Rodoviários de Belém entram em greve por falta de pagamento
En resumen
- Rodoviários de Belém iniciam greve afetando 25 mil passageiros.
- A paralisação ocorre por descumprimento de acordo de pagamento.
- Sindicato das Empresas de Transporte alega dificuldades financeiras da operadora.
Resumen generado por IA
Por qué importa
Rodoviários de Belém entraram em greve menos de um mês após a última interrupção, afetando cerca de 25 mil passageiros. A paralisação é motivada pela alegação de que a empresa Viação Monte Cristo não cumpriu um acordo de pagamento homologado na Justiça do Trabalho.
A mobilização ocorre menos de um mês após a última interrupção da categoria, registrada em 29 de abril.
A greve afeta cerca de 25 mil passageiros, principalmente moradores dos bairros da Pedreira, Sacramenta e do Conjunto Paraíso dos Pássaros, que dependem das linhas para se deslocar até o centro da cidade.
Entre os itinerários impactados estão linhas que atendem trajetos do CDP Providência, Sacramenta — nos percursos São Brás, Humaitá e Bernal do Couto — e Pedreira Lomas, na Região Metropolitana de Belém.
Os rodoviários alegam que a empresa não cumpriu um acordo de pagamento homologado na Justiça do Trabalho. Até a última atualização desta reportagem, a Viação Monte Cristo não havia se manifestado diretamente sobre as cobranças feitas pelos funcionários.
Em nota enviada após questionamento da imprensa, o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belém (Setransbel) informou que a paralisação ocorre em meio às dificuldades financeiras enfrentadas pela operadora.
Segundo o sindicato patronal, o sistema de transporte público enfrenta um desequilíbrio econômico causado, entre outros fatores, pela defasagem tarifária, aumento dos custos operacionais — como diesel, manutenção, peças e despesas trabalhistas — e pela redução no número de passageiros pagantes nos últimos anos.
O Setransbel informou ainda que a empresa mantém diálogo com os trabalhadores e com a entidade representativa da categoria para tentar regularizar as pendências e restabelecer integralmente a operação das linhas.
Preguntas abiertas
- Quando o pagamento será regularizado?
- Quais as medidas que o Setransbel tomará para mediar a situação?
- Qual o impacto financeiro exato da defasagem tarifária e aumento de custos para a Viação Monte Cristo?







