Mãe de Gil do Vigor sofre constrangimento em supermercado por funcionária
En resumen
- Gil do Vigor relatou que sua mãe foi constrangida por uma funcionária de supermercado que se recusou a informar o preço de um vinho, sugerindo que ela procurasse produtos "lá atrás" por serem mais caros, baseando-se na aparência dela.
- Gil do Vigor confrontou a situação para promover o debate sobre julgamento social e atendimento respeitoso.
Resumen generado por IA
Por qué importa
Gil do Vigor, ex-participante do BBB, relatou que sua mãe foi constrangida por uma funcionária de supermercado que se recusou a informar o preço de um vinho, baseando-se na aparência dela. O incidente gerou revolta inicial em Gil, que decidiu retornar ao local para conversar com a gerência.
De acordo com Gil, sua mãe estava sem os óculos e perguntou o preço de um vinho específico. A funcionária teria ignorado o pedido inicial, orientando-a a procurar produtos "lá atrás", afirmando que os itens daquela prateleira tinham "valores mais altos". O local onde o incidente aconteceu não foi divulgado.
"Pois ela tem o quê? Uma bola de cristal que fala quanto minha mãe pode pagar ou deixar de pagar? É da conta dela dizer se a mãe tem dinheiro ou não? Ela tem que falar o preço. O trabalho dela é para ver, olhar o preço e falar o preço", disse o ex-BBB.
"Eu disse 'mas eu quero ver', ela deu as costas e saiu. Um rapaz veio e me atendeu, muito educado. Eu já sou acostumada com essas coisas, essa não é a primeira vez. É roupa, é sapato", contou.
Gil do Vigor ainda ironizou a situação, perguntando se a mãe seria obrigada a usar marcas de luxo para ser bem atendida no estabelecimento
"Só porque mainha foi assim, tranquilinha. Mainha é obrigada a quê agora? A estar usando Dolce & Gabbana para poder comprar e ser atendida? [...] Mas eu vou lá, sim. Porque essa pessoa constrangeu minha mãe e também vai ter que ser constrangida", disse.
Apesar da revolta inicial, Gil do Vigor decidiu retornar ao supermercado para conversar com a gerência. Ele explicou que o objetivo não era buscar conflito, mas sim "quebrar o ciclo" para que outras pessoas não passem pela mesma situação
O ex-BBB ressaltou que o atendimento após a conversa foi carinhoso e solícito, mas aproveitou o momento para promover um debate sobre julgamento social.
"Não importa se a pessoa tem ou não [dinheiro], porque se eu tivesse 50 centavos, tenho direito de chegar na loja da Ferrari e perguntar: 'Quanto é essa Ferrari?'", pontuou
"A pessoa pode estar pelada, se ela perguntar quanto é que está ali... tem que atender bem. Todos merecem ser bem atendidos independente [de ter dinheiro]", concluiu.
Preguntas abiertas
- Qual a posição do supermercado sobre o incidente?
- A funcionária será responsabilizada?
- Onde ocorreu o incidente?






