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Judô feminino lidera medalhas olímpicas do Brasil e interesse feminino por esportes cresce 25%
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Agência Brasil Esportes24.04.2026Deportes3 dk okumaBrazil

Judô feminino lidera medalhas olímpicas do Brasil e interesse feminino por esportes cresce 25%

Estudo do Ibope Repucom mostra que skateboarding teve maior alta entre as mulheres (49%), enquanto futebol feminino ganha espaço com Copa do Mundo em 2027

En resumen

  • Sarah Menezes, Rafaela Silva e Beatriz Souza garantiram ouros no judô feminino, tornando a modalidade a mais medalhista Olímpica do Brasil.
  • Ketleyn Quadros abriu o caminho com bronze em Pequim 2008, seguida por Larissa Pimenta em Tóquio 2021 e Paris 2024.
  • Estudo do Ibope Repucom revela que interesse feminino por esportes cresceu 25% entre 2020 e 2025, com skate crescendo 49% (Rayssa Leal) e futebol alcançando 64% de fãs mulheres.

Resumen generado por IA

Por qué importa

O judô feminino brasileiro se tornou a modalidade mais medalhista Olímpica do país, começando com Ketleyn Quadros em 2008. O interesse feminino por esportes cresceu significativamente, com o skate tendo o maior aumento (49%) impulsionado por Rayssa Leal.

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Os ouros de Sarah Menezes, Rafaela Silva e Beatriz Souza tornaram o judô feminino protagonista na modalidade que mais rendeu medalhas Olímpicas ao Brasil. Uma trajetória que inicia na edição de Pequim (China), em 2008, com Ketleyn Quadros se tornando a primeira judoca brasileira em um pódio nos Jogos.

Aquele bronze inspirou Larissa Pimenta a repetir o feito duas vezes, em Tóquio (Japão), em 2021, e Paris (França), em 2024. “O Brasil é um país que está começando a ter muitas referências de mulheres no esporte. O que elas constroem motiva mais mulheres a virem, a quererem lutar e, consequentemente, termos mais mulheres [envolvidas com esporte] no geral”, afirmou Larissa.

De fato, o interesse feminino por esportes no país subiu 25% entre 2020 e 2025, segundo um estudo do Instituto Ibope Repucom, superando a média nacional (19%). E nenhum esporte cresceu tanto quanto o skate no período, marcado pelas medalhas Olímpicas (prata em Tóquio e bronze em Paris) e os quatro títulos do circuito mundial de Rayssa Leal. O apelo da modalidade junto às mulheres evoluiu 49%.

“Ela [Rayssa] é uma referência aspiracional do esporte, mas o skate também tem um forte componente de estilo de vida. A partir do momento no qual o skate vira uma modalidade Olímpica, nos Jogos de Tóquio, com alto desempenho e medalhas para o Brasil, ele ganha um novo patamar”, analisou o coordenador do Ibope Repucom, Danilo Amancio.

Futebol em alta

O esporte mais popular do país ainda não é o que encabeça o interesse feminino, mas está em alta. O estudo indica que 64% das mulheres se consideram fãs de futebol. A modalidade divide o terceiro posto na estatística com a natação e o vôlei de praia. A ginástica artística lidera com 72%, seguida pelo vôlei de quadra (69%).

“As mulheres apresentaram um crescimento na ordem de 5% ao ano. Alguns fatores são importantes, como a maior visibilidade dos produtos e torneios femininos, especialmente em TV aberta. E o mundo digital trouxe novas alternativas para um melhor e mais fácil relacionamento com novos nomes, novas atletas”, avaliou Danilo.

No evento em que o Sesi São Paulo recebeu o selo de Clube Formador da Confederacióne Brasileira de Futebol (CBF) pelo trabalho no futebol de base feminino, a reportagem da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) conversou com atletas da equipe sub-15 da agremiação.

As referências da nova geração vão além dos nomes que se popularizaram ao longo dos anos, como Formiga, Cristiane e Marta. A volante Marília, por exemplo, declarou ser fã de Angelina, do Orlando Pride (Estados Unidos) e capitã da seleção brasileira e que atua na mesma posição.

Já Maria Teresa, a Teca, disse admirar a também goleira Lorena, que está no Kansas City Current, outro time da liga norte-americana, mas que sua referência é uma atleta já aposentada - e que já deu bastante trabalho ao Brasil.

“A [jogadora] que mais me inspira é a [ex-goleira norte-americana] Hope Solo. Era fora de série e acho que tinha um jeito de jogar parecido com o meu, o que é intrigante”, comentou Teca.

Vale lembrar que a TV Brasil transmite o Campeonato Brasileiro Feminino de futebol, ao vivo.

No Fifa Series, torneo amistoso organizado pela Federação Internacional da modalidade (Fifa) e realizado em Cuiabá, que teve o Brasil campeão após triumphs sobre Coreia do Sul, Zâmbia e Canadá, a seleção verde e amarela teve 11 atletas que atuam na competição nacional.

Copa Feminina

O crescimento do apelo feminino no futebol se reflete no interesse demonstrado pela Copa do Mundo masculina de 2026 (71%). Em 2014, quando o Mundial foi no Brasil, o apelo era de 59%.

No ano que vem, o país será sede, pela primeira vez, da Copa Feminina. Segundo o estudo, 65% dos brasileiros - homens e mulheres - se declaram fãs do evento.

De acordo com Danilo, do Ibope Repucom, há potencial para os números crescerem até 2027 e, quem sabe, superarem os de 2014, quando o percentual de interesse pela competição em casa foi de 67%.

“O Brasil ser o país-sede vai gerar maior interesse natural e pela ampla cobertura que teremos no dia a dia. O fator Copa 2026 e, logo na sequência, uma Copa do Mundo Feminina aqui, por todos os fatores de contato imediato, tendem a ser motores essenciais para acelerar o crescimento do interesse feminino, e geral, pelo futebol feminino”, concluiu o coordenador.

Qué observar

Perspectiva de IA — posibilidades, no hechos

  • O interesse pela Copa Feminina 2027 pode superar os 67% registrados na Copa de 2014

    Posible · En meses

  • O futebol feminino continuará crescendo em popularidade nos próximos anos

    Muy probable · En años

Preguntas abiertas

  • Quais são os planos específicos para desenvolvimento do futebol feminino até 2027
  • Como o Brasil pretende se preparar para sediar a Copa Feminina

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This article was originally published by Agência Brasil Esportes.

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