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Cuba exige levantamento do embargo energético em reunião com delegation dos EUA em Havana
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Agência Brasil Internacional20.04.2026Política2 dk okumaBrazil

Cuba exige levantamento do embargo energético em reunião com delegation dos EUA em Havana

Diplomatas cubanos dão prioridade máxima à suspensão das sanções durante encontro classificado como respeitoso e profissional

En resumen

  • Cuba confirmou reunião com delegation dos EUA em Havana, exigindo o levantamento do embargo energético.
  • O diretor-general adjunto do Ministério das Relações Exteriores de Cuba, Alejandro García, especificou que a delegação americana era composta por secretários-adjuntos do Departamento de Estado, enquanto o lado cubano participou no nível de vice-ministro.
  • O diplomata enfatizou que o bloqueio energético é uma forma de chantagem global contra Estados soberanos.

Resumen generado por IA

Por qué importa

Desde 1960, os EUA mantêm um embargo comercial contra Cuba, que foi intensificado com novas sanções em janeiro de 2026. O bloqueio energético afeta diretamente a população cubana, causando escassez de combustível para transporte, geração de energia e atividades econômicas.

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Em declarações ao jornal Granma, Alejandro García, diretor-general adjunto do Ministério das Relações Exteriores de Cuba para os Estados Unidos, confirmou nesta segunda-feira (20) o recente encontro em Havana, capital da ilha, entre delegações da nação caribenha e dos Estados Unidos. Durante a sessão de trabalho, os diplomatas cubanos deram prioridade máxima à exigência de que a Casa Branca suspenda o embargo energético imposto ao país. O diplomata especificou que o lado americano era composto por secretários-adjuntos do Departamento de Estado, enquanto do lado cubano participavam "no nível de vice-ministro das Relações Exteriores". Durante a conversa, que García del Toro descreveu como respeitosa e profissional, ficou esclarecido que "nenhuma das partes estabeleceu prazos ou fez declarações coercitivas, como foi mencionado pela mídia americana". O representante oficial enfatizou que essas reuniões são conduzidas com discrição devido à sensibilidade dos temas abordados na agenda bilateral. A principal prioridade da delegação cubana nesta reunião foi a exigência do levantamento do embargo energético imposto ao país. “Eliminar o bloqueio energético contra o país era uma prioridade máxima para nossa delegação. Esse ato de coerção econômica é uma punição injustificada para toda a população cubana. É também uma forma de chantagem em escala global contra Estados soberanos, que têm todo o direito de exportar combustível para Cuba, de acordo com os princípios do livre comércio”, enfatizou. Bloqueio Desde 29 de janeiro, o presidente dos EUA, Donald Trump, intensificou o bloqueio de longa data contra Cuba com uma ordem executiva que declara estado de emergência nacional, considerando a maior das Antilhas uma ameaça incomum e extraordinária à segurança dos EUA. Essa medida dá carta branca a Washington para sancionar países que tentam fornecer petróleo a Cuba direta ou indiretamente, resultando em escassez de combustível que afeta o cotidiano da população cubana. O governo cubano reiterou sua disposição de dialogar com as autoridades dos Estados Unidos, mantendo uma postura aberta à comunicação, desde que as trocas sejam conduzidas com base no respeito e não na interferência. Diálogo Nessa mesma linha, o presidente cubano Miguel Díaz-Canel, em entrevista recente ao veículo de comunicação americano Newsweek, afirmou que é possível dialogar com os Estados Unidos para chegar a acordos em áreas como ciência, migração, combate ao narcotráfico, meio ambiente, comércio, educação, cultura e esportes. Ele enfatizou que o diálogo deve sempre ocorrer "em termos de igualdade" e com pleno respeito à soberania, ao sistema político, à autodeterminação e ao direito internacional. Mais tarde, em entrevista ao programa Meet the Press da NBC News, o chefe de Estado enfatizou: "Podemos negociar, mas à mesa, sem pressão ou tentativas de intervenção dos EUA."

Qué observar

Perspectiva de IA — posibilidades, no hechos

  • Continuidade das negociações bilaterais entre Cuba e EUA nos próximos meses

    Probable · En meses

  • Possível pressão internacional para flexibilização do embargo

    Posible · En meses

Preguntas abiertas

  • Os EUA responderão à exigência de Cuba?
  • Haverá avanços nas negociações bilaterais?
  • Outros países serão afetados pelas sanções americanas?

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This article was originally published by Agência Brasil Internacional.

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