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Mulher dá à luz na calçada após ser liberada de hospital no Acre
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G110.06.2026Mundo2 dk okumaBrazil

Mulher dá à luz na calçada após ser liberada de hospital no Acre

En resumen

  • Mulher em trabalho de parto foi liberada de hospital no Acre, mas deu à luz na calçada.
  • A família acionou os bombeiros, e vizinhas ajudaram no nascimento.
  • Mãe e bebê estão bem após receberem assistência no hospital.

Resumen generado por IA

Por qué importa

Uma mulher grávida de nove meses, que realizou todo o pré-natal no hospital, procurou atendimento obstétrico após sentir dores. Apesar de ter sido liberada com a informação de que ainda não era o momento do parto, ela deu à luz na calçada antes de retornar à unidade de saúde.

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Em nota ao g1, a Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre) informou que a paciente procurou atendimento obstétrico na unidade na manhã dessa terça-feira (9), sendo submetida a ultrassonografia e cardiotocografia. Segundo a pasta, os exames não identificaram sinais de trabalho de parto ativo. (Veja nota na íntegra abaixo)

Segundo Juliana, a prima ficou com medo da filha morrer. "A neném já chegou ao hospital bem roxinha e a minha prima ficou bastante preocupada, pensou que ia perder a filha. Fiquei muito agoniada, porque não pude ajudar naquele momento", destacou a prima.

A família também acionou o Corpo de Bombeiros do município para socorrer a mulher. Enquanto aguardava, a mãe entrou em trabalho de parto e deu à luz a segunda filha deitada na grama na calçada da rua.

As vizinhas ajudaram a retirar a criança e cortar o cordão umbilical. "Quem atendeu e foi buscar a minha prima foi o Corpo de Bombeiros. Tinha acabado de voltar do hospital, pois estava sentindo muitas dores, achando que já estava na hora de ter a neném. Ao chegar, os médicos a orientaram a voltar para casa, informando que ainda não era o momento do parto", disse.

Ainda conforme Juliana, a prima estava com nove meses de gestação e fez todo o pré-natal no hospital, que é o procedimento padrão antes do parto.

Juliana revela que a prima fez um ultrassom e o exame mostrou que ela esperava um menino. Contudo, durante o nascimento, a mulher descobriu que teve uma menina. "O marido dela não sabia o que fazer e ficou bastante preocupado", declarou.

Passado o susto do parto improvisado, a família diz que ficou aliviada. "Na hora que recebemos a notícia, ficamos bastante aflitos. A gente ainda não sabe o nome da bebê, mas elas estão bem graças a Deus", completou.

A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), por meio do Hospital João Câncio Fernandes, em Sena Madureira, esclarece que a paciente C.V.O.B. procurou atendimento obstétrico na unidade na manhã desta terça-feira, 9, relatando dor abdominal.

A paciente foi prontamente atendida pela equipe médica e submetida à avaliação obstétrica, ultrassonografia e cardiotocografia. Conforme os exames realizados e a avaliação clínica naquele momento, não foram identificados sinais de trabalho de parto ativo, sendo observadas apenas contrações leves e irregulares.

Durante o atendimento, também foi constatada divergência entre a idade gestacional informada pela paciente e a estimada pelos exames. A ultrassonografia apontou gestação de 36 semanas e seis dias, com feto vivo e sem alterações relevantes.

Diante do quadro apresentado e da ausência de indicação para internação naquele momento, a paciente recebeu orientações médicas quanto aos sinais de alerta e foi liberada às 10h40, com recomendação de retorno imediato à unidade em caso de intensificação das contrações ou qualquer outra intercorrência.

Por volta das 16h05, cerca de cinco horas após deixar a unidade, a paciente retornou ao hospital acompanhada por familiares após a evolução do quadro obstétrico e o nascimento do bebê. Ao chegar à unidade, mãe e recém-nascido receberam assistência imediata da equipe multiprofissional e todos os cuidados necessários.

Preguntas abiertas

  • Por que a ultrassonografia e a cardiotocografia não detectaram sinais de trabalho de parto ativo, apesar das contrações sentidas pela paciente?
  • Qual a causa da divergência entre a idade gestacional informada pela paciente e a estimada pelos exames?
  • Houve falha no protocolo de avaliação médica que levou à liberação da paciente?
  • Qual a identidade da paciente e qual o nome da bebê?

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This article was originally published by G1.

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