Fotojornalista Roberto Higa volta a enfrentar câncer e recebe cuidados paliativos
En resumen
- A família do fotojornalista Roberto Higa, 75, anunciou que ele voltou a enfrentar o câncer, sem possibilidade de cura.
- Ele receberá cuidados paliativos e, segundo a filha, a cura buscada está no afeto de todos.
Resumen generado por IA
Por qué importa
O fotojornalista Roberto Higa, 75, diagnosticado com câncer de garganta em 2024 e Alzheimer, voltou a enfrentar a doença sem possibilidade de cura e receberá cuidados paliativos.
A família do fotojornalista Roberto Higa, de 75 anos, divulgou em redes sociais neste domingo (21), que o fotógrafo voltou a enfrentar o câncer e que a doença "não tem mais possibilidade de tratamento com intenção de cura".
Higa aparece nas imagens publicadas nas redes sociais e diz que junto à família, enfrenta o que vier.
"É isso aí, eu estando junto com vocês, eu enfrento tudo o que aparecer".
Segundo a filha de Roberto Higa, Mary Higa, o pai vai receber cuidados paliativos com foco no "conforto, dignidade e amor".
"A cura que buscamos nesse momento está nos abraços, nas palavras, nas memórias, na presença e no carinho de todos que caminham conosco. Sentiremos saudades antes mesmo da despedida, mas escolhemos seguir com a mesma força, resiliência e gratidão que sempre fizeram parte da vida dele", diz a filha na publicação.
Roberto Higa foi diagnosticado com câncer de garganta em 2024 e, em 2025, ele celebrou o fim do ciclo do tratamento contra a doença. O fotojornalista também foi diagnosticado com Alzheimer.
O fotógrafo da história
Roberto Higa nasceu em Campo Grande em 1951 e viu sua cidade natal se tornar capital de um novo estado a partir de criação de Mato Grosso do Sul, em 1977.
Higa começou no fotojornalismo ainda adolescente, aos 16 anos, quando trabalhava como office boy em um jornal impresso.
Em mais de cinco décadas de fotojornalismo, Higa registrou o surgimento de prédios e construções importantes na cidade, como o primeiro shopping center, o Parque das Nações Indígenas, o surgimento de casas no lugar de chácaras.
Preguntas abiertas
- Qual a extensão do avanço da doença?
- Como a comunidade reagirá ao anúncio?






