
Rua em Belo Horizonte é nomeada em homenagem a Henry Borel, menino morto por padrasto
Uma rua no bairro Rio Branco, em Belo Horizonte, passará a se chamar Henry Borel, em homenagem ao menino de 4 anos morto pelo padrasto no Rio de Janeiro em 2021.

Uma rua no bairro Rio Branco, em Belo Horizonte, passará a se chamar Henry Borel, em homenagem ao menino de 4 anos morto pelo padrasto no Rio de Janeiro em 2021.

Um pai foi preso em Francisco Beltrão (PR) após ser filmado chutando a filha de três anos. A legislação brasileira proíbe castigos físicos contra crianças, considerando-os crime de lesão corporal no contexto de violência doméstica.

A Corregedoria da Polícia Militar abriu investigação para apurar conduta de sargento responsável por fuzil achado no carro do ex-prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella. Canella foi preso em flagrante por porte ilegal de arma e alegou que o fuzil pertencia a um policial de sua equipe de segurança.

Prefeito de Viamão (RS) admite falha do município no caso de missionário americano que espancou filho de 3 anos. Criança está em estado gravíssimo. Pai confessou agressões por não ouvir "bom dia".

Missionário americano de 33 anos foi preso preventivamente após confessar espancar o filho de 3 anos em Viamão (RS). O menino está em estado gravíssimo na UTI. O pai alegou que agrediu a criança porque ela não lhe deu "bom dia". A polícia investiga violência familiar continuada.

Um missionário americano de 33 anos foi preso preventivamente no RS após confessar ter espancado o filho de 3 anos. O menino está em estado gravíssimo na UTI. O pai alegou que agrediu a criança porque ela não lhe deu "bom dia".

Um norte-americano foi preso no Rio Grande do Sul após agredir violentamente o filho de 3 anos por ele não ter dito 'bom dia'. O menino está em estado gravíssimo na UTI. O homem confessou ter batido na criança e a jogado contra o chão. A polícia investiga o caso como tentativa de homicídio duplamente qualificado e violência familiar continuada.

Um celular foi encontrado com um preso na cela 11 do presídio Bangu 9, no Complexo de Gericinó, Zona Oeste do Rio. A Corregedoria da Seapen vai instaurar processo disciplinar para apurar o caso.

Um homem, Bruno Dos Santos Rodrigues, foi preso no Méier, Zona Norte do Rio, acusado de torturar seu enteado de 4 anos. A prisão ocorreu após a diretora da escola notar machucados na criança e denunciar o caso. O menino relatou as agressões e exames confirmaram lesões.

Mãe e padrasto de bebê de 1 ano vão a júri popular em Fortaleza pela morte da criança. O menino foi internado com fratura no crânio e hematomas, morrendo três dias depois. Padrasto admitiu agressões, e MP denunciou o casal por homicídio qualificado.

Jurist Silvia Pimentel criticizes the judicial pardon granted to Monique Medeiros, convicted in the death of her son Henry Borel. Pimentel argues the pardon is legally unfounded and detrimental to feminism, contrasting it with the conviction of the stepfather.

Jairinho foi condenado a 43 anos e 9 meses por tortura e homicídio de Henry Borel, enquanto a mãe do menino, Monique, recebeu perdão judicial por omissão e homicídio culposo.

Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, foi solta após a Justiça do Rio conceder perdão judicial. Ela foi condenada por omissão em tortura, com pena de 1 ano e 4 meses em regime aberto. O padrasto, Dr. Jairinho, foi condenado a mais de 43 anos.

Jairinho foi condenado a 43 anos e 9 meses de prisão pelo assassinato e tortura de Henry Borel. O pai de Henry, Leniel Borel, expressou alívio com a decisão. Em outra notícia, o ministro Mauro Vieira afirmou que os argumentos dos EUA para aplicar tarifas não são legítimos.

Juíza Elizabeth Machado Louro concedeu perdão judicial a Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, absolvendo-a da pena por homicídio culposo e omissão. O padrasto, Jairinho, foi condenado a 44 anos. O MP recorrerá da decisão.

Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, recebeu perdão judicial em julgamento. Seu ex-companheiro, o ex-vereador Jairinho, foi condenado a 43 anos, 9 meses e 20 dias de reclusão. A juíza Elizabeth Machado Louro presidiu a sessão.

Monique Medeiros recebeu perdão judicial por homicídio culposo de Henry Borel e pena por omissão. Acusação e defesa de Jairinho prometem recorrer da decisão, que o pai de Henry chamou de "terceira morte" do filho.

Júri condena ex-vereador Jairinho por homicídio qualificado e tortura de Henry Borel. Mãe do menino, Monique, é condenada por omissão e negligência. Acusação de homicídio contra ela foi desclassificada.

Vídeo chocante exibido em tribunal mostra Henry morto e acusa a mãe, Monique Medeiros, de acobertar torturas infligidas pelo padrasto, Jairinho. A promotoria argumenta que Monique sabia das agressões e só mudou sua versão após a prisão.

A defesa de Jairinho argumenta que não há provas de tortura contra Henry Borel, contestando a narrativa da acusação e questionando testemunhas. O promotor o chama de "psicopata severo" e Monique de "narcisista".

Promotor define Jairinho como 'psicopata severo' e Monique Medeiros como tendo 'traços de narcisismo' no 10º dia do júri da morte de Henry Borel. Acusação e defesa apresentam teses aos jurados.

Promotor afirma que Monique ignorou gritos de socorro do filho Henry Borel. Acusação e defesa apresentam teses no Tribunal do Júri. Monique e Jairinho são acusados da morte do menino.

O julgamento de Monique Medeiros e Jairinho pelo caso Henry Borel entra em sua fase final de debates, com expectativa de sentença nesta quarta-feira. Após interrogatório dos réus e 22 testemunhas, acusação e defesa apresentarão seus argumentos, que podem durar até 9 horas.

Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, acusou o ex-vereador Jairinho de ser o autor da morte do filho. Ela relatou episódios de agressão e controle, e disse acreditar ter sido dopada por ele. Jairinho também iniciou seu depoimento.