Newsgather

The Times

Estable25 noticias13 fuentesÚltima actualización: 13 sa önce

Últimas noticias

Zack Polanski says he was wrong to call himself a Red Cross spokesperson
NOTICIA
06.05.2026

Zack Polanski says he was wrong to call himself a Red Cross spokesperson

Green party leader also accuses rightwing media of politically motivated attacks as popularity growsZack Polanski has said he was wrong to describe himself as a British Red Cross spokesperson, and that intensified media scrutiny of the Green party reflected fears of its rising popularity and support for wealth taxes.Polanski described himself as a British Red Cross spokesperson while campaigning for the party leadership, the Times revealed. The claim was also mentioned on his personal website in 2020 when he said he was “really proud of the work we do”. Continue reading...

G
Guardian UK
Polanski accuses Times of ‘scraping the barrel’ over his claim to be charity spokesperson – UK politics live
NOTICIA
06.05.2026

Polanski accuses Times of ‘scraping the barrel’ over his claim to be charity spokesperson – UK politics live

Green leader said he hosted fundraisers for the Red Cross but accepts he should not have described himself as a spokesperson for itGood morning. Zack Polanski was largely unknown until he became the Green party leader in September last year and since then, as his party has soared in the polls, there has been intense scrutiny of his pre-politics career. The best-known embarrassing revelation about his past is the fact that he once told a woman he could enlarge her breasts if she listened to his hypnotherapy spiel. Nigel Farage, who also leads a dispruption party enjoying spectacular success, has scandals in his past too, and Polanski’s allies would argue that they are worse. Farage took a £5m donation from a political supporter which he did not declare, he still has not provided as good explanation as to how his partner was able to afford to buy a home in Farage’s Clacton constituency and arguably he told 30 million women that he could enlarge the size of their bank balances if they listened to his spiel on Brexit. Guardian readers can decide for themselves who is more dodgy.But, as we tell our children, life isn’t fair. And it certainly isn’t fair for leftwing politicians campaigning in an environment where the rightwing media have considerable influence. Polanski discovered that again last night when the Times printed a story with various claims about him, of which the main one related to an allegation about his embellishing his CV. Here is our version by Jessica Elgot.I hosted various fundraisers for the British Red Cross, and indeed I would go on stage and speak for them about the amazing work they do tackling humanitarian crises, on the climate crisis and indeed for refugees all around the world.I used the wrong word and I accept that.It feels some of these stories feel like scraping the barrel to go back 10, 15 years.I’ve had so many friends – I’m literally talking maybe 20 or 30 in the last few weeks – who have phoned me and said a Times journalist has been phoning and they’ve been desperately trying to find things about your past. They asked me lots of questions and seem disappointed that I didn’t have some juicy, dirty gossip. Continue reading...

G
Guardian UK
Karren Brady steps down as West Ham vice-chair after 15 years
En desarrollo
Deportes·21.04.2026Resumen IA

Karren Brady steps down as West Ham vice-chair after 15 years

Karren Brady has resigned as vice-chair of West Ham United, departing the club where she served on the board since January 2010. The announcement came the morning after West Ham drew at Crystal Palace, leaving them two points above the relegation zone. Brady, who previously managed Birmingham City, oversaw the club's Europa Conference League victory and key developments including the London Stadium contract and Declan Rice's record transfer. Joint-chair Daniel Kretinsky praised her essential contributions amid fan criticism targeting her and co-owner David Sullivan.

G
Guardian Sport
Irã e Hezbollah atribuem cessar-fogo à união do Eixo da Resistência
Mundo
19.04.2026

Irã e Hezbollah atribuem cessar-fogo à união do Eixo da Resistência

O governo iraniano e o grupo político-militar Hezbollah atribuíram o cessar-fogo no Líbano à união e capacidade de combate do Eixo da Resistência, formado por grupos que se opõem à política de Israel e dos Estados Unidos (EUA) no Oriente Médio. O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, vem tentado capitalizar o cessar-fogo como resultado de ação da Casa Branca. Por outro lado, a trégua no Líbano era uma das exigências de Teerã para as negociações com Washington. Após o fim das batalhas, o Irã anunciou a abertura do Estreito de Ormuz para barcos comerciais.  Notícias relacionadas:Irã anuncia abertura de Ormuz depois de cessar-fogo no Líbano.Trump anuncia cessar-fogo entre Israel e Líbano por dez dias.Papa Leão XIV critica mundo "devastado por tiranos".Em comunicado, o partido-milícia Hezbollah afirmou que fez 2.184 operações militares em 45 dias de batalhas contra o exército israelense, em uma média de 49 operações por dia. Os ataques visaram as forças de ocupação de Israel dentro do território libanês, além de locais, quartéis e bases militares dentro de Israel e dos territórios palestinos ocupados em até 160 quilômetros após a fronteira. “Nossa mão permanecerá no gatilho em antecipação a qualquer violação ou traição pelo inimigo, enfatizando a adesão à opção de confronto e continuar a defender o país, e permanecer no pacto até o último suspiro", diz comunicado divulgado pela TV Al-Manar, ligada ao Hezbollah. O chefe do Parlamento iraniano, Mohammed B. Ghalibaf, responsável pela delegação do Irã que negocia com os EUA, disse que o cessar-fogo é resultado da Resistência do Hezbollah e da união do Eixo da Resistência. “A Resistência e o Irã são uma só entidade, seja na guerra ou no cessar-fogo. Cabe à América recuar do erro de ‘Israel em primeiro lugar’. O cessar-fogo não foi senão resultado da resistência do Hezbollah e da união do Eixo da Resistência; e lidaremos com este cessar-fogo com cautela, e permaneceremos juntos até a verificação completa da vitória”, disse em uma rede social. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Ismail Baghaei, argumentou que o cessar-fogo foi fruto direto dos esforços diplomáticos ​​de Teerã. “Desde o início das negociações com várias partes regionais e internacionais, incluindo as negociações em Islamabad, a República Islâmica do Irã tem consistentemente enfatizado a necessidade imperativa de um cessar-fogo simultâneo em toda a região, inclusive no Líbano”, afirmou Baghaei. Israel O governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu vinha anunciando que ocuparia o Sul do Líbano até o Rio Litani, a 30 quilômetros da fronteira entre os dois países. No dia anterior ao anúncio do cessar-fogo, Netanyahu disse que deu instruções para continuar com a guerra para tomar a cidade de Bent Jbel. Segundo o jornal israelense The Times of Israel, os ministros do gabinete do governo receberam "com surpresa" a notícia do cessar-fogo. Netanyahu teria informado que concordou com o cessar-fogo a pedido de Trump. A oposição a Netanyahu criticou o cessar-fogo “imposto” a Israel. Outro portal de notícias de Israel, o Ynet, informou que um oficial militar do país disse que as tropas continuariam no território libanês, apesar do cessar-fogo. Entenda A atual fase da guerra que envolve Israel e Líbano teve início em outubro de 2023, quando o Hezbollah inicia ataques contra o norte de Israel em solidariedade ao povo palestino, diante dos massacres na Faixa de Gaza.  Em novembro de 2024, foi costurado um acordo de cessar-fogo entre o grupo político militar xiita e Tel Aviv. Porém, tal acordo nunca foi respeitado por Israel, que continuava realizando ataques no Líbano. Com o início da agressão contra o Irã, em 28 de fevereiro, o Hezbollah voltou a atacar Israel em resposta às violações sistemáticas do cessar-fogo nos últimos meses e também em retaliação ao assassinato do líder Supremo do Irã, Ali Khamenei.   No dia 8 de abril, é anunciado o cessar-fogo da guerra no Irã, mas Israel continua com ataques no Líbano, desrespeitando novamente o acordo, dessa vez, costurado pelo Paquistão. O Irã vinha exigindo que o Líbano fosse abarcado pelo cessar-fogo para dar continuidade às negociações com os EUA, com a segunda rodada de conversas prevista para os próximos dias. História O conflito entre Israel e o Hezbollah remonta à década de 1980, quando a milícia xiita foi criada em reação à invasão e ocupação de Israel no Líbano para perseguição dos grupos palestinos que buscavam refúgio no país vizinho. Em 2000, o Hezbollah conseguiu expulsar os israelenses do país. Ao longo dos anos, o grupo se torna um partido político com assentos no Parlamento e participação nos governos. O Líbano ainda foi atacado pelo governo de Israel em 2006, 2009 e 2011.

A
Agência Brasil Internacional