
Dólar abre em queda e Ibovespa aguarda dados de inflação
O dólar iniciou o dia em queda de 0,24%, cotado a R$ 5,1103, enquanto o Ibovespa aguarda dados de inflação. Tensões no Oriente Médio e alta do petróleo também movimentam o mercado.

O dólar iniciou o dia em queda de 0,24%, cotado a R$ 5,1103, enquanto o Ibovespa aguarda dados de inflação. Tensões no Oriente Médio e alta do petróleo também movimentam o mercado.

EUA e Irã intensificam conflito no Estreito de Ormuz com ataques mútuos. Tráfego marítimo e comercial é afetado, com queda drástica no fluxo de navios-tanque. Mortos e feridos reportados em ambos os lados.

Forças dos EUA bombardeiam alvos no Irã em resposta a ataques a navios comerciais no Estreito de Ormuz. Trump ameaça ampliar ofensiva se novas embarcações forem alvos. Irã não assume autoria, mas já foi acusado antes.

EUA bombardeiam o Irã em resposta a ataques a navios no Estreito de Ormuz e restabelecem sanções ao setor de petróleo iraniano. O Irã confirma explosões e alerta para retaliação decisiva.

EUA bombardeiam bases militares no Bahrein e Kuwait e impõem novas sanções ao setor de petróleo do Irã. Ataques ocorrem após incidentes no Estreito de Ormuz e apesar de cessar-fogo.

Os EUA realizaram ataques "poderosos" contra o Irã em resposta a três embarcações comerciais atingidas no Estreito de Ormuz. O Centcom afirmou que a ação visa impor um alto custo a quem ataca navios. O Irã condenou a ação, que viola um memorando bilateral, e prometeu "medidas decisivas".

Exportações de petróleo do Golfo Pérsico aumentaram mais de 3 milhões de barris/dia em junho, superando 10 milhões, após acordo EUA-Irã restabelecer navegação no Estreito de Ormuz.

Cientistas revelam que manguezais, vitais para proteção costeira e absorção de CO2, estão em recuperação global desde 2010, superando perdas devido a leis mais fortes e regeneração natural, apesar de desafios como poluição e ciclones.
Junho de 2026 traz campanhas de doação de sangue, festas juninas, Dia de Corpus Christi e Dia dos Namorados. O mês também destaca a conscientização sobre obesidade infantil, violência contra crianças e idosos, e o Orgulho LGBTQIAPN+.

A SpaceX lançou com sucesso a Starship, a nave mais poderosa do mundo, em sua 12ª missão de testes. A nova geração da nave possui sistemas aprimorados para missões mais longas e um mecanismo de transferência de combustível no espaço.
A Agência Tasnim, ligada ao Corpo de Guardas da Revolução Islâmica (CGRI) , informou que se o bloqueio naval dos Estados Unidos (EUA) continuar, o Estreito de Ormuz voltará a ser fechado, prejudicando a comercialização de 20% da produção de petróleo no mundo. Para os iranianos, a permanência dos navios estadunidenses na região é violação do acordo de cessar-fogo. As embarcações bélicas dos EUA podem prejudicar exportações e importações do Irã. Notícias relacionadas:Peru: ultraconservador e esquerda disputam voto a voto para 2º turno.Israel atacou 129 unidades de saúde no Líbano em 45 dias de guerra.Irã e Hezbollah atribuem cessar-fogo à união do Eixo da Resistência.Navios norte-americanos estão posicionados no Oceano Índico a uma distância do Estreito de Ormuz de onde podem interceptar eventuais ataques do Irã. Em postagem em rede social, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o bloqueio naval contra o Irã permanecerá em pleno vigor “até que nossas negociações sejam 100% concluídas.” Além do fim do bloqueio naval, a liberação do Estreito de Ormuz está condicionada À proibição de passagem de navios militares e de navios de carga de países considerados hostis Ao trânsito exclusivo das embarcações na rota designada pelo Irã À coordenação do CGRI O cessar-fogo dos ataques de Israel ao Líbano, determinado por Donald Trump após exigência do Irã, também foi condição fundamental para a reabertura do Estreito de Ormuz. Após o fracasso das negociações de paz no Paquistão no último fim de semana, os EUA anunciaram bloqueio naval contra os portos iranianos. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp A eficiência desse bloqueio às exportações e importações iranianas é contestada. Três petroleiros iranianos, transportando 5 milhões de barris de petróleo bruto, deixaram o Golfo Pérsico pelo Estreito de Ormuz em meio ao bloqueio dos EUA, informou a empresa de rastreamento de navios Kpler à agencia francesa AFP.
A Irna, agência de notícias oficial da República Islâmica do Irã, informou neste sábado (18) que o controle sobre o Estreito de Ormuz foi restaurado ao seu status anterior, com supervisão reforçada pelas Forças Armadas do país. O porta-voz do Quartel-General Central Khatam al-Anbiya do Irã, tenente-coronel Ebrahim Zolfaghari, se referiu ao estreito como estratégico e citou que o local está “sob estrita gestão e controle das Forças Armadas”. Notícias relacionadas:Irã pode fechar Estreito de Ormuz se bloqueio naval dos EUA persistir.Irã e Hezbollah atribuem cessar-fogo à união do Eixo da Resistência.Irã anuncia abertura de Ormuz depois de cessar-fogo no Líbano.Ele observou que o Irã havia concordado anteriormente, num ato “de boa fé” e seguindo acordos prévios feitos durante as negociações, em permitir a passagem controlada de um número limitado de petroleiros e embarcações comerciais pelo estreito. No entanto, os Estados Unidos (EUA), segundo ele, continuaram a “violar repetidamente os compromissos” acordados e a praticar “pirataria e roubo marítimo sob o chamado bloqueio”. “Portanto, o controle do Estreito de Ormuz retornou ao seu estado anterior”, reforçou. Ameaças A Agência Tasnim, ligada ao Corpo de Guardas da Revolução Islâmica (CGRI) , já havia informado que, caso o bloqueio naval dos Estados Unidos continuasse, o estreito voltaria a ser fechado, prejudicando a comercialização de 20% da produção de petróleo no mundo. Para os iranianos, a permanência dos navios estadunidenses na região é violação do acordo de cessar-fogo. Navios dos EUA estão posicionados no Oceano Índico a uma distância do Estreito de Ormuz de onde podem interceptar eventuais ataques do Irã. Cessar-fogo Na última quinta-feira (16), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou ter costurado um acordo de cessar-fogo entre Líbano e Israel, com duração de dez dias. A trégua era uma das exigências do Irã para continuidade das negociações. Em comunicado divulgado na sexta-feira (17), a Força Naval do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) informou que uma “nova ordem” passaria a reger o estreito, fazendo referência ao cessar-fogo. No mesmo dia, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, declarou que a navegação pelo Estreito de Ormuz estaria completamente aberta durante o restante do cessar-fogo. “Em conformidade com o cessar-fogo no Líbano, a passagem de todas as embarcações comerciais pelo Estreito de Ormuz está declarada totalmente aberta durante o período restante do cessar-fogo”, di