
美國聯邦參議員達克沃絲結束訪台行程,搭直航航班返華盛頓
美國聯邦參議員達克沃絲結束為期數日的訪台行程,並於8日晚間搭乘近期開航的華府直航航班返國。此行旨在突顯美國對台灣夥伴關係的承諾,並重申共同致力於強化自由開放的印太地區。

美國聯邦參議員達克沃絲結束為期數日的訪台行程,並於8日晚間搭乘近期開航的華府直航航班返國。此行旨在突顯美國對台灣夥伴關係的承諾,並重申共同致力於強化自由開放的印太地區。

美國聯邦參議員達克沃絲訪台,與海委會主委管碧玲就印太海事安全、海巡協同運作及科技防衛產業合作進行閉門會談。達克沃絲肯定台灣海巡在抵禦威權擴張中的角色,並呼籲台灣建構無人載具自主製造能力。管碧玲回應台灣已將無人載具落地生產列為核心政策,要求硬體本土生產。

美國聯邦參議員達克沃絲表示,她選擇在川習會後首位訪台,是要傳遞美國對台灣支持是跨黨派、堅定且深厚的訊號,並強調這份承諾將比任何總統任期都長久。她也譴責中國以經濟脅迫阻止他國售賣疫苗給台灣,呼籲不能讓這成為國際常態。

美國參議員達克沃絲呼籲台灣利用製造實力發展本土無人機與無人水下載具技術,以應對中共打壓國防自主能力。她警告,台灣應從烏克蘭與中東衝突中汲取教訓,建立國防本土產線,並警惕中共扼殺全球國防自主成長的企圖。

美國參議員達克沃絲表示,中國近期潛艦試射飛彈及海上執法擴張,不僅針對台灣,更是向美日韓傳遞訊息,企圖建立違反國際法的新常態。英國議員圖根哈特警告,這是長達20年的全球性威脅。

美國聯邦參議員達克沃絲訪台會見賴清德總統,重申美國國會跨黨派對台支持,並警告台海衝突恐造成全球經濟10兆美元損失,美國GDP面臨7%風險。賴總統感謝達克沃絲友台法案及促成台美無人機合作,強調台灣致力維護區域和平穩定並提升自我防衛能力。

美國聯邦參議員達克沃絲(Tammy Duckworth)一行人於6日至8日訪問台灣,將晉見總統賴清德並拜會政府高層,就台美關係、區域安全、經貿科技合作等議題交換意見。此次訪問適逢台美關係重要時刻,展現美國對台灣的堅定支持。
Senator Tammy Duckworth has urged the FAA to reject President Trump's proposed 259-foot "Triumphal Arch," citing safety risks to planes near Reagan National Airport. She called it a "vanity project" that distracts from national needs and is irresponsible given recent air safety efforts.

Senator Tammy Duckworth urged the FAA to resist President Trump's pressure to prioritize his planned 250-foot triumphal arch over aviation safety, citing concerns about expedited review and proximity to Reagan National Airport.
A legislação dos Estados Unidos (EUA) limita a 60 dias o prazo para finalizar uma guerra sem autorização formal do Congresso do país. O prazo da guerra que Donald Trump iniciou contra o Irã terminaria no próximo dia 1º de maio. Entretanto, a legislação permite prorrogar o conflito por mais 30 dias. “Esse período de 60 dias será prorrogado por no máximo mais 30 dias, se o Presidente determinar e certificar ao Congresso por escrito que a necessidade militar inevitável em relação à segurança das Forças Armadas dos EUA exige o uso contínuo de tais forças armadas no curso da retirada imediata de tais forças”, diz a Resolução dos Poderes de Guerra dos EUA, de 1973. Notícias relacionadas:Papa Leão XIV critica mundo "devastado por tiranos".Iranianos ameaçam bloquear comércio marítimo após cerco naval dos EUA.EUA detalham limites do bloqueio de Ormuz; dois navios dão meia-volta.O professor de história e política da Universidade de Denver, dos EUA, o brasileiro Rafael R. Ioris, explicou à Agência Brasil que, historicamente, a Casa Branca sempre consegue justificar o direito de ações militares sem aval do Congresso. Entretanto, ele acredita que, dessa vez, vai depender de como se desenrolem os acontecimentos no Oriente Médio nas próximas semanas. “O Executivo poder tomar medidas militares unilaterais é uma recorrência no sistema político norte-americano há muito tempo, especialmente desde a Guerra Fria. Sempre há uma maneira de se justificar, de criar uma outra medida emergencial”, argumentou. Democratas já tentaram, sem sucesso, aprovar quatro resoluções no Parlamento para barrar a guerra de Trump, que consideram ilegal, por não ter tido aprovação do Congresso, nem ter comprovado um “risco iminente” contra a segurança dos EUA. Essa possibilidade permitiria iniciar uma guerra sem aval dos congressistas. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp O chefe do antiterrorismo do governo Trump, Joe Kent, chegou a renunciar ao cargo por discordar da tese de ameaça iminente do Irã contra Washington. Nessa quarta-feira (15), após um recesso parlamentar de duas semanas, foi apresentada nova resolução para barrar a guerra no Irã, mas o texto foi derrotado no Senado por 52 votos a 47, com um democrata votando a favor da guerra e um republicano votando contra Trump. “Esses covardes tiveram quatro chances de parar esse caos no Oriente Médio. E eles colocaram o ego de Trump acima da América”, afirmou a senadora democrata Tammy Duckworth, autora da proposta de resolução. Apesar do partido de Trump seguir blindando o presidente no Parlamento, alguns senadores republicanos manifestaram insatisfação com a continuação da guerra que vem elevando o preço dos combustíveis nos EUA e é rejeitada por cerca de 60% dos estadunidenses, segundos pesquisas de opinião. O senador republicano Mike Rounds, da Dakota do Sul, disse que, se o presidente quiser prorrogar o prazo da guerra por mais 30 dias, os representantes da Casa Branca deveriam “vir até nós e nos dar uma descrição completa da situação, apresentando os argumentos e o plano”, segundo informou o jornal New York Times. A oposição também tem tentado afastar o presidente Trump do cargo evocando a 25ª emenda da Constituição dos EUA, que permite declarar o presidente como “inapto” para exercer suas funções. A medida teria que ter o apoio do vice-presidente DJ Vance. A possibilidade ganhou força após as ameaças de Donald Trump de cometer um genocídio contra o povo iraniano. O presidente dos EUA ainda enfrenta protestos crescentes contra a guerra e sua política imigratória, chamadas de “Não ao Rei”. Estima-se que milhões de norte-americanos foram às ruas no final do mês passado, o que tem sido considerada a maior manifestação da história dos EUA. O professor Rafael R. Ioris avalia que existe uma preocupação sobre a guerra no Irã na população, e em parte dos republicanos, devido ao custo econômico da guerra e ao fato de que parte dos norte-americanos não entende os motivos do conflito. “[A guerra] é uma coisa que está preocupando os republicanos. Agora, tudo vai depender muito do que aconteça nas próximas semanas. Se Trump conseguir vender que fez um acordo, acho que as coisas voltam mais ou menos a uma normalidade”, avalia. Por outro lado, o especialista pondera que a base trumpista é muito aguerrida e segue majoritariamente dando apoio político ao Trump. “As sondagens de apoio demonstram isso. O desastre militar no Irã teria que ser muito maior do que foi até agora para desgastar mais o Trump. A questão da inflação teria que ser muito maior do que foi até agora”, completou Ioris. Impasse nas negociações O Paquistão lidera as tentativas de negociação para por fim ao conflito - Reuters/Asim Hafeez/Proibida reprodução Enquanto Trump enfrenta dificuldades internas nos EUA, continuam travadas as negociações durante o frágil cessar-fogo de duas semanas, marcadas para terminar na noite da próxima terça-feira (21). O Irã tem exigido um cessar-fogo também no Líbano, onde Israel segue lançando ataques massivos contra o Sul do país e a capital Beirute, na tentativa de ocupar parte do território do pais vizinho. Por outro lado, os EUA ameaçam os navios que vão para os portos iranianos para tentar impor suas condições às negociações com Teerã. Nesta quarta-feira (15), o Conselho de Segurança da Federação Russa publicou comunicado afirmando que as negociações de paz podem ser usadas pelos EUA e Israel para preparar uma operação terrestre contra o Irã. “Os Estados Unidos e Israel podem usar as negociações de paz para se preparar para uma operação terrestre contra o Irã, enquanto o Pentágono continua a construir o grupo de forças dos EUA na região”, disse o Conselho russo, segundo informou a Interfax, agência de notícias local. Analistas em geopolítica consultados pela Agência Brasil avaliam que o cessar-fogo entre Irã e EUA sugere que a medida é uma pausa operacional para reposicionamento das forças estadunidenses para nova ofensiva. A agência iraniana Tasnim News informou que os negociadores do país dão como improvável um acordo que possa produzir resultados na próxima rodada de negociações articuladas pelo governo do Paquistão. “Enquanto o mediador paquistanês está tentando organizar uma segunda rodada de negociações, o Irã afirmou que, sem completar as preliminares necessárias e chegar a um quadro adequado, tais negociações seriam improdutivas”, diz um das agências semioficiais de Teerã.