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Copa do Mundo Feminina

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Últimas noticias

Deportes
10.05.2026

Brasil derrota Argentina e é campeão Sul-Americano Sub-17 feminino

Na noite deste sábado (9), a Seleção Feminina Sub-17 de futebol venceu a Argentina por 3 a 2 e conquistou o título do Sul-Americano. A partida ocorreu no Estádio Defensores del Chaco, em Assunção, no Paraguai. Esta foi a primeira vez que a Amarelinha foi campeã sob comando da técnica Rilany Silva. Apesar da Argentina abrir o placar aos 4 minutos de jogo, o Brasil sempre foi superior durante toda a partida. E empatou conseguiu o empate ainda no primeiro tempo com gol de Gamonal, aos 28 minutos. Notícias relacionadas:Santos faz 2 a 0 no Fluminense fora de casa pelo Brasileiro Feminino.Nos acréscimos da etapa inicial, Nicolly ficou de cara para o gol, mas sofreu um pênalti, convertido por Helena, colocando o Brasil na frente do placar. Ainda na primeira etapa, Nicolly Manuel balançou a rede das “Hermanas” para ampliar a vantagem. Na segunda etapa, o time argentino conseguiu se sobrepor e marcou seu segundo, mas não foi o suficiente para tirar o título do Brasil. Campanha do título A Amarelinha fez campanha invicta no torneio continental. Cinco vitórias e um empate, 21 gols marcados e apenas seis sofridos. Com mais essa conquista, o Brasil segue sendo o maior vencedor da competição. São seis títulos: 2010, 2012, 2018, 2022, 2024 e 2026. Paraguai e Colômbia já ergueram o troféu do Sul-Americano uma vez. Já a Venezuela é bicampeã do torneio. A classificação para a final do Sul-Americano já havia garantido a Seleção na Copa do Mundo Feminina Sub-17 deste ano, em Marrocos entre outubro e novembro.

A
Agência Brasil Esportes
Deportes
08.05.2026

Reconhecidas por Lei da Copa, pioneiras seguem formando novas gerações

Há mais de duas décadas, Márcia Honório da Silva constrói o futuro do futebol brasileiro com a mesma garra que demonstrou em cerca de 20 anos de carreira nos gramados. Quando pendurou as chuteiras, passou a trabalhar nas categorias de base do futsal do Juventus, tradicional clube paulistano. Entre os nomes que ajudou a revelar, inicialmente, no salão, estão o volante Nonato (Fluminense) e o meia Rodrigo Nestor (Bahia). Atualmente Marcinha - como a ex-jogadora é conhecida - coordena equipes de futsal, com crianças de sete a 10 anos, na Sociedade Esportiva e Recreativa de Caieiras (SP), cidade onde nasceu há 63 anos. Uma dessas crianças já foi Matheus Bidu, hoje lateral-esquerdo do Corinthians. Os times são predominantemente masculinos. Mas no sub-7, uma garota joga em meio aos meninos. Notícias relacionadas:Aprovada na Câmara, lei da Copa Feminina reconhece atletas pioneiras.Mostra traz a luta da mulher no futebol e a história da Copa feminina.Caravana roda o país com ex-atletas do futebol feminino."Na minha época, isso não podia", recordou a ex-jogadora, à Agência Brasil. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Márcia Honório fez parte da primeira seleção brasileira de mulheres, que foi terceira colocada no Torneio Experimental da Federação Internacional de Futebol (Fifa), em 1988, na China. O evento reuniu 12 países e serviu de base para criação da edição inaugural da Copa do Mundo Feminina, três anos depois, no mesmo local. "Eu vivi o começo de tudo, quando não tínhamos nada, além da vontade. Eu falo para eles [crianças] que, hoje, existe estrutura, visibilidade, mas o que faz um campeão ainda é o mesmo que a gente tinha lá atrás. É coração, é respeito pela história, é a disciplina de querer sempre ser o melhor", disse Marcinha.   Após aposentar as chuteiras, Marcinha se dedicou à equipes de base do futsal. Na foto ela aparece ao lado do ex-aluno Matheus Bidu, hoje lateral-esquerdo do Corinthians - Acervo Pessoal/Márcia Honório Pioneiras como ela, que enfrentaram falta de apoio e visibilidade pelo sonho de viverem do futebol, podem conquistar um reparo histórico quase três décadas depois. O Projeto de Lei 1315/2026, que estabelece a Lei Geral da Copa de 2027, a ser disputada no Brasil, prevê o pagamento de R$ 500 mil às atletas das gerações de 1988 e de 1991. A Iniciativa é inspirada em medida adotada na ocasião do Mundial masculino de 2014, quando 51 campeões das edições de 1958, 1962 e 1970 - ou seus sucessores legais, no caso de falecidos - foram reconhecidos. "Trata-se de resgatar uma dignidade que foi negada por décadas. É prova de que aquela luta em campo finalmente foi reconhecida para a história oficial do nosso país. Lógico, vai ajudar bastante muita gente, mas acho que o reconhecimento é muito importante não só na parte financeira", destacou Márcia Honório. Assim como a ex-meio-campista, Rosilane Camargo Motta segue ligada ao esporte. Fanta, apelido da lateral-esquerda presente no Torneio de 1988 e em  três Copas do Mundo (1991, 1995 e 1999), dá aulas de futebol para meninas no Parque Oeste, Rio de Janeiro. Alimenta sonhos que, hoje, são mais factíveis que nos 20 anos dedicados por ela aos gramados, representando clubes como Santos, Vasco e Radar, este último o principal time feminino do país nos anos 1980. "[Ensino] vivência, disciplina, persistência e amadurecimento dentro da nossa modalidade, que já foi proibida um dia", contou Fanta, à Agência Brasil, fazendo menção ao período entre 1941 e 1979, em que a prática do futebol foi vetada às mulheres, devido ao Decreto-Lei 3199, do governo Getúlio Vargas. Atualmente, a ex-jogadora Fanta (terceira da esquerda para a direita) dá aulas de futebol para meninas no Parque Oeste, Rio de Janeiro - Acervo Pessoal/Rosilane Camargo Motta "[O reconhecimento às pioneiras] É justo e positivo. Acredito que a luta nunca foi em vão. Acredito também que a reparação é um legado deixado para nova geração", completou a ex-lateral-esquerda, de 60 anos, que também consegue um dinheiro extra como churrasqueira. Fanta trabalha, ainda, em uma das Vilas Olímpicas do projeto Rio: Capital do Futebol Feminino, de fomento à modalidade por meio de aulas gratuitas, ao lado da ex-zagueira Marisa, outra pioneira, capitã da seleção de 1988. A iniciativa tem como base a Copa do Mundo do ano que vem. A realização do Mundial em solo brasileiro, aliás, é aguardada com expectativa pelas pioneiras. "A importância é que só de ser no Brasil é uma grande vitória. O resto [impacto da Copa no futebol feminino], unidos pela modalidade, teremos que descobrir juntos", projetou Fanta. "Que a Copa venha melhorar o profissionalismo dos clubes, federações. Que invistam na base para colher frutos. Que a gente mude a preparação das marcas, mostrando que investir na mulher e na mulher atleta é necessário. E ver estádios lotados. Espero que o Brasil mostre ao mundo que sabemos organizar um evento digno do futebol feminino. Temos muito a fazer ainda, mas acho que melhoramos bastante desde a nossa época", concluiu Márcia Honório.

A
Agência Brasil Esportes
Deportes
08.05.2026

Reconhecimento a pioneiras da seleção feminina é "resgate" e "legado"

Há mais de duas décadas, Márcia Honório da Silva constrói o futuro do futebol brasileiro com a mesma garra que demonstrou em cerca de 20 anos de carreira nos gramados. Quando pendurou as chuteiras, passou a trabalhar nas categorias de base do futsal do Juventus, tradicional clube paulistano. Entre os nomes que ajudou a revelar, inicialmente, no salão, estão o volante Nonato (Fluminense) e o meia Rodrigo Nestor (Bahia). Atualmente Marcinha - como a ex-jogadora é conhecida - coordena equipes de futsal, com crianças de sete a 10 anos, na Sociedade Esportiva e Recreativa de Caieiras (SP), cidade onde nasceu há 63 anos. Uma dessas crianças já foi Matheus Bidu, hoje lateral-esquerdo do Corinthians. Os times são predominantemente masculinos. Mas no sub-7, uma garota joga em meio aos meninos. Notícias relacionadas:Aprovada na Câmara, lei da Copa Feminina reconhece atletas pioneiras.Mostra traz a luta da mulher no futebol e a história da Copa feminina.Caravana roda o país com ex-atletas do futebol feminino."Na minha época, isso não podia", recordou a ex-jogadora, à Agência Brasil. Márcia Honório fez parte da primeira seleção brasileira de mulheres, que foi terceira colocada no Torneio Experimental da Federação Internacional de Futebol (Fifa), em 1988, na China. O evento reuniu 12 países e serviu de base para criação da edição inaugural da Copa do Mundo Feminina, três anos depois, no mesmo local. "Eu vivi o começo de tudo, quando não tínhamos nada, além da vontade. Eu falo para eles [crianças] que, hoje, existe estrutura, visibilidade, mas o que faz um campeão ainda é o mesmo que a gente tinha lá atrás. É coração, é respeito pela história, é a disciplina de querer sempre ser o melhor", disse Marcinha. Após aposentar as chuteiras, Marcinha se dedicou à equipes de base do futsal. Na foto ela aparece ao lado do ex-aluno Matheus Bidu, hoje lateral-esquerdo do Corinthians - Acervo Pessoal/Márcia Honório Pioneiras como ela, que enfrentaram falta de apoio e visibilidade pelo sonho de viverem do futebol, podem conquistar um reparo histórico quase três décadas depois. O Projeto de Lei 1315/2026, que estabelece a Lei Geral da Copa de 2027, a ser disputada no Brasil, prevê o pagamento de R$ 500 mil às atletas das gerações de 1988 e de 1991. A Iniciativa é inspirada em medida adotada na ocasião do Mundial masculino de 2014, quando 51 campeões das edições de 1958, 1962 e 1970 - ou seus sucessores legais, no caso de falecidos - foram reconhecidos. "Trata-se de resgatar uma dignidade que foi negada por décadas. É prova de que aquela luta em campo finalmente foi reconhecida para a história oficial do nosso país. Lógico, vai ajudar bastante muita gente, mas acho que o reconhecimento é muito importante não só na parte financeira", destacou Márcia Honório. Assim como a ex-meio-campista, Rosilane Camargo Motta segue ligada ao esporte. Fanta, apelido da lateral-esquerda presente no Torneio de 1988 e em  três Copas do Mundo (1991, 1995 e 1999), dá aulas de futebol para meninas no Parque Oeste, Rio de Janeiro. Alimenta sonhos que, hoje, são mais factíveis que nos 20 anos dedicados por ela aos gramados, representando clubes como Santos, Vasco e Radar, este último o principal time feminino do país nos anos 1980. "[Ensino] vivência, disciplina, persistência e amadurecimento dentro da nossa modalidade, que já foi proibida um dia", contou Fanta, à Agência Brasil, fazendo menção ao período entre 1941 e 1979, em que a prática do futebol foi vetada às mulheres, devido ao Decreto-Lei 3199, do governo Getúlio Vargas. Atualmente, a ex-jogadora Fanta (terceira da esquerda para a direita) dá aulas de futebol para meninas no Parque Oeste, Rio de Janeiro - Acervo Pessoal/Rosilane Camargo Motta "[O reconhecimento às pioneiras] É justo e positivo. Acredito que a luta nunca foi em vão. Acredito também que a reparação é um legado deixado para nova geração", completou a ex-lateral-esquerda, de 60 anos, que também consegue um dinheiro extra como churrasqueira. Fanta trabalha, ainda, em uma das Vilas Olímpicas do projeto Rio: Capital do Futebol Feminino, de fomento à modalidade por meio de aulas gratuitas, ao lado da ex-zagueira Marisa, outra pioneira, capitã da seleção de 1988. A iniciativa tem como base a Copa do Mundo do ano que vem. A realização do Mundial em solo brasileiro, aliás, é aguardada com expectativa pelas pioneiras. "A importância é que só de ser no Brasil é uma grande vitória. O resto [impacto da Copa no futebol feminino], unidos pela modalidade, teremos que descobrir juntos", projetou Fanta. "Que a Copa venha melhorar o profissionalismo dos clubes, federações. Que invistam na base para colher frutos. Que a gente mude a preparação das marcas, mostrando que investir na mulher e na mulher atleta é necessário. E ver estádios lotados. Espero que o Brasil mostre ao mundo que sabemos organizar um evento digno do futebol feminino. Temos muito a fazer ainda, mas acho que melhoramos bastante desde a nossa época", concluiu Márcia Honório.

A
Agência Brasil Esportes
Judô feminino lidera medalhas olímpicas do Brasil e interesse feminino por esportes cresce 25%
Deportes
24.04.2026Resumen IA

Judô feminino lidera medalhas olímpicas do Brasil e interesse feminino por esportes cresce 25%

Sarah Menezes, Rafaela Silva e Beatriz Souza garantiram ouros no judô feminino, tornando a modalidade a mais medalhista Olímpica do Brasil. Ketleyn Quadros abriu o caminho com bronze em Pequim 2008, seguida por Larissa Pimenta em Tóquio 2021 e Paris 2024. Estudo do Ibope Repucom revela que interesse feminino por esportes cresceu 25% entre 2020 e 2025, com skate crescendo 49% (Rayssa Leal) e futebol alcançando 64% de fãs mulheres. Brasil sediará Copa Feminina em 2027, com 65% de interesse declarado.

A
Agência Brasil Esportes
Brasil enfrenta Canadá no playoff da Billie Jean King Cup em novembro
En desarrollo
Deportes·23.04.2026Resumen IA

Brasil enfrenta Canadá no playoff da Billie Jean King Cup em novembro

A ITF sorteou os confrontos do playoff da Billie Jean King Cup 2026, e o Brasil enfrentará o Canadá em novembro. O local será confirmado pela CBT, que busca aproveitar a vantagem do mando de campo. A equipe brasileira será composta por jovens promessas de 16 anos, Nauhany Silva e Victória Barros, que se destacaram no Zonal I das Américas em Ibagué, na Colômbia.

A
Agência Brasil Esportes
Seleção feminina de futebol recebe EUA para dois amistosos no Brasil
Deportes
23.04.2026

Seleção feminina de futebol recebe EUA para dois amistosos no Brasil

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) confirmou, nesta quinta-feira (23), que a seleção feminina será anfitriã dos amistosos contra os Estados Unidos, tetracampeões mundiais, em junho. O primeiro duelo será dia 6, na Neo Química Arena, em São Paulo. Três dias depois, as equipes voltarão a medir forças, desta vez na Arena Castelão, em Fortaleza. Os estádios estão entre os selecionados para receber jogos da Copa do Mundo Feminina do ano que vem. As brasileiras estão garantidas, por serem o país-sede. Para se classificarem, as estadunidenses terão de alcançar, ao menos, as semifinais do Campeonato da Confederação de Futebol da América do Norte, Central e Caribe (Concacaf), em novembro. Notícias relacionadas:Brasil conquista título do FIFA Series de futebol feminino.Brasil conquista vitória histórica sobre os EUA no futebol feminino.Seleção brasileira goleia Zâmbia por 6 a 1 no Fifa Series.As seleções se enfrentaram seis vezes no Brasil, com duas vitórias para cada lado e dois empates. O último jogo foi em 21 de dezembro de 2014, pela final do Torneio Internacional de Brasília, competição amistosa que ainda reuniu China e Argentina. A rede não balançou no Mané Garrincha e o título foi das brasileiras. Uma semana antes, pela fase preliminar do evento, a equipe verde e amarela derrotou os Estados Unidos por 3 a 2, com três gols da atacante Marta. Os encontros mais recentes - também dois amistosos - ocorreram em abril do ano passado, ambos nos Estados Unidos. No primeiro jogo, em Inglewood, as anfitriãs venceram por 2 a 0. No duelo seguinte, o Brasil ganhou por 2 a 1 em San Jose, no primeiro triunfo sobre as rivais atuando na casa delas. “Os Estados Unidos têm uma seleção excelente, com muitas opções de atletas de alto nível. Elas são historicamente a seleção mais vencedora e o retrospecto contra o Brasil é muito favorável a elas. Mas nosso trabalho está focado em construir uma nova história e enfrentá-las será mais um passo importante”, destacou o técnico da seleção brasileira, Arthur Elias, em depoimento à CBF. Entre os dias 11 e 18 de abril, o Brasil recebeu o Fifa Series, torneio amistoso organizado pela Federação Internacional de Futebol (Fifa) que reuniu as seleções de Coreia do Sul, Zâmbia e Canadá na Arena Pantanal, em Cuiabá. As brasileiras ficaram com o título após vencerem as três adversárias e chegarem a dez jogos de invencibilidade atuando no país.

A
Agência Brasil Esportes
Basquete Feminino: TV Brasil transmite Sesi Araraquara X Santo André
Deportes
19.04.2026

Basquete Feminino: TV Brasil transmite Sesi Araraquara X Santo André

Neste domingo (19), a partir das 10h45, a TV Brasil exibe ao vivo a partida entre Sesi Araraquara e Santo André pela fase classificatória da Liga de Basquete Feminino (LBF). A disputa acontece no ginásio do Sesi de Araraquara,em São Paulo. A transmissão faz parte da temporada 2026 do campeonato que tem cobertura do canal público da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). O Sesi Araraquara chega para o jogo após ter perdido o último confronto contra o Sampaio Basquete por 76 a 49, no dia 12. No mesmo dia, o Santo André venceu o Salvador Basketball por 95 a 62. O Santo André também encarou o Unimed Campinas nesta quarta-feira (15), mas foi derrotado por 101 a 86. Esporte feminino Notícias relacionadas:Seleção masculina se classifica para Copa do Mundo de basquete 3x3.EBC e Esporte iniciam articulação para Copa do Mundo Feminina 2027.As transmissões da LBF integram a estratégia da EBC, gestora da TV Brasil, de valorizar o esporte feminino no país, ampliar o acesso das pessoas às competições e promover a aproximação entre o público do canal e a modalidade. Além dos duelos da LBF, a emissora também já está exibindo as partidas do Brasileirão Feminino da Série A1. Durante o ano, além da elite do futebol de mulheres, a TV Brasil mostra as fases decisivas das Séries A2 e A3, a partir das semifinais. Ainda traz para a telinha as emoções dos confrontos finais das categorias de base com a disputa pelo título do Brasileirão Feminino Sub-17 e Sub-20. As disputas ganham visibilidade ainda maior por meio da parceria com os canais que fazem parte da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP) e retransmitem a programação da TV Brasil em seus estados. Em 2025, a emissora também compartilhou com o público as emoções da Conmebol Copa América de Futebol Feminino. Ao vivo e on demand Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize: https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar. Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play, pelo site http://tvbrasilplay.com.br ou por aplicativo no smartphone. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV: https://tvbrasil.ebc.com.br/webtv.

A
Agência Brasil Esportes