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Yago Dora vence etapa de Saquarema da Liga Mundial de Surfe
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Yago Dora vence etapa de Saquarema da Liga Mundial de Surfe

O surfista paranaense Yago Dora, atual campeão da WSL, conquistou sua primeira vitória na temporada ao vencer a etapa de Saquarema (RJ) do circuito internacional de surfe, superando o italiano Leonardo Fioravanti na final. Com a vitória, Dora subiu para o terceiro lugar no ranking, enquanto Fioravanti assumiu a liderança geral. A etapa feminina foi vencida pela norte-americana Sawyer Lindblad.

A
Agência Brasil Esportes
Sport
09.05.2026

Isaquias Queiroz é prata na Copa do Mundo de Canoagem na Hungria

Isaquias Queiroz foi o segundo melhor na final do C1 500m na Copa do Mundo de canoagem, em Szeged (Hungria). A prova foi disputada na manhã deste sábado (horário de Brasília). Dono de circo medalhas olímpicas, o brasileiro liderou boa parte da prova e só foi superado no final pelo chinês Bowen JI. O baiano completou a distância em 1min44s73. O chinês cravou o tempo de 1min44s43. Notícias relacionadas:Copa terá cerimônias de abertura separados no México, Canadá e EUA.Sarah Souza é bronze em 1º dia do Grand Slam de judô no Cazaquistão.Reconhecidas por Lei da Copa, pioneiras seguem formando novas gerações.Outro brasileiro, Gabriel Nascimento, ficou na 7 ª colocação. Essa é a abertura do Circuito Mundial da modalidade e é a primeira contando para a classificação para as Olimpíadas de Los Angeles 2028. A temporada de 2026 prevê mais duas etapas da Copa do Mundo e o Campeonato Mundial.  

A
Agência Brasil Esportes
Sport
08.05.2026

Reconhecimento a pioneiras da seleção feminina é "resgate" e "legado"

Há mais de duas décadas, Márcia Honório da Silva constrói o futuro do futebol brasileiro com a mesma garra que demonstrou em cerca de 20 anos de carreira nos gramados. Quando pendurou as chuteiras, passou a trabalhar nas categorias de base do futsal do Juventus, tradicional clube paulistano. Entre os nomes que ajudou a revelar, inicialmente, no salão, estão o volante Nonato (Fluminense) e o meia Rodrigo Nestor (Bahia). Atualmente Marcinha - como a ex-jogadora é conhecida - coordena equipes de futsal, com crianças de sete a 10 anos, na Sociedade Esportiva e Recreativa de Caieiras (SP), cidade onde nasceu há 63 anos. Uma dessas crianças já foi Matheus Bidu, hoje lateral-esquerdo do Corinthians. Os times são predominantemente masculinos. Mas no sub-7, uma garota joga em meio aos meninos. Notícias relacionadas:Aprovada na Câmara, lei da Copa Feminina reconhece atletas pioneiras.Mostra traz a luta da mulher no futebol e a história da Copa feminina.Caravana roda o país com ex-atletas do futebol feminino."Na minha época, isso não podia", recordou a ex-jogadora, à Agência Brasil. Márcia Honório fez parte da primeira seleção brasileira de mulheres, que foi terceira colocada no Torneio Experimental da Federação Internacional de Futebol (Fifa), em 1988, na China. O evento reuniu 12 países e serviu de base para criação da edição inaugural da Copa do Mundo Feminina, três anos depois, no mesmo local. "Eu vivi o começo de tudo, quando não tínhamos nada, além da vontade. Eu falo para eles [crianças] que, hoje, existe estrutura, visibilidade, mas o que faz um campeão ainda é o mesmo que a gente tinha lá atrás. É coração, é respeito pela história, é a disciplina de querer sempre ser o melhor", disse Marcinha. Após aposentar as chuteiras, Marcinha se dedicou à equipes de base do futsal. Na foto ela aparece ao lado do ex-aluno Matheus Bidu, hoje lateral-esquerdo do Corinthians - Acervo Pessoal/Márcia Honório Pioneiras como ela, que enfrentaram falta de apoio e visibilidade pelo sonho de viverem do futebol, podem conquistar um reparo histórico quase três décadas depois. O Projeto de Lei 1315/2026, que estabelece a Lei Geral da Copa de 2027, a ser disputada no Brasil, prevê o pagamento de R$ 500 mil às atletas das gerações de 1988 e de 1991. A Iniciativa é inspirada em medida adotada na ocasião do Mundial masculino de 2014, quando 51 campeões das edições de 1958, 1962 e 1970 - ou seus sucessores legais, no caso de falecidos - foram reconhecidos. "Trata-se de resgatar uma dignidade que foi negada por décadas. É prova de que aquela luta em campo finalmente foi reconhecida para a história oficial do nosso país. Lógico, vai ajudar bastante muita gente, mas acho que o reconhecimento é muito importante não só na parte financeira", destacou Márcia Honório. Assim como a ex-meio-campista, Rosilane Camargo Motta segue ligada ao esporte. Fanta, apelido da lateral-esquerda presente no Torneio de 1988 e em  três Copas do Mundo (1991, 1995 e 1999), dá aulas de futebol para meninas no Parque Oeste, Rio de Janeiro. Alimenta sonhos que, hoje, são mais factíveis que nos 20 anos dedicados por ela aos gramados, representando clubes como Santos, Vasco e Radar, este último o principal time feminino do país nos anos 1980. "[Ensino] vivência, disciplina, persistência e amadurecimento dentro da nossa modalidade, que já foi proibida um dia", contou Fanta, à Agência Brasil, fazendo menção ao período entre 1941 e 1979, em que a prática do futebol foi vetada às mulheres, devido ao Decreto-Lei 3199, do governo Getúlio Vargas. Atualmente, a ex-jogadora Fanta (terceira da esquerda para a direita) dá aulas de futebol para meninas no Parque Oeste, Rio de Janeiro - Acervo Pessoal/Rosilane Camargo Motta "[O reconhecimento às pioneiras] É justo e positivo. Acredito que a luta nunca foi em vão. Acredito também que a reparação é um legado deixado para nova geração", completou a ex-lateral-esquerda, de 60 anos, que também consegue um dinheiro extra como churrasqueira. Fanta trabalha, ainda, em uma das Vilas Olímpicas do projeto Rio: Capital do Futebol Feminino, de fomento à modalidade por meio de aulas gratuitas, ao lado da ex-zagueira Marisa, outra pioneira, capitã da seleção de 1988. A iniciativa tem como base a Copa do Mundo do ano que vem. A realização do Mundial em solo brasileiro, aliás, é aguardada com expectativa pelas pioneiras. "A importância é que só de ser no Brasil é uma grande vitória. O resto [impacto da Copa no futebol feminino], unidos pela modalidade, teremos que descobrir juntos", projetou Fanta. "Que a Copa venha melhorar o profissionalismo dos clubes, federações. Que invistam na base para colher frutos. Que a gente mude a preparação das marcas, mostrando que investir na mulher e na mulher atleta é necessário. E ver estádios lotados. Espero que o Brasil mostre ao mundo que sabemos organizar um evento digno do futebol feminino. Temos muito a fazer ainda, mas acho que melhoramos bastante desde a nossa época", concluiu Márcia Honório.

A
Agência Brasil Esportes
Sport
08.05.2026

Reconhecidas por Lei da Copa, pioneiras seguem formando novas gerações

Há mais de duas décadas, Márcia Honório da Silva constrói o futuro do futebol brasileiro com a mesma garra que demonstrou em cerca de 20 anos de carreira nos gramados. Quando pendurou as chuteiras, passou a trabalhar nas categorias de base do futsal do Juventus, tradicional clube paulistano. Entre os nomes que ajudou a revelar, inicialmente, no salão, estão o volante Nonato (Fluminense) e o meia Rodrigo Nestor (Bahia). Atualmente Marcinha - como a ex-jogadora é conhecida - coordena equipes de futsal, com crianças de sete a 10 anos, na Sociedade Esportiva e Recreativa de Caieiras (SP), cidade onde nasceu há 63 anos. Uma dessas crianças já foi Matheus Bidu, hoje lateral-esquerdo do Corinthians. Os times são predominantemente masculinos. Mas no sub-7, uma garota joga em meio aos meninos. Notícias relacionadas:Aprovada na Câmara, lei da Copa Feminina reconhece atletas pioneiras.Mostra traz a luta da mulher no futebol e a história da Copa feminina.Caravana roda o país com ex-atletas do futebol feminino."Na minha época, isso não podia", recordou a ex-jogadora, à Agência Brasil. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Márcia Honório fez parte da primeira seleção brasileira de mulheres, que foi terceira colocada no Torneio Experimental da Federação Internacional de Futebol (Fifa), em 1988, na China. O evento reuniu 12 países e serviu de base para criação da edição inaugural da Copa do Mundo Feminina, três anos depois, no mesmo local. "Eu vivi o começo de tudo, quando não tínhamos nada, além da vontade. Eu falo para eles [crianças] que, hoje, existe estrutura, visibilidade, mas o que faz um campeão ainda é o mesmo que a gente tinha lá atrás. É coração, é respeito pela história, é a disciplina de querer sempre ser o melhor", disse Marcinha.   Após aposentar as chuteiras, Marcinha se dedicou à equipes de base do futsal. Na foto ela aparece ao lado do ex-aluno Matheus Bidu, hoje lateral-esquerdo do Corinthians - Acervo Pessoal/Márcia Honório Pioneiras como ela, que enfrentaram falta de apoio e visibilidade pelo sonho de viverem do futebol, podem conquistar um reparo histórico quase três décadas depois. O Projeto de Lei 1315/2026, que estabelece a Lei Geral da Copa de 2027, a ser disputada no Brasil, prevê o pagamento de R$ 500 mil às atletas das gerações de 1988 e de 1991. A Iniciativa é inspirada em medida adotada na ocasião do Mundial masculino de 2014, quando 51 campeões das edições de 1958, 1962 e 1970 - ou seus sucessores legais, no caso de falecidos - foram reconhecidos. "Trata-se de resgatar uma dignidade que foi negada por décadas. É prova de que aquela luta em campo finalmente foi reconhecida para a história oficial do nosso país. Lógico, vai ajudar bastante muita gente, mas acho que o reconhecimento é muito importante não só na parte financeira", destacou Márcia Honório. Assim como a ex-meio-campista, Rosilane Camargo Motta segue ligada ao esporte. Fanta, apelido da lateral-esquerda presente no Torneio de 1988 e em  três Copas do Mundo (1991, 1995 e 1999), dá aulas de futebol para meninas no Parque Oeste, Rio de Janeiro. Alimenta sonhos que, hoje, são mais factíveis que nos 20 anos dedicados por ela aos gramados, representando clubes como Santos, Vasco e Radar, este último o principal time feminino do país nos anos 1980. "[Ensino] vivência, disciplina, persistência e amadurecimento dentro da nossa modalidade, que já foi proibida um dia", contou Fanta, à Agência Brasil, fazendo menção ao período entre 1941 e 1979, em que a prática do futebol foi vetada às mulheres, devido ao Decreto-Lei 3199, do governo Getúlio Vargas. Atualmente, a ex-jogadora Fanta (terceira da esquerda para a direita) dá aulas de futebol para meninas no Parque Oeste, Rio de Janeiro - Acervo Pessoal/Rosilane Camargo Motta "[O reconhecimento às pioneiras] É justo e positivo. Acredito que a luta nunca foi em vão. Acredito também que a reparação é um legado deixado para nova geração", completou a ex-lateral-esquerda, de 60 anos, que também consegue um dinheiro extra como churrasqueira. Fanta trabalha, ainda, em uma das Vilas Olímpicas do projeto Rio: Capital do Futebol Feminino, de fomento à modalidade por meio de aulas gratuitas, ao lado da ex-zagueira Marisa, outra pioneira, capitã da seleção de 1988. A iniciativa tem como base a Copa do Mundo do ano que vem. A realização do Mundial em solo brasileiro, aliás, é aguardada com expectativa pelas pioneiras. "A importância é que só de ser no Brasil é uma grande vitória. O resto [impacto da Copa no futebol feminino], unidos pela modalidade, teremos que descobrir juntos", projetou Fanta. "Que a Copa venha melhorar o profissionalismo dos clubes, federações. Que invistam na base para colher frutos. Que a gente mude a preparação das marcas, mostrando que investir na mulher e na mulher atleta é necessário. E ver estádios lotados. Espero que o Brasil mostre ao mundo que sabemos organizar um evento digno do futebol feminino. Temos muito a fazer ainda, mas acho que melhoramos bastante desde a nossa época", concluiu Márcia Honório.

A
Agência Brasil Esportes
Sport
02.05.2026

Lauro Chaman é ouro em etapa a Copa do Mundo de ciclismo de estrada

O último dia da etapa da Copa do Mundo de ciclismo de estada em Gistel (Bélgica) terminou em grande estilo para o Brasil. O paulista Lauro Chaman foi campeão na prova de 80,4 quilômetros - divididos em oito voltas – da classe MC5 (atletas que utilizam bicicletas convencionais). Representante brasileiro nos Jogos de Paris 2024, Chaman cruzou a linha de chegada em 1h48min09s, deixando para trás o holandês Daniel Abraham Gebru e o ucraniano Yehor Dementyev, prata e o bronze, respectivamente. Quem também subiu ao pódio nesta sexta (1º) foi a paranaense Victória Barbosa, que faturou a prata na classe C1 feminina (atletas com bicicletas convencionais) da prova dos 49,8 km em quatro voltas. O ouro ficou com a chinesa Wangwei Qian. Notícias relacionadas:Inter aplica 3 a 0 no Santos fora de casa pelo Brasileirão Feminino.Leclerc é o mais rápido nos treinos do Grande Prêmio de Miami de F1.Aprovada na Câmara, lei da Copa Feminina reconhece atletas pioneiras.Com as conquistas de hoje, o Brasil fechou a competição com sete medalhas (um ouro e seis pratas). Na terça (28), primeiro dia de disputas, as paulistas Gilmara do Rosário e Jéssica Ferreira foram vice-campeãs nas provas de contrarrelógio das classes H2 e H3, para ciclistas que utilizam handbikes (bicicletas impulsionadas com as mãos). A paulista Gilmara do Rosário arrematou duas pratas na quinta-feira (30): a prmeira na prova contrarrelógico e depois na dispua de resistência em percurso de 29,4 km - JB Benavent/CBC/Direitos Reservados As brasileiras voltaram a subir ao pódio no dia seguinte. Gilmara chegou em segundo lugar na prova de resistência em percurso de 29,4 km (dividido em três voltas), com o tempo 1h30min34s, atrás apenas da tailandesa Patcharapha Seesen, que levou o ouro. O bronze ficou com a britânica Marina Logacheva (1h31min44s). A compatriota Jéssica também foi vice-campeã no percurso de 49,8 km (dividido em cinco voltas), com o tempo de 1h29min24s. O ouro ficou com a francesa Anaïs Vincent (1h26min32s) e o bronze com a norte-americana Jenna Rollman (1h41min01s). Ao todo, 14 atletas e um piloto competiram na etapa da Copa na Bélgica. A próxima será em Abruzzo (Itália), com início na quinta (7).

A
Agência Brasil Esportes