Moradores de Belém denunciam onda de assaltos e invasões em passagem movimentada
En resumen
- Moradores de Belém relatam aumento de assaltos e invasões em passagem, com suspeitos agindo em grupo.
- Comerciante teve R$ 18 mil em prejuízo.
- Polícia Civil investiga e PM afirma policiamento constante.
Resumen generado por IA
Por qué importa
Moradores de Belém denunciam aumento de assaltos e invasões em passagem movimentada, com suspeitos agindo em grupo. Um comerciante teve prejuízo de R$ 18 mil.
No último domingo, uma câmera de segurança registrou uma das ações. As imagens mostram três adolescentes correndo pela passagem logo após uma mulher ter a bolsa arrancada. Em outro ângulo, um dos suspeitos aparece jogando um objeto no chão antes de fugir em direção à travessa Almirante Wandenkolk. "Eles já estavam sentados ali, aguardando qualquer pessoa. Estavam chamando o pessoal para fazer o assalto", relatou uma moradora, que preferiu não se identificar.
Os moradores afirmam que os suspeitos costumam agir em grupo, cercando as vítimas e aproveitando momentos de distração para cometer os furtos. "Não é um assalto à mão armada. É um grupo de pessoas que chega puxando a bolsa e saindo correndo", disse outro morador. Além dos roubos na rua, imagens feitas por uma moradora também registraram uma tentativa de invasão a um imóvel.
Um comerciante da passagem contou que teve o estabelecimento invadido duas vezes. Segundo ele, ferramentas como politriz e lixadeira foram levadas, causando um prejuízo estimado em R$ 18 mil. "Você faz a denúncia e ela não chega. Isso aqui se transformou em uma verdadeira cracolândia", afirmou.
A situação já havia sido denunciada por moradores em 2023, quando a região enfrentava problemas com assaltos e arrombamentos. À época, barracas montadas por pessoas em situação de rua foram retiradas com apoio da Polícia Militar. Agora, moradores afirmam que evitam permanecer na rua. "A gente quase não fica fora de casa porque tem muito assalto", disse uma moradora. Outra reclamou da falta de providências. "Ninguém vem aqui tomar uma providência, em plena Doca de Souza Franco."
Em nota, a Polícia Civil informou que as ocorrências registradas no Umarizal são investigadas pela Seccional do Comércio e reforçou que a população pode repassar informações pelo Disque-Denúncia, no número 181, com garantia de sigilo. Já a Polícia Militar informou que não foi acionada pelos canais oficiais de emergência nem há registro formal das ocorrências, mas afirmou que o policiamento é realizado de forma permanente na região.
Preguntas abiertas
- Quais providências concretas serão tomadas pelas autoridades?
- Qual o número exato de ocorrências registradas na região?
- Haverá aumento do policiamento ostensivo?






