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BackSeleção Brasileira enfrenta Haiti com o desafio de ganhar - e jogando bem
Seleção Brasileira enfrenta Haiti com o desafio de ganhar - e jogando bem
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G119.06.2026Deportes4 dk okumaBrazil

Seleção Brasileira enfrenta Haiti com o desafio de ganhar - e jogando bem

En resumen

  • Após estreia decepcionante, Seleção Brasileira busca redenção contra o Haiti na Copa.
  • Jogadores admitem autocrítica e Ancelotti confia na competitividade da equipe.

Resumen generado por IA

Por qué importa

A Seleção Brasileira teve uma estreia decepcionante na Copa do Mundo, gerando descontentamento entre os torcedores. O time agora enfrenta o Haiti, adversário de menor expressão no ranking da Fifa.

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A torcida, o Ancelotti e os jogadores: todo mundo sabe qual é o desafio nesta sexta-feira (19): ganhar - e jogando bem.

Duzentos e treze milhões de brasileiros esperavam mais da Seleção na estreia. Os 26 brasileiros que estão jogando a Copa concordam.

“A gente sabe que não começamos bem o jogo. Nós temos total consciência disso. Não é o jogo que queremos, com certeza. Nós somos o Brasil. Nós somos a equipe que quer ter a bola o tempo todo. É um jogo que passou, é um fogo que fica de aprendizado”, diz Gabriel Magalhães, zagueiro da Seleção.

Os jogadores não se pouparam na autocrítica e reconheceram que poderia ter sido até pior. O lampejo da inspiração brotou na hora certa, no pé certeiro.

“Penso que a gente teve uma oportunidade da vida de voltar para o jogo, de poder empatar, e não ter um resultado que pudesse ter uma influência psicológica importante”, afirma Danilo, lateral da Seleção.

“Poderíamos ter começado o jogo muito mais intensos do que começamos, ter dominado mais os espaços do campo que, muitas vezes no primeiro tempo, a gente deixou a desejar", diz Douglas Santos, lateral da Seleção.

Seleção Brasileira enfrenta Haiti com o desafio de ganhar - e jogando bem — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

É a chance de aproveitar a generosidade da tabela e dar a volta por cima. Tomando como base o ranking da Fifa, o Brasil teve a estreia mais difícil de todas, no único confronto entre duas seleções que estão entre as dez melhores do mundo.

Em compensação, tem agora uma situação oposta. O adversário desta sexta-feira (19) conseguiu ir para a Copa sem estar nem entre as 80 melhores. Vai entrar em campo na posição de número 85. Estar na Copa já é uma vitória para os haitianos. O que não quer dizer que se conformem com a derrota.

“O primeiro pensamento é pensar em vencer, porque não podemos ter a soberba de falar que é o Haiti e que a gente vai golear”, diz Douglas Santos.

Em outras Copas do Mundo, fez bem ao Brasil enfrentar adversários com menos força e tradição. Em 2002, os 4 x 0 contra a China e os 5 x 2 na Costa Rica embalaram a campanha do penta. E mesmo sem troféu, os 4 x 0 na Nova Zelândia em 1982 ajudaram a formar a aura de uma das melhores seleções de todos os tempos.

É algo mais importante do que ganhar ou até mesmo golear o Haiti. Esse segundo jogo é a oportunidade de trazer para a Copa a Seleção Brasileira que o mundo conhece e que todos querem ver. Até a hora do jogo, o remédio para o descontentamento de milhões de brasileiros é a esperança de um italiano.

“Eu acho que a autocrítica da equipe, dos jogadores, foi uma crítica positiva. Sigo confiante que a equipe será competitiva nessa Copa do Mundo”, afirma Carlo Ancelotti, técnico da Seleção Brasileira.

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Preguntas abiertas

  • A Seleção conseguirá apresentar o futebol esperado?
  • Qual será o placar da partida contra o Haiti?

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This article was originally published by G1.

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