Brasil, em Foz do Iguaçu (PR), e retornado ao Líbano buscando uma vida mais estável. O outro filho do casal sobreviveu e foi hospitalizado. O Ministério das Relações Exteriores do Brasil confirmou a morte. O Líbano registra mais de 2.500 vítimas dos ataques israelenses, a maioria civis.

A
Agência Brasil Internacional
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Família brasileiro-libanesa é assassinada por bombardeio de Israel no Sul do Líbano
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Welt·28.4.2026KI-Zusammenfassung

Família brasileiro-libanesa é assassinada por bombardeio de Israel no Sul do Líbano

Uma família brasileiro-libanesa foi morta em bombardeio israelense em Bint Jbel, no Sul do Líbano. Morreram a brasileira Manal Jaafar (47 anos), o filho Ali Ghassan Nader (11 anos) e o marido libanês Ghassan Nader (57 anos). A família havia fugido no início do conflito em março e voltou após o cessar-fogo de 16 de abril para pegar pertences. O ataque occurred no domingo (26), quando eles chegavam à residência. Outro filho de 21 anos ficou ferido mas recebeu alta. O Brasil condenou os ataques durante a vigência do cessar-fogo.

A
Agência Brasil Internacional
4 Min. Lesezeit
Palestinos votam em eleições locais em Gaza pela primeira vez em duas décadas
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Politik·25.4.2026KI-Zusammenfassung

Palestinos votam em eleições locais em Gaza pela primeira vez em duas décadas

Palestinos votaram neste sábado em eleições locais que, pela primeira vez em duas décadas, incluíram a Faixa de Gaza. A votação em Deir al-Balah teve baixa participação de 22,7%, enquanto na Cisjordânia atingiu 53,44%. Analistas atribuem o resultado à crise humanitária em Gaza e ao boicote de facções como o Hamas, que não apresentou candidatos formalmente. A Autoridade Palestina espera que a inclusão de Gaza reforce sua reivindicação de autoridade sobre o território, enquanto Israel busca destruir qualquer perspectiva de Estado palestino.

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Agência Brasil Internacional
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Lula e Merz criticam guerra no Oriente Médio e ameaças contra Cuba
Welt
20.4.2026

Lula e Merz criticam guerra no Oriente Médio e ameaças contra Cuba

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu-se, nesta segunda-feira (20), em Hannover, na Alemanha, com o chanceler federal do país, Friedrich Merz. Esta é a terceira vez que eles se encontram, desde 2023. Além da visita oficial ao país europeu, Lula discursou na abertura da maior feira industrial do mundo, a Hannover Messe, que este ano destaca o Brasil. Ele também participou de um encontro com empresários brasileiros e alemães, em que destacou as oportunidades no setor de biocombustíveis. Após a reunião bilateral, em que os dois líderes assinaram acordos de cooperação em diversas áreas, Lula e Merz concederam uma entrevista à imprensa e comentaram a situação de incerteza global em meio a guerra no Oriente Médio. Também abordaram outras ameaças em curso, como a possibilidade dos Estados Unidos deflagrarem uma intervenção militar em Cuba, com base em ameaças reiteradas do presidente norte-americano Donald Trump. Notícias relacionadas:Israel reforça controle sobre o sul do Líbano .Na Alemanha, Lula defende pioneirismo de biocombustíveis brasileiros.Brasil e Espanha assinam acordos sobre big techs e tecnologia digital.Lula voltou a dizer que o atual conflito no Oriente Médio não tem justificativa e criticou o que chamou de uma omissão da própria Organização das Nações Unidas (ONU) em fomentar soluções diplomáticas que interrompam a situação de instabilidade global. "A prevalência das forças sobre o direito é a mais grave ameaça à paz e à segurança internacional. Estamos profundamente preocupados com os riscos da retomada do conflito no Irã e da escalada no Líbano. A sobrevivência do Estado Palestino e do seu povo segue ameaçada", afirmou. O presidente brasileiro também citou o conflito na Ucrânia, onde "a almejada paz permanece cada vez mais distante". "Entre a ação dos que provocam guerra e a omissão dos que preferem se calar, a ONU está mais uma vez paralisada. Brasil e Alemanha defendem há décadas uma reforma que recupere a legitimidade do Conselho de Segurança", pontuou o presidente brasileiro. Questionado por jornalistas, o chanceler alemão afirmou ter pedido uma reunião extraordinária nas Nações Unidas para conversar sobre medias a serem propostas. Ele lamentou o fato do Estreito de Ormuz, no Irã, ter sido fechado novamente e ressaltou as implicações econômicas para a guerra que vão muito além do Oriente Médio. "A reabertura do Estreito de Ormuz tinha sido anunciada e feita, e depois fecharam de novo. Por isso, os preços [do petróleo] aumentaram de novo. Nosso apelo vai para o Irã, de cessar-fogo. Nosso apelo vai também para os EUA para que procurem soluções diplomáticas. As implicações e consequências da guerra não atingem apenas o Oriente Médio, mas pode levar a uma desestabilização política", afirmou Friedrich Merz. Segundo o chefe do governo alemão, a estabilidade energética mundial tem que como pré-requisito o fim imediato do conflito. Cuba  Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante Declaração conjunta à imprensa. Palácio de Herrenhause, Alemanha. Foto: Ricardo Stuckert / PR - Ricardo Stuckert / PR Sobre Cuba, Friedrich Merz afirmou que o país não vê nenhuma base legal para qualquer intervenção no país caribenho. "Não vemos que exista algum tipo de perigo para países terceiros, então não sei porque seria necessário haver uma intervenção", disse o chanceler alemão que, novamente, apelou por soluções diplomáticas. "Poder se defender não quer dizer poder interferir em outros países que tem sistemas políticos que não nos agradam", acrescentou. Já Lula reafirmou sua posição contrária a intervenções unilaterais seja em Cuba ou em outras regiões como Venezuela, Ucrânia, Irã e Faixa de Gaza. "Sou contra a falta de respeito à integridade territorial das nações. Eu sou contra qualquer país do mundo se meter a ter ingerência política sobre como uma sociedade deve se organizar ou não", disse o presidente Lula. Ele também criticou o bloqueio econômico imposto pelos EUA a Cuba há quase 70 anos. "Se a gente continuar a acreditar que deve prevalecer a lei do mais forte, isso já aconteceu outras vezes no mundo e não deu certo", completou. Acordo Mercosul-UE Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante Declaração conjunta à imprensa. Palácio de Herrenhause, Alemanha. Foto: Ricardo Stuckert / PR - Ricardo Stuckert / PR Na declaração à imprensa, os dois líderes celebraram a aprovação do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, que entrará em vigor, de forma provisória, a partir de maio.  "O Brasil foi e é um grande defensor do acordo UE-Mercosul. Fizemos parte daquele grupo que realmente insistiu que aquele acordo entrasse em vigor, então foi êxito em comum. E, entrando em vigor, vai fomentar cada vez mais nossa cooperação na área de tecnologia, inteligência artificial, economia circular, agricultura, energia", destacou o chanceler alemão. Para Lula, a entrada em vigor do acordo no mês que vem abre espaço para uma parceria abrangente, que vai muito além do livre comércio. "Estamos falando de um modelo de cooperação que valoriza e protege os trabalhadores, os direitos humanos e o meio ambiente", disse. O presidente brasileiro, no entanto, criticou medidas europeias de impor, segundo ele, mecanismos unilaterais de cálculo de carbono que desconsidera o baixo nível de emissões do processo produtivo brasileiro baseado em fontes renováveis. "Um acordo só se sustenta se há equilíbrio nas concessões feitas de parte a parte. Uma série de medidas adotas pela União Europeia ameaçam, no entanto, desnivelar os pratos dessa balança. É legítimo impulsionar políticas de descarbonização, preservação ambiental e desenvolvimento industrial, mas não é correto adotar métricas que não são fidedignas à realidade nem compatíveis com regras multilaterais", argumentou. Acordos assinados Em sua declaração a jornalistas, Lula afirmou que os governos de Brasil e Alemanha assinaram acordos de cooperação nas áreas de defesa, inteligência artificial, tecnologias quânticas, infraestrutura, economia circular, eficiência energética, bioeconomia e pesquisa oceânica e climática. Terceira maior economia mundial, a Alemanha figura atualmente como o quarto principal parceiro comercial do Brasil, com intercâmbio de cerca US$ 21 bilhões em trocas de bens e serviços entre os dois países, segundo números de 2025. É um dos maiores investidores diretos no Brasil, com estoque de mais de US$ 40 bilhões. Minerais críticos e biocombustíveis Friedrich Merz também manifestou o interesse da Alemanha em explorar o setor de minerais críticos, elementos essenciais para tecnologias modernas, defesa e transição energética (baterias, painéis solares, turbinas), cuja oferta enfrenta riscos de escassez ou dependência de poucos fornecedores. O Brasil está entre as maiores reservas dessas matérias-primas no planeta. "Estamos aprofundando nossa relação na área de matéria-prima crítica e isso e uma base central para desenvolvermos as tecnologias do futuro", disse o alemão. Sobre esse tema, Lula reforçou a posição brasileira de não ser apenas um fornecedor do mineral, mas sim um desenvolvedor de tecnologia. "Nossas reservas também nos tornam atores incontornáveis no debate sobre minerais críticos. Queremos atrair cadeias de processamento para o território brasileiro, sem fazer exportações excludentes. A colaboração em setores intensivos em tecnologia é uma prioridade para um país que não quer se limitar a ser um mero exportador de commodities". Ambos os líderes também destacaram o potencial de parceria na área de biocombustíveis, inclusive como ferramenta de descarbonização do setor de transportes. "Não existe segurança energética sem diversificação. A recente alta nos preços do petróleo mostra que está mais do que na hora da Europa superar sua resistência ideológica aos biocombustíveis. Eles são uma opção barata, confiável e eficiente para descarbonizar o setor de transporte. Com o conhecimento acumulado ao longo de cinco décadas, o Brasil é capaz de produzir etanol e biodiesel sem comprometer a produção de alimentos e as áreas de florestas", afirmou Lula. Na mesma linha, Friedrich Merz defendeu investimentos na adoção de combustíveis renováveis como forma de diversificar as fontes.   "Tem um caminhão no stand da feira [de Hannover] movido a biocombustível. Sabemos que, no Brasil, essa tecnologia avançou muito e demonstra que nós podemos aprender com o Brasil também", disse.

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Agência Brasil Internacional