Última hora
DEMann soll Mutter angezündet und getötet habenARالأنظار تتجه نحو مواجهة المغرب وفرنسا في ربع نهائي كأس العالمRUУкраина: Агентство оборонных закупок поставляло ВСУ гранатометы 1980-х годов вместо новыхTRİran'da Eski Dini Lider Ali Hamaney İçin Meşhed'de Cenaze TöreniESFrancia y Marruecos abren los cuartos de final del MundialFRFrance's World Cup hopes dented by missed penalty against MoroccoARبلغاريا تعترض على عقوبات الاتحاد الأوروبي ضد البطريرك كيريل ورجل أعمال روسيRUБолгария пересмотрит соглашение с Rheinmetall о строительстве завода боеприпасовTRBakanlıktan Avrupa Parlamentosu'nun Kıbrıs Kararına Sert TepkiAUSnowy Hydro Contractor Webuild Defends Against Safety AllegationsDEMann soll Mutter angezündet und getötet habenARالأنظار تتجه نحو مواجهة المغرب وفرنسا في ربع نهائي كأس العالمRUУкраина: Агентство оборонных закупок поставляло ВСУ гранатометы 1980-х годов вместо новыхTRİran'da Eski Dini Lider Ali Hamaney İçin Meşhed'de Cenaze TöreniESFrancia y Marruecos abren los cuartos de final del MundialFRFrance's World Cup hopes dented by missed penalty against MoroccoARبلغاريا تعترض على عقوبات الاتحاد الأوروبي ضد البطريرك كيريل ورجل أعمال روسيRUБолгария пересмотрит соглашение с Rheinmetall о строительстве завода боеприпасовTRBakanlıktan Avrupa Parlamentosu'nun Kıbrıs Kararına Sert TepkiAUSnowy Hydro Contractor Webuild Defends Against Safety Allegations
Newsgather
BackVolkswagen enfrenta crise com custos altos e excesso de capacidade
Volkswagen enfrenta crise com custos altos e excesso de capacidade
En desarrollo
G13 sa önceBusiness3 dk okumaBrazil

Volkswagen enfrenta crise com custos altos e excesso de capacidade

En resumen

  • Pressionada por custos elevados, concorrência chinesa e tarifas dos EUA, a Volkswagen discute o fechamento de fábricas e cortes de pessoal.
  • A empresa busca reestruturação para manter competitividade diante de desafios na economia alemã.

Resumen generado por IA

Por qué importa

A Volkswagen enfrenta custos elevados, excesso de capacidade produtiva, concorrência chinesa e tarifas dos EUA, levando a discussões sobre fechamento de fábricas e cortes de pessoal.

Tamaño de fuente

Pressionada por custos elevados, excesso de capacidade produtiva no mercado doméstico, concorrência crescente de fabricantes chineses e tarifas de importação dos Estados Unidos, a Volkswagen enfrenta um dos momentos mais delicados de sua história recente.

A possibilidade de fechamento de fábricas e de cortes expressivos de pessoal em uma das companhias mais tradicionais da Alemanha, fundada há 89 anos, também evidencia os desafios enfrentados pela maior economia da Europa, marcada por crescimento lento e custos elevados de energia e mão de obra.

Durante reunião do conselho fiscal na sede da Volkswagen, em Wolfsburg, prevista para esta tarde no horário local, o presidente-executivo Oliver Blume precisará convencer os influentes representantes sindicais do colegiado a aceitarem um programa de cortes mais profundo em todo o grupo, que inclui marcas como Audi e Porsche.

Blume também enfrenta pressão das famílias Porsche e Piëch, controladoras da companhia, cujos principais investimentos perderam dezenas de bilhões de euros em valor de mercado nos últimos anos.

Em Wolfsburg, trabalhadores protestavam com apitos, bandeiras vermelhas do sindicato e faixas. Em uma delas, lia-se a mensagem "Gemeinsam stark", expressão em alemão que significa "fortes juntos". Ao fundo, buzinas reforçavam o clima de mobilização.

Em nota enviada por e-mail, um porta-voz da Volkswagen afirmou que a empresa compartilha das preocupações dos trabalhadores sobre o futuro, mas considera necessária uma reestruturação para preservar a competitividade.

No que pode se tornar a maior reestruturação da história da Volkswagen, fontes afirmam que Blume estuda fechar quatro fábricas na Alemanha, localizadas em Hanover, Emden, Zwickau e Neckarsulm, onde funciona uma unidade da Audi.

Segundo a revista Spiegel, a produção nas unidades de Zwickau e Emden seria encerrada gradualmente ao longo dos próximos cinco anos. A fábrica de veículos comerciais de Hanover seguiria o mesmo caminho em 2032, enquanto a unidade da Audi, em Neckarsulm, teria as atividades encerradas em 2034.

O conselho fiscal da Volkswagen reúne representantes das famílias controladoras, dos sindicatos e do governo do estado da Baixa Saxônia. Esse modelo de governança compartilhada frequentemente torna as decisões mais complexas.

Antes da reunião, a revista WirtschaftsWoche informou que o governo da Baixa Saxônia estaria disposto a aceitar o fechamento de fábricas. A informação, porém, foi negada por uma fonte do governo estadual, que classificou a reportagem como "um completo absurdo".

No acordo de reestruturação firmado no fim de 2024, os sindicatos conseguiram da direção da empresa o compromisso de evitar o fechamento de fábricas na Alemanha. Desde então, a Volkswagen vem buscando alternativas para dar nova destinação a unidades com baixa utilização.

Entre as iniciativas analisadas estão a busca por um parceiro da indústria de defesa para a fábrica de Osnabrück e a possibilidade de produzir na Alemanha modelos desenvolvidos originalmente para o mercado chinês.

Dados da Mobility Global analisados pela Reuters indicam que as fábricas do grupo Volkswagen na Alemanha deverão operar com 81% da capacidade considerada padrão em 2026. A previsão é que esse índice caia para 73% até o fim da década, mesmo considerando a retirada planejada da unidade de Osnabrück da rede produtiva.

Entre as quatro fábricas ameaçadas de fechamento, Zwickau aparece como a de maior utilização prevista para 2026, com 88% da capacidade ocupada. Ainda assim, a estimativa é de que esse percentual recue para apenas 42% até 2030, segundo os mesmos dados.

Qué observar

Perspectiva de IA — posibilidades, no hechos

  • Fechamento de quatro fábricas na Alemanha (Hanover, Emden, Zwickau, Neckarsulm) nos próximos anos.

    Probable · En años

  • Cortes expressivos de pessoal em toda a Volkswagen.

    Probable · En meses

Preguntas abiertas

  • Quais fábricas específicas serão fechadas?
  • Qual o número exato de cortes de pessoal?
  • Como a empresa realocará a produção restante?

Temas relacionados

This article was originally published by G1.

Noticias relacionadas

Brasil mantém imposto de exportação de petróleo bruto em 12% por 60 dias
En desarrollo·4 sa önce

Brasil mantém imposto de exportação de petróleo bruto em 12% por 60 dias

O Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex-Camex) decidiu manter em 12% a alíquota do imposto de exportação sobre óleos brutos de petróleo por até 60 dias. A medida temporária busca preservar o abastecimento interno e garantir matéria-prima para refinarias brasileiras, em resposta à deterioração geopolítica no Oriente Médio e à escalada da guerra entre EUA e Irã.

G1
Más sobre este temavolkswagen