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11.05.2026

Brasil defende inclusão dos pobres no orçamento público

O Brasil defendeu, nesta segunda-feira (11), durante conferência da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), em Paris, que a inclusão da população mais pobre no orçamento público é uma condição essencial para o desenvolvimento, uma vez que, quando as condições de vida melhoram, a economia também se fortalece. “Não há separação entre esses dois fatores”, disse o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, durante o painel de abertura do evento, após afirmar que investimento social voltado aos mais pobres é algo que reflete positivamente também no desenvolvimento econômico de um país. Notícias relacionadas:OCDE: geração atual vive mais, mas com múltiplas doenças crônicas.Brasil avança em ranking da OCDE de dados abertos e alcança 8ª posição.OCDE: reforma tributária brasileira tornará economia mais competitiva.Segundo Dias, o combate à fome e à pobreza precisa deixar de ser tratado como uma ação isolada e passar a integrar o núcleo das decisões econômicas. Na avaliação do ministro, esse enfrentamento deve estar no centro das estratégias globais não apenas por razões sociais, mas também pelos impactos na estabilidade e no desenvolvimento dos países. Renda, emprego e serviços “Tirar as pessoas da fome é apenas o começo. É preciso reforçar com outras políticas que ajudem as pessoas a superarem a miséria e a pobreza”, argumentou ao lembrar que o Brasil adotou como diretriz a inclusão dos mais pobres no orçamento público, o que, segundo ele, permitiu ampliar os acessos a renda, emprego e serviços essenciais. A estratégia, afirmou, contribui não apenas para reduzir a pobreza, mas também para dinamizar a economia. Nesse sentido, o governo brasileiro defende que políticas de combate à fome sejam acompanhadas por ações estruturantes, capazes de promover geração de renda e inclusão produtiva. “A transformação ocorre quando proteção social, segurança alimentar, crédito, educação e geração de renda são articulados de forma integrada — e quando resiliência climática, resposta à crise e proteção social avançam juntas por sistemas nacionais”, argumentou.  

A
Agência Brasil Economia
Los salarios reales en España llevan tres décadas congelados
NOTICIA
25.04.2026Resumen IA

Los salarios reales en España llevan tres décadas congelados

Los salarios reales en España apenas han crecido un 5% desde 1995, frente al 31% medio en la OCDE, situándose solo por encima de Italia y Japón. El PIB per cápita subió un 46% en el mismo periodo. Los millennials a los 30 años ganan un 16% menos que la Generación X, y la Generación Z tampoco ha superado a la X. Entre 2015 y 2024 el salario nominal subió un 26% pero el real solo un 1%, y el trabajador medio tiene un 5% menos de poder de compra. La cuña fiscal pasó del 40% en 2022 al 41,4% en 2025.

E
El País