
Juiz nega pedido de fundo reparador imediato para danos de incêndio em Santos
Juiz de Santos negou liminar para fundo reparador imediato após incêndio na Ultracargo em 2015. Ação principal pede R$ 3,62 bilhões por danos ambientais e morais.

Juiz de Santos negou liminar para fundo reparador imediato após incêndio na Ultracargo em 2015. Ação principal pede R$ 3,62 bilhões por danos ambientais e morais.

O El Niño deve influenciar o inverno na Bahia, com temperaturas acima da média e intensificação da seca no semiárido. O litoral, por outro lado, continuará úmido e chuvoso. Regiões como Chapada Diamantina e sudoeste podem ter mínimas abaixo de 10°C.

Governo de Jacarta planeja realocar mais de 800 mil gatos de rua para uma ilha, visando controlar superpopulação e impulsionar turismo. Moradores e especialistas alertam para riscos de doenças e impacto ambiental.

Em Jardim São Paulo, Recife, Irinaldo João da Silva, o "Tadinho", resgata jacarés que invadem ruas e casas. Apesar de popular, a prática é perigosa e a polícia ambiental orienta não manusear os animais.

Moradores defendem a criação da Reserva Extrativista de Tauá-Mirim para proteger manguezais e garantir a permanência de 1.150 famílias. Setor produtivo e bancada federal do Maranhão criticam a medida, alegando que pode limitar a expansão do Complexo Portuário do Itaqui.

Cientistas revelam que manguezais, vitais para proteção costeira e absorção de CO2, estão em recuperação global desde 2010, superando perdas devido a leis mais fortes e regeneração natural, apesar de desafios como poluição e ciclones.

Pescadores artesanais removem 24 toneladas de lixo de áreas de manguezal e marino em Ubatuba e São Sebastião durante defeso de camarão, como parte do Programa Mar Sem Lixo.

A Setur-SP lançou a 2ª edição do Guia de Roteiros de Observação de Vida Silvestre, destacando o Vale do Ribeira como destino de ecoturismo. O guia promove a visitação responsável e o desenvolvimento sustentável na região.

João Pessoa, capital da Paraíba, experimenta um aumento expressivo no custo de vida e nos preços de imóveis, impulsionado pela chegada de jovens e profissionais com maior poder de compra. O metro quadrado dobrou de valor desde 2019, e o trânsito se intensificou.
O grupo naval francês Jeanne D`Arc realiza, no Rio de Janeiro, uma das principais missões de formação e projeção da Marinha Nacional Francesa. Mais de 1,3 mil militares franceses e brasileiros participam da ação que busca desenvolver técnicas de trabalho em comum entre Marinha e Exército franceses e a Marinha do Brasil. A formação será nos dias 27 e 28 na Restinga da Marambaia, área de preservação ambiental com dunas e manguezais, controlada pelas Forças Armadas, na zona oeste do Rio de Janeiro. O comandante do grupo francês, Jocelyn Delrieu, ressalta que a missão é uma oportunidade para ambos países aprenderem um com o outro. "Temos uma relação forte entre as duas marinhas, e uma relação forte significa que trocamos informações enquanto treinamos juntos", explicou. "O nosso principal objetivo é proteger os nossos interesses e treinar com os nossos parceiros fortes, como o Brasil", afirmou. Grupo naval francês Jeanne D`Arc realiza, no Rio de Janeiro, uma das principais missões de formação e projeção da Marinha Nacional Francesa - Foto: Marinha do Brasil/divulgação Equipes De acordo com a Embaixada da França no Brasil, a missão será composta por mais de 800 militares, incluindo 162 oficiais em formação. O grupo é liderado pelo porta-helicóptero anfíbio Dixmude, com capacidade para 16 helicópteros e 80 veículos blindados, pela fragata Aconit, e pelo navio reabastecedor Stosskopf. Fazem parte da missão ainda helicópteros, drones e veículos blindados. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Na parte brasileira, o exercício contará com aproximadamente 600 militares, segundo a Marinha do Brasil, que conduzirão operações anfíbias e exercícios de controle de área marítima, reforçando a prontidão operativa e os laços de cooperação mútua. A operação mobilizará meios navais e aeronavais brasileiros como o submarino Humaitá, o navio de desembarque de carros de combate Almirante Saboia, a Fragata Defensora, a embarcação de Desembarque de Carga Geral Marambaia, as aeronaves SH-16 Seahawk, UH-12 Esquilo e AH-11B Super Lynx. Franceses e brasileiros realizam missão de formação e projeção com cerca 1,3 mil militares dos dois países - Foto: Marinha do Brasil/divulgação Jeanne D`Arc Ao todo, a missão marítima francesa durará 5 meses, passando por diversos países ao redor do mundo. A última vez que a missão Jeanne D`Arc esteve no Brasil foi em 2024, quando, de acordo com a Marinha do Brasil, aproximadamente 2.250 militares, sendo 1.460 brasileiros e 790 franceses participaram. A operação foi dividida entre exercícios militares no mar e no porto. Um dos destaques foi a realização de uma incursão anfíbia, modalidade que se caracteriza pela rápida penetração ou ocupação temporária de uma região litorânea considerada hostil, ou potencialmente hostil, seguida por uma retirada planejada.