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São Paulo registra recorde de mortes por intervenção policial em 2025, aponta relatório
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Crime·1/7/2026Resumen IA

São Paulo registra recorde de mortes por intervenção policial em 2025, aponta relatório

O estado de São Paulo registrou o maior número de mortes por intervenção policial desde 2019, com 834 vítimas em 2025, segundo o relatório 'Pele Alvo'. O aumento de 2,7% ocorre em meio à queda de outros crimes e atinge desproporcionalmente a população negra e periférica, indicando uma política de segurança baseada no confronto e enfraquecimento de mecanismos de controle.

G
G1
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Família de Ryan, 4, indignada com arquivamento de inquérito sobre morte do menino
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Crime·13/6/2026Resumen IA

Família de Ryan, 4, indignada com arquivamento de inquérito sobre morte do menino

A família de Ryan da Silva Andrade Santos, 4 anos, morto após ser atingido por um disparo durante operação policial no Morro São Bento, em Santos (SP), manifestou indignação com o arquivamento do inquérito. O MP-SP e a Polícia Civil concluíram que os policiais agiram em legítima defesa, mas a defesa da família alega que há confronto entre a versão policial e testemunhas, e que a ausência de câmeras corporais facilitou manipulação.

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G1
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MPRJ acompanha investigações sobre morte de empresário por policiais
NOTICIA
28/4/2026

MPRJ acompanha investigações sobre morte de empresário por policiais

O Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAESP/MPRJ) acompanha as investigações da morte do empresário Daniel Patrício Santos de Oliveira, ocorrida na última quarta-feira (22), na Pavuna, zona norte do Rio.  O caso foi comunicado ao plantão de monitoramento, conforme previsto na ADPF 635 [Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental], conhecida como ADPF das Favelas. Notícias relacionadas:"Carinhoso, sorridente, feliz", diz mãe sobre filho morto por PMs .Violência interrompe transportes e afeta acesso à educação no Rio.O GAESP/MPRJ também segue acompanhando o andamento das investigações conduzidas pela Corregedoria da Polícia Militar e pela Delegacia de Homicídios da Capital para esclarecer as circunstâncias da ação policial, identificar eventuais irregularidades em relação aos protocolos operacionais e apurar a responsabilidade de todos os envolvidos, inclusive os que não estavam presentes na cena do crime. Daniel, de 29 anos, foi morto após o carro em que estava com dois amigos ser alvo de cerca de 23 tiros, de acordo com testemunhas, durante uma abordagem policial na Pavuna. Daniel chegou a sinalizar com os faróis do veículo, na tentativa de indicar que se tratavam de moradores da região, mas os disparos não cessaram. O sargento Rafael Assunção Marinho e o cabo PM Rodrigo da Silva Alves foram presos em flagrante pela Corregedoria da corporação por homicídio doloso, quando há intenção de matar. O crime é previsto na Justiça Militar.  O juiz manteve os dois policiais presos,  após passarem por audiência de custódia.  Esclarecimentos A Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania (CDDHC) da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro atendeu a viúva de Daniel Patrício Santos de Oliveira, Karina Paes. A comissão vai oficiar a Corregedoria da Polícia Militar e a Secretaria de Segurança Pública para solicitar esclarecimentos sobre os protocolos adotados na ação policial e informações sobre o uso das câmeras corporais pelos agentes envolvidos. Para a presidente da CDDHC, deputada Dani Monteiro, o caso evidencia uma lógica recorrente de violações.  “Há indícios graves de uso desproporcional da força e quebra de protocolos, em um contexto que já vitimou outras pessoas, como a médica Andrea Marins, no mês passado. Mais uma vez falamos que isso não é episódio isolado”. 

A
Agência Brasil Geral