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Novas células iraquianas lançam ataques com drones contra vizinhos do Golfo, ligadas à Guarda Revolucionária Iraniana
In Entwicklung
Welt·19.06.2026KI-Zusammenfassung

Novas células iraquianas lançam ataques com drones contra vizinhos do Golfo, ligadas à Guarda Revolucionária Iraniana

Três ou quatro células iraquianas compostas por combatentes de elite xiitas lançaram ataques com drones contra Kuwait, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos entre abril e maio. Os grupos operam sob o controle direto da Guarda Revolucionária Iraniana (IRGC), refletindo uma mudança tática do Irã para projetar força regionalmente em meio a recursos esgotados e enfraquecimento de aliados.

G
G1
Protestos na Bolívia: Lei de Terras Revogada após Bloqueios e Greve Geral
Dringend
Politik·15.05.2026KI-Zusammenfassung

Protestos na Bolívia: Lei de Terras Revogada após Bloqueios e Greve Geral

Bloqueios de estradas e greve geral na Bolívia forçaram o presidente Rodrigo Paz a revogar a Lei 1.720, que alteraria a propriedade de terras. Movimentos indígenas e sindicatos protestam contra a lei, temendo especulação imobiliária e desintegração de terras coletivas. Ex-presidente Evo Morales acusa Paz de repressão e de planejar sua prisão.

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Agência Brasil Internacional
Lula diz que África do Sul não pode ser vetada do G20
Welt
20.04.2026

Lula diz que África do Sul não pode ser vetada do G20

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta segunda-feira (20) a ameaça de veto, pelo governo dos Estados Unidos (EUA), à participação da África do Sul no G20, grupo das maiores economias do planeta mais a União Europeia (UE). O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que não convidaria o líder sul-africano, Cyril Ramaphosa, para o próximo encontro do G20, que ocorrerá em novembro, nos EUA, que este ano preside o fórum. Desde o ano passado, Trump promove falsas acusações contra o governo da África do Sul a respeito de uma lei sobre reforma agrária aprovada pelo país e chegou a determinar recentemente o fim de ajuda financeira ao país. Notícias relacionadas:Na Alemanha, Lula defende pioneirismo de biocombustíveis brasileiros.Unidades de conservação do Brasil participam de exposição na Alemanha.Na Alemanha, Lula defende parceria com Europa na descarbonização."Eu disse ao Ramaphosa [presidente da África do Sul], esta semana, que os Estados Unidos não têm o direito de proibir um membro fundador do G20 de participar do bloco. Eu disse ao Ramaphosa que ele deve comparecer ao G20. Ele não pode deixar de ir porque o Trump disse para ele não ir. Vamos lá ver o que vai acontecer, se vão deixar ele entrar ou não.", afirmou Lula. Em entrevista em Hanôver, na Alemanha, após se reunir com o chanceler Friedrich Merz, o presidente disse que se fosse Ramaphosa, iria ao G20 não como convidado, mas como membro fundador". Lula está em viagem oficial à Europa, onde já passou pela Espanha e, após a visita à Alemanha, irá a Portugal antes de retornar a Brasília. Ao ser questionado por jornalistas, Lula reforçou que as acusações de Trump sobre um "genocídio branco" no país africano são inverídicas, e que ele não tem o direito nem o poder de vetar a participação de um país do G20, o que fragilizaria o grupo. "Se vai tirar a África do Sul hoje, daqui a pouco vão tirar a Alemanha, depois vão tirar o Brasil. Se a gente não se juntar, dar as mãos, eles vão tirando um por um. Aqui não é o Conselho da Paz [criado e controlado por Donald Trump, presidente dos EUA]. Lula lembrou que o G20 é um fórum multilateral, que participou da criação dele, por ocasião da crise econômica de 2008. "Uma crise nascida no coração dos EUA. Aquilo foi criado para resolver problemas econômicas. Os 20 membros fundadores têm o direito de participar", disse.

A
Agência Brasil Internacional