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Kanunla Yapılan Değişiklikler: Çeltik, Alkollü İçki, Orman ve Veteriner Hekimliği Alanlarında Düzenlemeler
Política
6 g önceResumen IA

Kanunla Yapılan Değişiklikler: Çeltik, Alkollü İçki, Orman ve Veteriner Hekimliği Alanlarında Düzenlemeler

Yeni kanunla çeltik ekim alanları yerleşim yerlerine göre yeniden düzenleniyor, alkollü içki reklamları ve satışı kısıtlanıyor, Atatürk Orman Çiftliği arazileriyle ilgili muafiyetler getiriliyor, hidroelektrik santrallerinde güvenlik önlemleri zorunlu hale getiriliyor ve veteriner hekim disiplin cezaları güncelleniyor.

H
Hürriyet Gündem
Kaş Kalkan'da Patara Koyu'nu gören 196 bin metrekarelik ormanlık alan kurtarıldı
En desarrollo
Environment·18.05.2026Resumen IA

Kaş Kalkan'da Patara Koyu'nu gören 196 bin metrekarelik ormanlık alan kurtarıldı

Antalya Kaş Kalkan'da Patara Koyu'nu gören 196 bin metrekarelik ormanlık alan, 2021'de orman dışına çıkarıldı. Köylülerin tepkisi ve Tarım Orman İş Sendikası'nın mücadelesiyle alanın orman vasfı iade edildi. Zeytin ağaçları dikilerek 'kadim zeytinlik' süsü verilen alanda villa inşaatları ve taş satışı yapıldığı ortaya çıktı. Sorumlular hakkında suç duyurusunda bulunulmasıyla yıkım kararları alındı.

C
Cumhuriyet
Chess: Magnus Carlsen enjoys narrow win in Malmö during rare classical outing
Deportes
08.05.2026

Chess: Magnus Carlsen enjoys narrow win in Malmö during rare classical outing

The world No 1 lost to Jorden van Foreest, but squeezed into a tie for first and won the blitz playoffThe world No 1, Magnus Carlsen, making a rare return to classical chess this week at the annual TePe Sigeman tournament in Malmö, Sweden, squeezed through to a blitz ­playoff in Thursday’s final round after ­Turkey’s 14-year-old ­talent Yagiz Kaan Erdogmus ­blundered fatally in the late stages after reaching a drawn position.Carlsen tied on 5/7 with India’s Arjun Erigaisi and won the blitz playoff 2-1. This was the final sudden death game. Continue reading...

G
Guardian Sport
Goiás defende acordo com EUA para exploração de minerais críticos
NOTICIA
27.04.2026

Goiás defende acordo com EUA para exploração de minerais críticos

O governo de Goiás defendeu a legitimidade do memorando de entendimento que assinou com o governo dos Estados Unidos, em março deste ano, para promover a pesquisa e a exploração de minerais críticos no estado. Em nota enviada à Agência Brasil, a secretaria estadual de Comunicação afirmou que o objetivo do acordo com os EUA é buscar agregar valor à matéria-prima, atraindo investimentos e desenvolvimento tecnológico para Goiás. Notícias relacionadas:Ministro diz que país não quer apenas exportar minerais críticos.Empresa dos EUA compra mineradora brasileira de terras raras .Terras raras, minerais estratégicos e críticos: entenda as diferenças.“Tudo dentro do que prevê a legislação nacional”, assegurou a pasta, em resposta aos recentes comentários do ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa. Na última sexta-feira (24), o ministro afirmou que o governo de Goiás avançou sobre temas de competência do governo federal. “O subsolo brasileiro pertence à União. A competência para regulamentar [a exploração mineral] é da União. E quem estabelece relações com outros países é a União", disse Rosa ao participar do programa Bom Dia, Ministro. “Não queremos ser um exportador de matéria-prima”. Serra Verde A declaração ministerial foi feita no contexto da compra da mineradora Serra Verde pela norte-americana USA Rare Earth, por cerca de US$ 2,8 bilhões. A Serra Verde opera, desde 2020, a única mina de argilas iônicas ativa do Brasil, a Pela Ema, em Minaçu (GO). Também é a única produtora, fora da Ásia, de quatro elementos críticos e valiosos - disprósio (Dy), térbio (Tb), neodímio (Nd) e itrío (y) -, essenciais às indústrias de alta tecnologia e defesa e fundamentais à fabricação de imãs permanentes usados em veículos elétricos, drones, semicondutores e turbinas eólicas. Ao anunciar a compra de 100% do Grupo Serra Verde, a USA Rare Earth informou que pagará US$ 300 milhões em dinheiro pela mineradora brasileira. Os US$ 2,5 bi restantes serão pagos com 126,849 milhões de ações ordinárias da companhia estadunidense. Quando a negociação foi concluída, cada ação valia US$ 19,95. Às 13 horas de hoje (horário de Brasília), estavam sendo vendidas a US$ 23,08. Fundada há sete anos como uma startup, a USA Rare Earth obteve, em janeiro deste ano, do Departamento de Comércio dos EUA, um empréstimo de US$ 1,3 bi, mais US$ 277 milhões em financiamento. O empréstimo público bilionário é fruto da chamada Lei dos Chips (Chips and Science Act), que o ex-presidente dos EUA Joe Biden sancionou em agosto de 2022, destinando US$ 52,7 bi para promover a indústria estadunidense de semicondutores e chips eletrônicos. Em fevereiro, a Corporação Financeira dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (DFC), uma agência governamental estadunidense, concedeu um financiamento de US$ 565 milhões (o equivalente a cerca de R$ 3,2 bilhões, segundo o câmbio no dia do anúncio) à brasileira Serra Verde. O valor, segundo a agência, deve ser investido na otimização e expansão da mina Pela Ema, “o que contribuirá para o desenvolvimento de uma fonte de elementos de terras raras alinhada com a produção ocidental, incluindo elementos de terras raras pesadas”. De acordo com o governo de Goiás, o aporte financeiro na Serra Verde foi uma “iniciativa da DFC” e “reforça o interesse do EUA em diversificar fontes de minerais críticos fora da Ásia e reduzir dependência de cadeias de suprimentos dominadas pela China”. Ainda segundo o governo goiano, o aporte financeiro da DFC prevê “uma opção que confere ao governo dos EUA o direito de adquirir participação acionária minoritária” na Serra Verde. A Agência Brasil entrou em contato com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) e com a Casa Civil para que comentassem as manifestações goianas e aguarda resposta. “Vergonha” Desde que as negociações entre a Serra Verde e USA Rare Earth se tornaram públicas, no início deste mês, integrantes do governo federal passaram a criticar o acordo que o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado assinou em 18 de março, no Consulado Geral dos EUA, em São Paulo. A venda da empresa brasileira só foi confirmada na semana passada. “É uma vergonha inclusive o que o Caiado fez em Goiás. O Caiado fez um acordo com empresas americanas, fazendo concessão do que ele não pode fazer, porque é da União. Se a gente não tomar cuidado, essa gente vai vender o Brasil [...] Depois de levar nosso ouro, prata, diamante e florestas, o que eles querem mais?”, disse Lula, no último dia 8, em entrevista ao portal ICL Notícias. Na resposta que enviou à Agência Brasil, o governo de Goiás rebate às críticas federais, acusando o Palácio do Planalto de não ter formulado uma “política séria” para regulamentar a exploração e o processamento de terras raras no Brasil. “O governo federal perdeu o bonde da história [...] Goiás não ficou parado e tem buscado trazer tecnologia para separação e processamento dos minerais críticos, firmando acordos com os EUA e com o Japão que visam agregar valor aos minerais extraídos aqui [no estado]”, sustenta a secretaria de comunicação, destacando que, por não dispor da tecnologia para processar elementos como o disprósio (Dy), o térbio (Tb), o neodímio (Nd) e o itrío (y), o Brasil envia para a China os minerais críticos retirados do solo goiano. Na última sexta-feira (24), o ministro Márcio Elias Rosa admitiu que, na semana passada, o governo federal pediu ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), que retirasse de pauta o Projeto de Lei 2780/24 que institui a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos. A solicitação foi feita porque o Palácio do Planalto entende que, apesar da urgência do Congresso Nacional em estabelecer marcos legais claros para a exploração das terras raras, é preciso discutir mais a proposta antes de submetê-la à apreciação dos parlamentares.  "O governo federal quer apresentar propostas e sugestões que, sobretudo, aperfeiçoem o dever de industrialização dos minerais críticos", disse Márcio Elias, antecipando que representantes do governo devem se reunir com o relator do PL, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), nesta semana.  Consultada pela reportagem, a Agência Nacional de Mineração (ANM) informou que a legislação permite a atuação de empresas estrangeiras na mineração, desde que a companhia se instale no território nacional, abrindo uma subsidiária; tornando-se parceira de uma empresa brasileira do setor já existente ou adquirindo-a, total ou parcialmente.  Qualquer que seja o caso, o controle estratégico sobre os recursos minerais compete à União, responsável por regular e autorizar a exploração. Japão O acordo de cooperação internacional que o governo goiano assinou em março deste ano é semelhante a outro firmado com a Japan Oil, Gas and Metals National Corporation (JOGMEC), estatal japonesa vinculada ao Ministério da Economia, Comércio e Indústria do Japão e responsável por garantir o abastecimento de petróleo, gás natural e minerais metálicos no Japão. E que começou a ser negociado em julho de 2025. Segundo o governo estadual, a cooperação com o Japão envolve a exploração, mas também a instalação de empresas capazes de separar e processar terras raras em Goiás. Em particular, de óxidos de terras raras (OTR), cujas reservas goianas representam cerca de 25% dos estoques globais destes insumos. “Goiás não quer ser apenas exportador de matéria-prima”, afirmou, em agosto de 2025, o então governador Ronaldo Caiado.

A
Agência Brasil Economia
Axolotl Discovered at Historic Welsh Bridge in UK First
NOTICIA
26.04.2026Resumen IA

Axolotl Discovered at Historic Welsh Bridge in UK First

A critically endangered axolotl has been discovered under the 15th-century Dipping Bridge over the River Ogwr in Merthyr Mawr, south Wales – believed to be the first ever found in the wild in the UK. The 22cm amphibian, named Dippy, was discovered by 10-year-old Evie Hill last weekend. Animal welfare experts think the Pokémon-like creature was deliberately released, which is illegal and harmful to animal welfare.

G
Guardian UK
Injured axolotl rescued from river in Wales sparks curiosity about exotic pet ownership
NOTICIA
23.04.2026Resumen IA

Injured axolotl rescued from river in Wales sparks curiosity about exotic pet ownership

A 10-year-old girl discovered an injured axolotl, a critically endangered aquatic salamander native to Mexico, while holidaying in south Wales. Evie Hill found the 9-inch creature under Dipping Bridge on the River Ogmore near Bridgend. The axolotl, named Dippy, has injuries to its tail and stomach believed to have been caused by a predator. The discovery has raised questions about whether the animal was abandoned by a pet owner, as it's illegal to release axolotls into the wild in the UK. The species has gained popularity through social media and video games.

G
Guardian UK