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Polícia identifica suspeitos de ataque que matou grávida e criança no MA
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Polícia identifica suspeitos de ataque que matou grávida e criança no MA

En resumen

  • A Polícia Civil do Maranhão identificou suspeitos de participar do ataque que resultou na morte de uma mulher grávida e seu filho de 4 anos em São João Batista.
  • As vítimas foram encontradas carbonizadas após homens armados invadirem a casa, atirarem e atearem fogo.
  • A polícia investiga se o crime está ligado a disputas entre facções criminosas.

Resumen generado por IA

Por qué importa

A Polícia Civil do Maranhão identificou suspeitos de participar de um ataque que resultou na morte de uma mulher grávida e seu filho de 4 anos em São João Batista. As vítimas foram encontradas carbonizadas após homens armados invadirem a casa, atirarem e atearem fogo.

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Polícia já identificou suspeitos de ataque que matou grávida e criança no MA, diz delegado

Segundo Augusto Barros, delegado-geral da Polícia Civil, equipes atuam na procura dos suspeitos e investigam se o ataque foi determinado por integrantes de uma facção criminosa. Motivação ainda não foi confirmada.

Por g1 MA — São Luís

A Polícia Civil do Maranhão identificou suspeitos de participarem do ataque que matou uma grávida e seu filho de 4 anos carbonizados em São João Batista.

As vítimas Samira Costa Correia e Yan Kaleb Costa Santos foram encontradas na sexta-feira (10). Homens armados invadiram o imóvel, atiraram e atearam fogo.

Uma força-tarefa foi criada no sábado (11) para investigar o caso. A polícia apura se o crime foi motivado por disputa entre facções criminosas rivais.

O companheiro de Samira, Josef Abreu Santos, foi visto antes do ataque e está desaparecido. Testemunhas relatam que ele teria ligação com um grupo criminoso.

A Polícia Civil do Maranhão já identificou suspeitos de participação no ataque que terminou com a morte de uma mulher grávida e do filho dela, de 4 anos, na zona rural de São João Batista, no interior do estado. A informação foi divulgada neste domingo (12) pelo delegado-geral da Polícia Civil, Augusto Barros, em entrevista à rádio Mirante News.

As vítimas, Samira Costa Correia, que estava grávida de três meses, e Yan Kaleb Costa Santos, foram encontradas carbonizadas dentro de uma casa incendiada na sexta-feira (10). Segundo a polícia, homens armados invadiram o imóvel, fizeram vários disparos e atearam fogo no local.

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De acordo com Augusto Barros, policiais fazem buscas pelos suspeitos na região. As identidades dos suspeitos não foram divulgadas para não comprometer as investigações.

“Já temos a identificação dos envolvidos. Temos pessoas trabalhando na procura deles na região e equipes fazendo todo o trabalho de inteligência para que possamos dar uma resposta rápida e firme à sociedade”, afirmou o delegado.

Até o momento, ninguém foi preso. A polícia não informou quantos suspeitos foram identificados nem detalhou a participação de cada um. O alvo e a motivação do ataque ainda são investigados, e uma das hipóteses é de que o crime esteja relacionado a uma disputa entre facções criminosas (veja mais abaixo).

Uma força-tarefa foi criada no sábado (11) para investigar o crime e a atuação de grupos criminosos na região. O trabalho reúne equipes da delegacia regional, batalhões da Polícia Militar, setores de inteligência da Secretaria de Segurança Pública e a Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic).

Segundo o delegado-geral, a operação não está concentrada apenas na identificação dos responsáveis pelas mortes. As forças de segurança também devem mapear integrantes, lideranças e formas de atuação das facções criminosas na Baixada Maranhense.

As vítimas foram identificadas como Samira Costa Correia e Yan Kaleb Costa Santos — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Motivação ainda é investigada

A Polícia Civil trabalha com diferentes hipóteses para esclarecer quem era o alvo do ataque e o que motivou o crime. Uma das linhas de investigação aponta para uma possível disputa entre facções criminosas.

Segundo o delegado-geral, a polícia apura informações de que uma pessoa próxima as vítimas poderia ter ligação com um grupo criminoso e teria sido acusada de mudar de facção ou de trair o grupo. O delegado ressaltou, no entanto, que as versões ainda não foram comprovadas.

“Há muita especulação e muito boato que se mistura com outras versões. Nosso trabalho é reunir todas essas informações e investigar cada ponto até entender, de fato, o que aconteceu”, explicou.

Segundo familiares, Josef Abreu Santos, companheiro de Samira e pai de Yan, foi visto na casa pouco antes do ataque. Até a última atualização desta reportagem, ele não havia sido localizado.

Testemunhas disseram à polícia que Josef teria ligação com um grupo criminoso e que o crime pode estar relacionado a uma disputa entre facções rivais. As informações estão sendo investigadas pela Polícia Civil.

A polícia não informou se Josef é tratado como testemunha, investigado ou possível alvo do ataque, nem se existe registro formal de desaparecimento.

Ataque teve cerca de 15 homens

Segundo testemunhas, aproximadamente 15 homens armados arrombaram três imóveis pertencentes à família. Apenas a casa onde estavam Samira e Yan estava ocupada.

Os criminosos teriam feito vários disparos, levado televisores e outros objetos e, em seguida, incendiado a residência. O grupo teria fugido a pé.

A Polícia Militar encontrou cerca de 100 estojos de munição já disparada no local. Havia materiais dos calibres 9 milímetros, .38, .40 e 12.

Ao chegarem à casa, os policiais encontraram os corpos de Samira e Yan carbonizados. Exames periciais devem esclarecer se eles morreram em consequência dos disparos ou do incêndio.

As buscas pelos suspeitos continuam na zona rural de São João Batista e em municípios da região. A Polícia Civil informou que novas informações serão divulgadas conforme o avanço das investigações.

Ops!

Preguntas abiertas

  • Qual a motivação exata do crime?
  • Quantos suspeitos foram identificados?
  • Onde está Josef Abreu Santos?

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This article was originally published by G1.

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