Última hora
FRAvion-cargo pakistanais perd le contact après un problème de navigationRUШесть взрывов прогремели в портовом городе Бендер-Аббас на юге ИранаCN中聯油脂案擴大預防性下架所有第二層產品 衛福部長:午夜前完成CN印太戰略智庫執行長矢板明夫在台遇襲,嫌犯為中國籍港男廖港發RUСША нанесли удары по Ирану в ответ на атаки на суда в Ормузском проливеCN中聯油脂苯駢芘超標案 衛福部重罰1.65億CN致癌沙拉油風暴擴大 232項產品中鏢 聯華、聯合利華、味全等大廠受影響CN巴威颱風來襲 分科測驗確定延期CN中聯致癌油風暴延燒,在野黨要求行政院長卓榮泰赴立院做食安專報INTLUS Launches Strikes Against Iran in Retaliation for Vessel AttacksFRAvion-cargo pakistanais perd le contact après un problème de navigationRUШесть взрывов прогремели в портовом городе Бендер-Аббас на юге ИранаCN中聯油脂案擴大預防性下架所有第二層產品 衛福部長:午夜前完成CN印太戰略智庫執行長矢板明夫在台遇襲,嫌犯為中國籍港男廖港發RUСША нанесли удары по Ирану в ответ на атаки на суда в Ормузском проливеCN中聯油脂苯駢芘超標案 衛福部重罰1.65億CN致癌沙拉油風暴擴大 232項產品中鏢 聯華、聯合利華、味全等大廠受影響CN巴威颱風來襲 分科測驗確定延期CN中聯致癌油風暴延燒,在野黨要求行政院長卓榮泰赴立院做食安專報INTLUS Launches Strikes Against Iran in Retaliation for Vessel Attacks
Newsgather
BackVisitas de Trump e Putin à China: contrastes na relação com Xi Jinping
Visitas de Trump e Putin à China: contrastes na relação com Xi Jinping
En desarrollo
G124.05.2026Mundo5 dk okumaBrazil

Visitas de Trump e Putin à China: contrastes na relação com Xi Jinping

En resumen

  • Visitas de Donald Trump e Vladimir Putin à China revelaram abordagens distintas de Xi Jinping.
  • Trump recebeu honras cerimoniais e foco em imagem, enquanto Putin selou acordos energéticos e de cooperação.
  • A questão de Taiwan também evidenciou divergências.

Resumen generado por IA

Por qué importa

As visitas de Donald Trump e Vladimir Putin à China ocorreram com dias de diferença e foram celebradas com cerimônias formais. Ambas as visitas serviram para destacar as diferentes abordagens da China em suas relações com os Estados Unidos e a Rússia.

Tamaño de fuente

Elas ocorreram com dias de diferença e foram celebradas com apertos de mão formais na Praça Tiananmen, em Pequim, saudações entusiasmadas de crianças acenando com flores e colunas de soldados marchando com baionetas reluzentes. Mas as visitas também revelaram o quão diferente é a relação da China com os dois países.

Xi enfatizou a hospitalidade cerimonial durante a visita de Trump, incluindo um raro passeio por Zhongnanhai, um antigo jardim imperial que agora serve como sede da cúpula do governo chinês.

Pequim entendeu que Trump valorizava demonstrações públicas de respeito, disse George Chen, sócio da área de Grande China do The Asia Group: "Xi sabe que é isso que Trump valoriza: ser tratado como um VIP, respeitado diante das câmeras".

O presidente dos EUA, Donald Trump (à esquerda), posa para fotos com o presidente da China, Xi Jinping, durante uma visita ao Jardim Zhongnanhai, em Pequim, em 15 de maio de 2026. — Foto: Evan Vucci / Pool / AFP

Com Putin, disse Chen, Xi passou a focar na substância. "Reafirmando o tratado de amizade, assinando novos acordos energéticos e reforçando a parceria 'sem limites'", acrescentou.

As semelhanças e os contrastes começaram com a agenda e duração da visita: o presidente dos EUA permaneceu na China por três dias, enquanto Putin ficou dois dias.

Ambos os líderes foram recebidos na Praça Tiananmen com guardas cerimoniais, uma banda militar e crianças acenando bandeiras.

O presidente russo Vladimir Putin e o presidente chinês Xi Jinping inspecionam a guarda de honra durante uma cerimônia de boas-vindas no Grande Salão do Povo, em Pequim. — Foto: Maxim Shemetov/Pool/Reuters

Ambos também realizaram reuniões a portas fechadas com Xi no Grande Salão do Povo, ao lado da praça.

Trump também fez um tour privado pelo Templo do Céu e caminhou pelos jardins imperiais de Zhongnanhai.

Putin, por sua vez, passou grande parte do tempo com Xi dentro do Grande Salão do Povo, onde os dois presidentes visitaram uma exposição de fotos sobre as relações China-Rússia e, mais tarde, tomaram chá.

A viagem da semana passada foi a segunda visita de Trump à China como presidente. Para Putin, foi a sua 25ª visita ao país.

O principal contraste entre as duas cúpulas foi a mensagem transmitida.

Com Trump, Xi focou na necessidade de manter uma relação relativamente estável após meses de tensões e uma guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo. Ele instou o presidente americano a enxergar a China como uma parceira, e não como uma rival, e ambos os líderes concordaram em trabalhar em prol do que descreveram como “uma relação construtiva China-EUA de estabilidade estratégica”.

Com Putin, Xi buscou reforçar e aprofundar uma parceria de longa data, importante tanto estratégica quanto economicamente para os dois países.

Embora os EUA e a China ainda estejam tentando estabilizar suas relações comerciais, Moscou e Pequim reafirmaram seu relacionamento como parceiros essenciais. Putin afirmou que a “força motriz” da relação era o setor energético, particularmente o petróleo e o gás.

China e Rússia firmaram mais de 40 acordos de cooperação, abrangendo áreas como comércio, tecnologia e intercâmbio de mídia. Os dois líderes também assinaram uma declaração conjunta descrevendo a Rússia e a China como "importantes centros de poder em um mundo multipolar".

Trump e Xi, por outro lado, não assinaram uma declaração conjunta nem supervisionaram publicamente a assinatura de quaisquer acordos durante a visita.

Foi somente após a saída do presidente americano de Pequim que os dois países anunciaram os detalhes de vários acordos, com Washington afirmando que a China concordou em comprar produtos agrícolas americanos a uma taxa anualizada de US$ 17 bilhões e adquirir 200 jatos Boeing.

“A China e a Rússia firmaram mais acordos, e com a China e os EUA, quais são os acordos? Nem isso está muito claro”, disse Claus Soong, analista do Instituto Mercator para Estudos da China, em Berlim.

Mas Lyle Morris, pesquisador sênior em segurança nacional chinesa e política externa do Centro de Análise da China do Asia Society Policy Institute, disse que a maior surpresa dos encontros entre Xi e Putin foi a aparente ausência de um acordo formal para o projeto do gasoduto Força da Sibéria 2, que poderia transportar gás da Rússia para a China através da Mongólia.

“Este é um grande revés para a Rússia e para Putin”, disse ele.

Moscou está alinhada com Pequim na questão de Taiwan, a ilha democrática que a China reivindica como sua. Enquanto isso, os EUA mantêm uma postura intencionalmente ambígua em relação à ilha e atuam como seu principal apoiador informal e fornecedor de armas.

Xi deixou claro para Trump que Taiwan é a questão mais importante na relação bilateral e alertou que o mau gerenciamento das relações dos EUA com a ilha autogovernada poderia levar a um confronto entre os dois países.

Trump não mencionou Taiwan publicamente durante a visita. Mas, em seu retorno aos Estados Unidos, descreveu a venda de armas para Taiwan como uma “ótima moeda de troca” com a China, comentários que geraram ansiedade na ilha.

Com Putin, não houve sinal de discordância sobre o assunto.

Na declaração conjunta assinada por Xi e Putin, a Rússia reiterou sua oposição à independência de Taiwan "em qualquer forma" e manifestou apoio ao que descreveu como os esforços da China para defender sua soberania e alcançar a "unificação nacional".

Segundo o Ministério das Relações Exteriores da China, ambos os lados também expressaram preocupação com o que chamaram de "remilitarização acelerada" do Japão, em um contexto de tensas relações sino-japonesas devido a Taiwan.

Qué observar

Perspectiva de IA — posibilidades, no hechos

  • Aprofundamento da parceria estratégica e econômica entre China e Rússia.

    Muy probable · Medio plazo

  • Aumento das tensões entre China e EUA em relação a Taiwan.

    Probable · Corto plazo

  • Negociações contínuas sobre o projeto do gasoduto Força da Sibéria 2.

    Posible · Medio plazo

Preguntas abiertas

  • Qual o impacto exato da ausência de um acordo formal para o gasoduto Força da Sibéria 2?
  • Como a postura dos EUA em relação a Taiwan evoluirá após os comentários de Trump?
  • Quais serão as próximas etapas na 'remilitarização acelerada' do Japão?
  • Qual a extensão da cooperação em tecnologia entre China e Rússia?

Temas relacionados

This article was originally published by G1.

Noticias relacionadas

Más sobre este temaXi Jinping