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Stabil10 Meldungen1 QuellenZuletzt aktualisiert: 26.6.2026

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Corte de 0,25 ponto na Selic é considerado insuficiente por indústria, comércio e centrais sindicais
In Entwicklung
Business·29.4.2026KI-Zusammenfassung

Corte de 0,25 ponto na Selic é considerado insuficiente por indústria, comércio e centrais sindicais

O Copom reduziu a Selic de 14,75% para 14,50% ao ano, mas indústria, comércio e centrais sindicais consideraram o corte insuficiente. CNI, APAS, Contraf-CUT e Força Sindical apontaram que o nível ainda elevado dos juros mantém custo do crédito proibitivo, compromete investimentos, pressiona endividamento de empresas e famílias e freia a geração de empregos e renda.

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Agência Brasil Economia
2 Min. Lesezeit
Dólar fecha acima de R$ 5 e Ibovespa cai 2,05% em dia de cautela global
In Entwicklung
Business·29.4.2026KI-Zusammenfassung

Dólar fecha acima de R$ 5 e Ibovespa cai 2,05% em dia de cautela global

O dólar fechou a R$ 5,001 (+0,4%) e o Ibovespa caiu 2,05% para 184.750 pontos nesta quarta-feira, menor nível desde 30 de março. Os mercados foram pressionados pelas tensões no Oriente Médio, pela manutenção dos juros pelo Fed nos EUA e pela expectativa pela decisão do Copom no Brasil. O petróleo disparou mais de 5%, com o WTI a US$ 106,88 e o Brent a US$ 110,44, impulsionado pelo risco de interrupções no fornecimento via Estreito de Ormuz.

A
Agência Brasil Economia
2 Min. Lesezeit
Copom reduz Selic para 14,5% ao ano em decisão unânime; Inflação acumulada em 12 meses vai a 4,37%
In Entwicklung
Business·29.4.2026KI-Zusammenfassung

Copom reduz Selic para 14,5% ao ano em decisão unânime; Inflação acumulada em 12 meses vai a 4,37%

O Banco Central cortou a Selic por unanimidade em 0,25 ponto, para 14,5% ao ano, no segundo corte seguido. A taxa estava em 15% desde junho de 2025, maior nível em quase 20 anos. A prévia da inflação (IPCA-15) acelerou para 0,89% em abril, com acumulado de 12 meses em 4,37%. O mercado projeta inflação de 4,86% em 2026, acima do teto da meta de 4,5%. A guerra no Oriente Médio dificulta o trabalho do Copom, que estará desfalcado de três diretores.

A
Agência Brasil Economia
2 Min. Lesezeit
Dívida Pública Federal cai 2,34% em março e volta aos R$ 8,6 trilhões
NACHRICHT
27.4.2026

Dívida Pública Federal cai 2,34% em março e volta aos R$ 8,6 trilhões

O forte vencimento de títulos vinculados à Taxa Selic (juros básicos da economia) fez a Dívida Pública Federal (DPF) cair em março. Segundo números divulgados nesta segunda-feira (27) pelo Tesouro Nacional, a DPF passou de R$ 8,841 trilhões em fevereiro para R$ 8,633 trilhões no mês passado, queda de 2,34%. Em agosto do ano passado, o indicador superou pela primeira vez a barreira de R$ 8 trilhões. De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), apresentado em janeiro, o estoque da DPF deve encerrar 2026 entre R$ 9,7 trilhões e R$ 10,3 trilhões. Notícias relacionadas:Juros elevados mantêm pressão sobre endividamento das famílias.Boletim Focus: mercado prevê inflação de 4,86% em 2026.A Dívida Pública Mobiliária (em títulos) interna (DPMFi) recuou 2,17%, passando de R$ 8,511 trilhões em fevereiro para R$ 8,302 trilhões em março. No mês passado, o Tesouro resgatou R$ 302,32 bilhões em títulos a mais do que emitiu, principalmente em papéis ligados à Selic. A queda só não foi maior por causa da apropriação de R$ 93,01 bilhões em juros. Por meio da apropriação de juros, o governo reconhece, mês a mês, a correção dos juros que incide sobre os títulos e incorpora o valor ao estoque da dívida pública. Com a Taxa Selic (juros básicos da economia) em 14,75% ao ano, a apropriação de juros pressiona o endividamento do governo. No mês passado, o Tesouro emitiu R$ 93,29 bilhões em títulos da DPMFi. No entanto, com o alto volume de vencimentos em março, os resgates foram muito maiores e somaram R$ 395,60 bilhões. A Dívida Pública Federal externa (DPFe) subiu 0,61%, passando de R$ 329,65 bilhões em fevereiro para R$ 331,64 bilhões em março. Além da alta de 1,36% do dólar no mês passado, provocada pelo início da guerra no Oriente Médio, a dívida aumentou por causa de um empréstimo de R$ 6,88 bilhões com organismos internacionais no mês passado. Colchão Após uma alta em janeiro, o colchão da dívida pública (reserva financeira usada em momentos de turbulência ou de forte concentração de vencimentos) caiu em março. Essa reserva passou de R$ 1,192 trilhão em fevereiro para R$ 885 bilhões. O principal motivo, segundo o Tesouro Nacional, foi o resgate líquido (resgates menos emissões) no mês passado. No entanto, a recompra de R$ 49 bilhões em títulos da dívida pública nos primeiros dias da guerra no Oriente Médio, para estabilizar o mercado, também contribuiu. Atualmente, o colchão cobre 5,69 meses de vencimentos da dívida pública. Nos próximos 12 meses, está previsto o vencimento de R$ 1,68 trilhão em títulos federais. Composição Com o forte vencimento de títulos vinculados à Selic, a composição da DPF variou da seguinte forma de fevereiro para março: Títulos vinculados à Selic: 49,1% para 47,71%; Títulos corrigidos pela inflação: 25,85% para 26,67%; Títulos prefixados: 21,33% para 21,80%; Títulos vinculados ao câmbio: 3,71% para 3,83%. O PAF prevê que os títulos encerrarão o ano nos seguintes intervalos: Títulos vinculados à Selic: 46% a 50%; Títulos corrigidos pela inflação: 23% a 27%; Títulos prefixados: 21% a 25%; Títulos vinculados ao câmbio: 3% a 7%. Normalmente, os papéis prefixados (com taxas definidas no momento da emissão) indicam mais previsibilidade para a dívida pública, porque as taxas são definidas com antecedência. No entanto, em momentos de instabilidade no mercado financeiro, as emissões caem porque os investidores pedem juros muito altos, o que comprometeria a administração da dívida do governo. Em relação aos papéis vinculados à Selic (juros básicos da economia), esses títulos estão atraindo o interesse dos compradores por causa das altas promovidas pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) até meados do ano passado. A dívida cambial é composta por antigos títulos da dívida interna corrigidos em dólar e pela dívida externa. Prazo O prazo médio da DPF subiu de 4 para 4,1 anos. O Tesouro só fornece a estimativa em anos, não em meses. Esse é o intervalo médio que o governo leva para renovar (refinanciar) a dívida pública. Prazos maiores indicam mais confiança dos investidores na capacidade do governo de honrar os compromissos. Detentores A composição dos detentores da Dívida Pública Federal interna ficou a seguinte: Instituições financeiras: 31,47% do estoque; Fundos de pensão: 23%; Fundos de investimentos: 20,86%; Não residentes (estrangeiros): 10,7% Demais grupos: 13,97%. Apesar da maior tensão no mercado financeiro em março, com a guerra no Oriente Médio, a participação dos não residentes (estrangeiros) oscilou levemente em relação a fevereiro, quando estava em 10,74%. Quanto maior a fatia de estrangeiros na dívida interna, maior a confiança no Brasil. Por meio da dívida pública, o governo pega dinheiro emprestado dos investidores para honrar compromissos financeiros. Em troca, compromete-se a devolver os recursos depois de alguns anos, com alguma correção, que pode seguir a taxa Selic (juros básicos da economia), a inflação, o dólar ou ser prefixada (definida com antecedência).

A
Agência Brasil Economia
Vendas do Tesouro Direto batem recorde histórico em março
NACHRICHT
27.4.2026

Vendas do Tesouro Direto batem recorde histórico em março

As vendas de títulos públicos a pessoas físicas pela internet bateram recorde histórico em março, divulgou o Tesouro Nacional nesta segunda-feira (27). No mês passado, o Tesouro Direto vendeu R$ 14,79 bilhões em papéis, o maior volume para todos os meses desde a criação do programa, em 2002. Notícias relacionadas:Boletim Focus: mercado prevê inflação de 4,86% em 2026.Juros elevados mantêm pressão sobre endividamento das famílias.Emendas parlamentares e juros da dívida apertam investimentos públicos.O valor é 79,2% maior que em fevereiro, quando as vendas do Tesouro Direto somaram R$ 8,2 bilhões. Na comparação com março do ano passado, é 26,5% maior. O principal fator para o recorde foi o vencimento de R$ 7,07 bilhões em títulos corrigidos pela Selic, a taxa de juros básicos da economia. Os investidores trocaram os papéis pelo mesmo tipo de títulos. O recorde mensal anterior do Tesouro Direto tinha ocorrido em janeiro deste ano, motivado pela troca de títulos prefixados que venceram por outros papéis. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Tesouro Selic Os títulos mais procurados pelos investidores em março foram os vinculados aos juros básicos, cuja participação nas vendas somou 52,7%. Os papéis corrigidos pela inflação (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA) corresponderam a 24% do total, enquanto os prefixados, com juros definidos no momento da emissão, totalizaram 15,1%. Destinados ao financiamento de aposentadorias, o Tesouro Renda+, lançado no início de 2023, respondeu por 6,5% das vendas. Criado em agosto de 2023, o novo título Tesouro Educa+, proposto para financiar uma poupança para o ensino superior, atraiu apenas 1,6% das vendas. O interesse por papéis vinculados aos juros básicos é justificado pelo alto nível da Taxa Selic. A taxa, que estava em 10,5% ao ano até setembro de 2024, está em 14,75% ao ano. Com os juros altos, os papéis continuam atrativos. Os títulos vinculados à inflação também têm atraído os investidores por causa da expectativa de alta da inflação oficial nos próximos meses. O estoque total do Tesouro Direto alcançou R$ 234,42 bilhões no fim de março, alta de 3,29% em relação ao mês anterior (R$ 226,93 bilhões) e de 41,99% em relação a março do ano passado (R$ 165,09 bilhões). Esse aumento ocorreu por causa da correção pelos juros e porque as vendas superaram os resgates em R$ 3,78 bilhões no último mês. Investidores Em relação ao número de investidores, 288.041 participantes passaram a fazer parte do programa no mês passado. O número total de investidores atingiu 35.097.988. Nos últimos 12 meses, o número de investidores acumula alta de 9,78%. O total de investidores ativos (com operações em aberto) chegou a 3.418.225, aumento de 15,97% em 12 meses. A utilização do Tesouro Direto por pequenos investidores pode ser observada pelo considerável número de vendas de até R$ 5 mil, que correspondeu a 73% do total de 1.224.134 operações de vendas ocorridas em março. Só as aplicações de até R$ 1 mil representaram 45,6%. O valor médio por operação atingiu R$ 12.083,06. Os investidores estão preferindo papéis de curto prazo. As vendas de títulos de até cinco anos representam 58,2% do total. As operações com prazo entre cinco e dez anos correspondem a 20,9% do total. E os papéis de mais de dez anos de prazo foram 20,9% das vendas. >> Confira o balanço completo do Tesouro Direto na página do Tesouro Transparente. Captação de recursos O Tesouro Direto foi criado em janeiro de 2002 para popularizar esse tipo de aplicação e permitir que pessoas físicas pudessem adquirir títulos públicos diretamente do Tesouro Nacional, via internet, sem intermediação de agentes financeiros. O aplicador só precisa pagar uma taxa para a B3, a bolsa de valores brasileira, descontada nas movimentações dos títulos. Mais informações podem ser obtidas no site do Tesouro Direto. A venda de títulos é uma das formas que o governo tem de captar recursos para pagar dívidas e honrar compromissos. Em troca, o Tesouro Nacional se compromete a devolver o valor com um adicional que pode variar de acordo com a Selic, índices de inflação, câmbio ou uma taxa definida antecipadamente no caso dos papéis prefixados.

A
Agência Brasil Economia
Atividade econômica brasileira cresce 0,6% em fevereiro
NACHRICHT
19.4.2026

Atividade econômica brasileira cresce 0,6% em fevereiro

A atividade econômica brasileira teve crescimento em fevereiro deste ano, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (16) pelo Banco Central (BC). O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) subiu 0,6% em fevereiro em relação ao mês anterior, considerando os dados dessazonalizados (ajustados para o período). As altas foram de 0,2% na agropecuária, 1,2% na indústria e 0,3% em serviços. Notícias relacionadas:Atividade econômica brasileira cresce 2,5% em 2025.Plano Nacional prevê 10% do PIB para educação; veja outras metas.Confiança da indústria atinge menor nível desde 2020.Já na comparação com fevereiro de 2025, houve recuo de 0,3%, sem ajuste para o período, já que a comparação é entre meses iguais. Em 12 meses acumulados até fevereiro deste ano, o índice acumula uma alta de 1,9%. O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução o ritmo da economia do país e incorpora informações sobre o nível de atividade na indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos. O índice ajuda o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC a tomar decisões sobre os juros básicos da economia, a Taxa Selic, definida atualmente em 14,75% ao ano. A Selic é o principal instrumento do BC para alcançar a meta de inflação. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Produto Interno Bruto Divulgado mensalmente, o IBC-Br emprega metodologia diferente da utilizada para medir o Produto Interno Bruto (PIB), que é o indicador oficial da economia brasileira divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o BC, o índice “contribui para a elaboração de estratégia da política monetária” do país, mas “não é exatamente uma prévia do PIB.” O PIB é a soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país. Em 2025, a economia brasileira cresceu 2,3%, com expansão em todos os setores e destaque para a agropecuária, o resultado representa o quinto ano seguido de crescimento.  

A
Agência Brasil Economia