Última hora
KR중부 집중호우로 경부선 열차 운행 차질…동대구역 열차 지연DENato-Gipfel: Zwischen Trump und ErdoğanKR농촌진흥청, 제주 흑우 생산성 향상 유전 정보 확보CN前民進黨黨工黃取榮遭控為中國發展組織罪 高院改判10年徒刑KR경기도교육감에 5·18 왜곡 도서 비치 경위 감사 건의 및 장서 관리 기준 점검 촉구KR트럼프, 나토 정상회의 후 귀국길에 에어포스원 바꿔 탄 배경은?KR이란, 강경파 목소리 커지며 협상파 입지 좁아져KR국방부, 사관학교 통합 반대 여론 의식해 공청회 등 통해 여론 수렴 계획KR충북 학교 호우 피해 속출…3개교 휴업·시설물 파손 잇따라KRHD한국조선해양, 중동 선사와 PC선 6척 4699억 원 규모 건조 계약 체결KR중부 집중호우로 경부선 열차 운행 차질…동대구역 열차 지연DENato-Gipfel: Zwischen Trump und ErdoğanKR농촌진흥청, 제주 흑우 생산성 향상 유전 정보 확보CN前民進黨黨工黃取榮遭控為中國發展組織罪 高院改判10年徒刑KR경기도교육감에 5·18 왜곡 도서 비치 경위 감사 건의 및 장서 관리 기준 점검 촉구KR트럼프, 나토 정상회의 후 귀국길에 에어포스원 바꿔 탄 배경은?KR이란, 강경파 목소리 커지며 협상파 입지 좁아져KR국방부, 사관학교 통합 반대 여론 의식해 공청회 등 통해 여론 수렴 계획KR충북 학교 호우 피해 속출…3개교 휴업·시설물 파손 잇따라KRHD한국조선해양, 중동 선사와 PC선 6척 4699억 원 규모 건조 계약 체결
Newsgather
BackSTJ mantém decisão que retirou Oseney da Costa de Oliveira de processo de Bruno e Dom
STJ mantém decisão que retirou Oseney da Costa de Oliveira de processo de Bruno e Dom
Política
G116.06.2026Política4 dk okumaBrazil

STJ mantém decisão que retirou Oseney da Costa de Oliveira de processo de Bruno e Dom

En resumen

  • O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou recurso do MPF e manteve a decisão que retirou Oseney da Costa de Oliveira do processo dos assassinatos de Bruno Pereira e Dom Phillips.
  • O ministro Ribeiro Dantas considerou insuficientes os indícios de autoria ou participação de Oseney nos crimes.

Resumen generado por IA

Por qué importa

Oseney da Costa de Oliveira é um dos suspeitos de envolvimento na morte do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips, ocorridas em junho de 2022, no Vale do Javari, Amazonas. O STJ negou recurso do MPF que buscava levá-lo a júri popular.

Tamaño de fuente

Oseney Araújo foi o segundo suspeito a ser preso pela PF por envolvimento na morte de Bruno e Dom. — Foto: Divulgação/PF

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a decisão que retirou Oseney da Costa de Oliveira do processo que apura os assassinatos do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips, mortos em junho de 2022, no Vale do Javari, no Amazonas.

A decisão foi assinada pelo ministro Ribeiro Dantas, relator do caso, e negou recurso do Ministério Público Federal (MPF), que tentava restabelecer a pronúncia de Oseney para que ele também fosse submetido a julgamento pelo Tribunal do Júri.

Ao analisar o recurso, o ministro entendeu que não há indícios suficientes de autoria ou participação de Oseney nos homicídios para justificar sua ida a júri popular. Segundo ele, os elementos reunidos no processo são insuficientes para demonstrar, com elevado grau de probabilidade, o envolvimento do acusado na execução dos crimes.

“O que se percebe é que o agravante pretende a pronúncia do agravado com apoio em meras suposições de que o agravado, ‘de qualquer modo’, contribuiu para a empreitada criminosa”, destacou o relator na decisão.

O Ministério Público Federal argumentou que havia provas capazes de indicar a participação de Oseney nos assassinatos. Entre os pontos citados estavam depoimentos que o colocariam nas proximidades do local do crime no dia dos fatos, relatos de que ele teria se encontrado com o irmão, Amarildo da Costa de Oliveira, e informações de que teria indicado a localização dos corpos das vítimas.

No entanto, Ribeiro Dantas afirmou que nenhuma testemunha posicionou Oseney na cena do crime no momento das execuções. O ministro também destacou que as confissões extrajudiciais de Amarildo e Jefferson da Silva Lima não atribuíram a Oseney qualquer participação direta nos homicídios.

Para o relator, o fato de o acusado ter sido visto na região onde os crimes ocorreram, de morar próximo aos locais relacionados às investigações ou de ter supostamente colaborado na localização dos corpos não constitui prova suficiente para submetê-lo ao julgamento pelo Tribunal do Júri.

“Diante da ausência de indícios claros e convincentes de autoria, mostra-se correta a impronúncia do agravado”, concluiu o ministro.

A decisão mantém válida a determinação do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), que havia impronunciado Oseney por falta de indícios suficientes de participação nos crimes.

A impronúncia não representa absolvição. O entendimento significa que, no atual estágio do processo, não há elementos probatórios mínimos para levar o acusado a julgamento perante o Tribunal do Júri. Caso novas provas sejam produzidas, o caso poderá ser reaberto em relação a ele.

Com isso, seguem pronunciados e aguardando julgamento pelo Tribunal do Júri Amarildo da Costa de Oliveira, conhecido como “Pelado”, e Jefferson da Silva Lima, o “Pelado da Dinha”, acusados pelos homicídios qualificados de Bruno Pereira e Dom Phillips, além dos crimes relacionados à ocultação dos cadáveres.

Relembre o crime

Protesto após desaparecimento de Bruno e Dom — Foto: Reuters/Ueslei Marcelino

Bruno e Dom desapareceram quando faziam uma expedição para uma investigação na Amazônia. Eles foram vistos pela última vez em 5 de junho, quando passavam em uma embarcação pela comunidade de São Rafael. De lá, seguiam para Atalaia do Norte.

A viagem de 72 quilômetros deveria durar apenas duas horas, mas eles nunca chegaram ao destino.

Os restos mortais dos dois foram achados em 15 de junho daquele ano. As vítimas teriam sido mortas a tiros, e os corpos, esquartejados, queimados e enterrados. Segundo laudo de peritos da PF, Bruno foi atingido por três disparos, dois no tórax e um na cabeça. Já Dom foi baleado uma vez, no tórax.

A polícia achou os restos mortais dos dois após um dos suspeitos, o pescador Amarildo da Costa Oliveira, confessar envolvimento nos assassinatos e indicar onde estavam os corpos.

Além de Amarildo e 'Colômbia', também foram acusados por envolvimento no crime:

Jefferson da Silva Lima, o Pelado da Dinha, custodiado na Penitenciária Federal de Campo Grande

Jânio Freitas de Souza, apontado como braço direito do mandante, ambos também presos em presídios federais

Oseney da Costa de Oliveira, o Dos Santos, em regime domiciliar

Em documento enviado à Justiça, em julho de 2022, o Ministério Público Federal argumenta que Amarildo e Jefferson confessaram o crime. Diz ainda que a participação de Oseney, apesar de negar envolvimento no crime, foi mencionada em depoimentos de testemunhas.

Em junho deste ano, a Justiça Federal tornou réus outros cinco homens que teriam participado do crime.

Francisco Conceição de Freitas, Eliclei Costa de Oliveira, Amarílio de Freitas Oliveira, Otávio da Costa de Oliveira e Edivaldo da Costa de Oliveira vão responder pelos crimes de ocultação de cadáver.

Todos, com exceção de Francisco, também responderão por corrupção de menor, após, segundo a Justiça, obrigarem um adolescente a participar da ação criminosa. Eles respondem em liberdade.

Preguntas abiertas

  • Novas provas surgirão sobre o envolvimento de Oseney?
  • Qual a pena para os outros acusados?

Temas relacionados

This article was originally published by G1.

Noticias relacionadas

Más sobre este temaOseney da Costa de Oliveira