Mercado Revê para Baixo Expectativas de Inflação para 2026
O mercado financeiro reduziu para 5,02% as expectativas de inflação para 2026, abaixo dos 5,16% previstos há quatro semanas. O PIB também teve previsão ajustada para 1,98%.
O mercado financeiro reduziu para 5,02% as expectativas de inflação para 2026, abaixo dos 5,16% previstos há quatro semanas. O PIB também teve previsão ajustada para 1,98%.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o crescimento da dívida pública brasileira decorre dos juros altos e da rolagem de dívidas com títulos novos, e não de excesso de gastos do governo.
O indicador de endividamento das famílias brasileiras alcançou 82% em julho, o maior patamar histórico pelo sexto mês consecutivo, segundo dados da CNC divulgados nesta quinta-feira (6).
O Copom reduziu a Taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 14% ao ano, no quarto corte consecutivo. A decisão foi elogiada por agentes econômicos, mas considerada insuficiente e restritiva por federações industriais e sindicais.
O Copom reduziu a Taxa Selic em 0,25 ponto percentual, passando de 14,25% para 14% ao ano. A decisão reflete a estratégia de convergência da inflação para a meta, em meio a um cenário externo de cautela e mercado de trabalho aquecido.
O mercado financeiro revisou para baixo as expectativas de inflação e, pela primeira vez desde março, da taxa Selic para 2026, conforme o Boletim Focus do Banco Central. As projeções para o PIB e o câmbio em 2027 também foram reduzidas, enquanto as de 2028 se mantiveram estáveis.
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central inicia sua quinta reunião de 2026, com o mercado financeiro projetando novos cortes na Taxa Selic, atualmente em 14,25%, e uma redução nas expectativas de inflação para 5,03%, ainda acima da meta de 4,5%.
O boletim Focus do Banco Central revela que as projeções do mercado financeiro para a inflação (IPCA) em 2026 continuam em queda, atingindo 5,15%. As expectativas para o PIB, câmbio e taxa Selic para o mesmo período e anos seguintes mantiveram-se estáveis.
O mercado financeiro, via Boletim Focus do Banco Central, reduziu a estimativa de inflação para 2026 para 5,15%, a terceira queda consecutiva. Projeções para Selic, PIB e câmbio também foram atualizadas, com a taxa básica de juros mantida em 14% para o fim de 2026.

Geração Z demonstra forte intenção de compra de imóveis em 2026, priorizando localização, tecnologia, sustentabilidade e espaços compartilhados, mudando o foco de patrimônio para estilo de vida.

A Porto Vale, maior corretora de consórcios do Brasil, registrou um crescimento de 46% nas vendas de cotas no primeiro semestre, superando os resultados de 2025. O setor de consórcios ganha relevância com a taxa Selic elevada.
A Dívida Pública Federal (DPF) ultrapassou R$ 9 trilhões em maio, impulsionada pela emissão recorde de títulos ligados à Taxa Selic. O Tesouro Nacional divulgou alta de 2,66% no mês, com o estoque atingindo R$ 9,033 trilhões.
As vendas de títulos públicos do Tesouro Direto a pessoas físicas atingiram R$ 10,22 bilhões em maio, um recorde para o mês, impulsionadas pelo novo Tesouro Reserva. O estoque total alcançou R$ 251,01 bilhões, e o número de investidores ativos cresceu 19,19% em 12 meses.
O Banco Central do Brasil elevou sua projeção de crescimento econômico para 2% em 2026, citando o bom desempenho do PIB no primeiro trimestre e melhores perspectivas para a agropecuária e indústria extrativa. O relatório também aponta aumento da probabilidade de a inflação estourar o teto da meta em 2026, enquanto a Selic foi reduzida para 14,25% ao ano.
A previsão de inflação (IPCA) para 2024 subiu para 5,33% no Boletim Focus, estourando a meta do BC. A taxa Selic foi reduzida, mas incertezas globais e regionais impactam o ritmo. Projeções de PIB também foram ajustadas.
Economistas revisaram para cima as projeções de inflação para 2026-2028 e esperam apenas um corte na taxa de juros em 2026. A guerra no Oriente Médio impactou o preço do petróleo e a inflação brasileira.

Lucro líquido dos bancos brasileiros atingiu recorde em 2025, impulsionado por diversificação de receitas e eficiência operacional, apesar da alta taxa de juros Selic. Rentabilidade supera pares em países desenvolvidos.

O acordo de paz entre EUA e Irã encerra conflito de quatro meses que impactou a economia global. A guerra elevou o preço do petróleo, pressionou a inflação e afetou mercados financeiros. A normalização econômica é esperada gradualmente.
A economia brasileira registrou um crescimento de 0,1% entre março e abril, apesar dos juros altos e do aumento do preço do petróleo. O Monitor do PIB da FGV indicou resiliência, com destaque para o consumo das famílias e as exportações. O PIB acumulado no ano até abril foi estimado em R$ 4,376 trilhões.
CNI e CUT consideram a redução da Selic de 14,50% para 14,25% insuficiente para reverter a estagnação de investimentos e aliviar famílias e empresas. CBIC vê como positiva, mas pede continuidade.
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu a Taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,25% ao ano. Esta é a terceira redução consecutiva, visando estimular a economia e controlar a inflação, apesar das incertezas geopolíticas.

O Copom do Banco Central decidiu reduzir a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,25% ao ano. A decisão, já esperada pelo mercado, considera a queda das tensões no Oriente Médio e a desaceleração da inflação oficial.

Analistas financeiros projetam corte de 0,25 ponto percentual na taxa Selic nesta quarta-feira (17), após acordo de paz EUA-Irã e queda do petróleo. Será a terceira redução seguida, com a taxa podendo cair para 14,25%.
Mercado financeiro eleva estimativas para Selic e IPCA em 2024. Projeção para juros sobe para 13,75% no fim de 2026. Inflação oficial, IPCA, pode chegar a 5,3%.