Isabelle Nogueira encanta na primeira noite do Festival de Parintins
En resumen
- Isabelle Nogueira, cunhã-poranga do Boi Garantido, brilhou na primeira noite do 59º Festival de Parintins com a alegoria "Parintintin: O Povo Que Veio do Céu".
- Sua apresentação celebrou a ancestralidade indígena e a força da mulher originária.
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Por qué importa
A cunhã-poranga do Boi Garantido, Isabelle Nogueira, apresentou-se na primeira noite do 59º Festival Folclórico de Parintins, celebrando a ancestralidade indígena e a cultura local.
Isabelle Nogueira na primeira noite de Parintins 2026 — Foto: Lucas Macedo/g1 AM
A cunhã-poranga do Boi Garantido, Isabelle Nogueira, protagonizou um dos momentos mais aguardados da primeira noite do 59º Festival Folclórico de Parintins, nesta sexta-feira (26).
A item oficial surgiu da alegoria da Lenda Amazônica "Parintintin: O Povo Que Veio do Céu" e realizou sua evolução na arena ao som da toada "Aiyra Ibi Cunhã".
A apresentação fez parte de um dos principais quadros do espetáculo do boi vermelho na abertura do festival.
A alegoria retratou a origem mítica do povo Parintintin, autodenominado Kawahiva, destacando a ancestralidade indígena e os mistérios que cercam a formação da Ilha Tupinambarana.
A estrutura cenográfica levou à arena a trajetória do herói criador e pajé ancestral Pindova'Úmi'ga, personagem central da narrativa. Segundo a lenda apresentada pelo Garantido, ele percorre os céus, as águas e as raízes da grande árvore ancestral até encontrar a morada de seu povo.
Isabelle surgiu da alegoria que representa o portal do encantamento amazônico e, em seguida, iniciou a evolução como Cunhã-Poranga. A apresentação reuniu dança, interpretação e expressão corporal, características que fazem do item um dos mais aguardados da disputa.
A performance destacou a força da mulher indígena, a relação com a natureza e a resistência dos povos originários. O momento também fez referência às culturas Konduri e Pocó, apontadas pelo boi vermelho como parte da formação histórica e cultural de Parintins.
Na primeira noite do festival, o Garantido apresenta um espetáculo voltado à celebração das origens da Amazônia, da memória coletiva e da identidade cultural da região. A ancestralidade indígena é um dos pilares centrais da narrativa defendida pelo boi na arena.
Isabelle Nogueira surge como uma gavião real no bumbódromo — Foto: Lucas Macedo/g1 AM






