Última hora
ARتشييع جثمان أمير قطر السابق الشيخ حمد بن خليفة آل ثاني في الدوحةARحريق حانة في تايلاند يخلف 27 قتيلاًARمنظمة الطاقة الذرية الإيرانية تنفي استهداف محطة بوشهر النوويةARتجدد التوتر وانهيار الحوار بين واشنطن وطهرانARالقيادة المركزية الأمريكية تنفي مقتل جنود أمريكيين في الكويتARنقل 28 شخصًا إلى المستشفى إثر تسمم جماعي في فندق بتركياARاجتماع عسكري في سرت لتوحيد الجيش الليبيARفرنسا مستعدة لدعم لبنان في مراقبة اتفاق وقف إطلاق النار ونزع سلاح حزب اللهARنادي قضاة مصر يتقدم ببلاغ ضد قناة صدى البلد ومصطفى بكري ومحمد البازARروسيا تعلن إسقاط 45 طائرة مسيرة معادية قرب موسكوARتشييع جثمان أمير قطر السابق الشيخ حمد بن خليفة آل ثاني في الدوحةARحريق حانة في تايلاند يخلف 27 قتيلاًARمنظمة الطاقة الذرية الإيرانية تنفي استهداف محطة بوشهر النوويةARتجدد التوتر وانهيار الحوار بين واشنطن وطهرانARالقيادة المركزية الأمريكية تنفي مقتل جنود أمريكيين في الكويتARنقل 28 شخصًا إلى المستشفى إثر تسمم جماعي في فندق بتركياARاجتماع عسكري في سرت لتوحيد الجيش الليبيARفرنسا مستعدة لدعم لبنان في مراقبة اتفاق وقف إطلاق النار ونزع سلاح حزب اللهARنادي قضاة مصر يتقدم ببلاغ ضد قناة صدى البلد ومصطفى بكري ومحمد البازARروسيا تعلن إسقاط 45 طائرة مسيرة معادية قرب موسكو
Newsgather
BackPublicações enganosas dizem que 232 empresas fugiram do Brasil para o Paraguai na gestão Haddad
Publicações enganosas dizem que 232 empresas fugiram do Brasil para o Paraguai na gestão Haddad
En desarrollo
G116.06.2026Política3 dk okumaBrazil

Publicações enganosas dizem que 232 empresas fugiram do Brasil para o Paraguai na gestão Haddad

En resumen

  • Publicações em redes sociais afirmam que mais de 232 empresas brasileiras fugiram para o Paraguai devido à "gestão desastrosa" do ex-ministro Fernando Haddad.
  • No entanto, dados do governo paraguaio indicam que esse número se refere ao total de empresas brasileiras que passaram a produzir no país vizinho desde 2007, e não apenas durante a gestão de Haddad.

Resumen generado por IA

Por qué importa

Publicações em redes sociais viralizaram com a alegação de que mais de 232 empresas brasileiras fugiram para o Paraguai durante a gestão do ex-ministro Fernando Haddad, expondo um "desastre tributário brasileiro".

Tamaño de fuente

Selo Fake (Horizontal) — Foto: g1

🔴 Como são os posts?

Desde 25 de maio, publicações no X e no Instagram exibem fotos do ex-ministro da FazendaFernando Haddad (PT) e uma caixa de texto sobreposta à imagem que diz: "Mais de 232 empresas já fugiram para o Paraguai, expondo o desastre tributário brasileiro".

Em um dos conteúdos com as mesmas alegações, mas feitas em vídeo, o narrador diz: "Para você ter noção, os fornecedores da Nike e da Adidas acabaram de fechar as fábricas no Brasil e instalar no Paraguai. Carstens, até a própria JBS, amiguinha do governo, não conseguiu aguentar aqui. São mais de 232 empresas que saíram com a gestão desastrosa do ministro Fernando Haddad".

Mas isso é enganoso. Dados do governo paraguaio mostram que o número mencionado nas publicações refere-se ao total de empresas brasileiras que passaram a produzir no país vizinho a partir de 2007 (veja detalhes abaixo). Ou seja, o movimento não é restrito à gestão de Haddad, que permaneceu na Fazenda entre 2023 e março de 2026.

As publicações viralizaram após o Poder 360 publicar, em 23 de maio, uma reportagem com o título "Mais de 230 empresas brasileiras já produzem no Paraguai". Na primeira frase, o texto menciona o período considerado no levantamento: "O Paraguai atraiu 232 empresas brasileiras desde 2007 para atuar dentro da Lei de Maquila...".

Em 25 de maio, o Fato ou Fake publicou uma checagem semelhante:

⚠️ Por que #É FAKE?

Consultada pelo Fato ou Fake por telefone, a Câmara de Empresários Brasileiros no Paraguai desmentiu que o número seja referente ao período do governo atual:

"Essas 232 empresas brasileiras não chegaram no Paraguai somente dentro do período do atual governo. Nosso levantamento é baseado em dados publicados pelo Ministério da Indústria e Comércio. São 318 indústrias de diferentes nacionalidades com aprovação para operar no regime de Maquila, desde 2007".

Segundo o levantamento com base em dados do governo paraguaio, o pico de pedidos de empresas brasileiras para operar sob o regime da Lei Maquila ocorreu entre 2016 e 2020, período em que 45 projetos foram aprovados. O Brasil é o país com mais empresas no programa, seguido por Argentina, Países Baixos e Estados Unidos.

Segundo informações do site oficial do Ministério da Indústria e Comércio do Paraguai, a Lei Maquilla, assinada em 1997, é "um sistema de produção de bens e prestação de serviços cujo objetivo é promover o desenvolvimento industrial, a geração de emprego formal e o aumento das exportações com valor agregado nacional."

O órgão detalha as principais bases de funcionamento do regime:

Contrato Internacional: "A produção no Paraguai é feita mediante as diretrizes de uma empresa sediada no exterior (chamada de matriz), sob o amparo de um contrato internacional".

Foco em Exportação: "Tudo o que é produzido em território paraguaio sob essa modalidade deve ser destinado à exportação para qualquer parte do mundo".

Tributo único de 1%: "A taxa de 1% é aplicada sobre o Valor Agregado Nacional (aquilo que foi adicionado em cada etapa da produção ou comercialização de um produto ou serviço) ou sobre o valor total da nota de exportação, dependendo de qual montante for mais alto. O regime também oferece a isenção temporária (suspensão) de tributos alfandegários".

Os incentivos para empresas estrangeiras foram ampliados recentemente com a aprovação da Lei nº 7547/2025, de modo a incluir empresas do setor de serviços. A regulamentação ocorreu em abril deste ano.

Mais de 230 empresas brasileiras chegaram ao Paraguai desde a promulgação da Lei Maquila, de 2007 — Foto: g1

Preguntas abiertas

  • Qual o número exato de empresas que se mudaram para o Paraguai nos últimos 12 meses?
  • Quais setores foram mais afetados pela saída de empresas do Brasil?
  • O governo brasileiro planeja alguma medida para reter empresas no país?

Temas relacionados

This article was originally published by G1.

Noticias relacionadas

Senador Republicano Lindsey Graham, Conselheiro de Trump, Morre Aos 71 Anos
En desarrollo·2 sa önce

Senador Republicano Lindsey Graham, Conselheiro de Trump, Morre Aos 71 Anos

O senador republicano Lindsey Graham, um dos principais conselheiros de política externa de Donald Trump, morreu aos 71 anos após uma "doença repentina e breve". Trump lamentou a morte, descrevendo Graham como "membro da sua família". O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, o elogiou como "verdadeiro defensor da liberdade". Graham foi eleito para o Senado em 2002 e era conhecido por sua defesa de uma política externa intervencionista, tendo mudado sua relação com Trump após a eleição presidencial de 2016.

G1
Más sobre este temaFernando Haddad