
Anvisa restringe suspensão de produtos da Ypê a lotes mais antigos
Anvisa reduz suspensão de produtos da Ypê, focando em lotes antigos de detergentes, desinfetantes e lava-roupas. Produtos de 2026 com análises satisfatórias são liberados.

Anvisa reduz suspensão de produtos da Ypê, focando em lotes antigos de detergentes, desinfetantes e lava-roupas. Produtos de 2026 com análises satisfatórias são liberados.

A Hungria implementou políticas ambiciosas para aumentar a taxa de natalidade, oferecendo empréstimos e subsídios a casais que prometem ter filhos. Apesar de um aumento inicial, a fertilidade voltou a cair, levantando dúvidas sobre a eficácia das medidas financeiras e a importância de fatores culturais e serviços básicos.

Ypê agora oferece troca ou reembolso para produtos com lote final "1" suspensos pela Anvisa. A medida vale para lava-louças líquidos e desinfetantes fabricados antes de março de 2026 e lava-roupas líquidos fabricados antes de abril de 2026. Novos lotes de lava-louças e desinfetantes foram liberados.

Anvisa mantém suspensão de lotes específicos de desinfetantes, lava-louças e lava-roupas da Ypê fabricados antes de março e abril de 2026. A medida visa falhas nas Boas Práticas de Fabricação identificadas em inspeção.

A Ypê retomará a capacidade máxima de produção em suas fábricas paralisadas em Amparo (SP) em até uma semana, após liberação da Anvisa. A suspensão ocorreu devido a risco de contaminação microbiológica.

Ataques a instalações de saúde no Congo, incluindo o Hospital Geral de Mongbwalu, onde agressores exigiram corpos, elevam o nível de risco do surto de Ebola para 'muito alto'. A OMS monitora 750 casos suspeitos e 177 mortes, com uma variante rara e sem vacina circulando.

A Ypê afirmou que não considera layoff ou férias coletivas para os 450-500 funcionários impactados pela paralisação de linhas de produção, determinada pela Anvisa. A empresa foca em adequações para retomar as atividades.

Um centro de tratamento de Ebola no leste da RDC foi incendiado, causando a fuga de 18 suspeitos. O surto da rara variante Bundibugyo avança, e a OMS eleva o risco para 'muito alto'.
O consumo dos brasileiros em supermercados registrou alta de 1,92% no primeiro trimestre de 2026, de acordo com balanço divulgado nesta quinta-feira (23) pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). No mês de março, o consumo foi 6,21% maior que em fevereiro. Já em relação a março do ano passado, o avanço foi de 3,20%. Notícias relacionadas:Mercado eleva previsão da inflação para 4,71% este ano.Consumo das famílias compensa juros e leva desemprego ao menor nível.Inflação oficial chega a 0,88% em março, diz IBGE .Todos os dados foram deflacionados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA/IBGE) e abrangem todos os formatos de supermercados. “O salto de março evidencia tanto a antecipação de compras para a Páscoa, celebrada no início de abril, quanto o efeito-calendário de fevereiro, mês com menor número de dias", avalia a Abras. A associação descreve que o desempenho também ocorreu devido à entrada de recursos na economia. "Em março, o Bolsa Família contemplou 18,73 milhões de lares, com transferência de R$ 12,77 bilhões. Os recursos do PIS/PASEP injetaram cerca de R$ 2,5 bilhões no segundo lote de pagamento”, diz a entidade. Cesta de compras mais cara O Abrasmercado, indicador que mede a variação de preços de 35 produtos de largo consumo, registrou alta de 2,20% em março. Nos meses anteriores, as variações haviam sido de +0,47%, em fevereiro, e de -0,16%, em janeiro. Com o resultado, o valor médio da cesta passou de R$ 802,88 para R$ 820,54 no mês. Entre os produtos básicos, a principal elevação foi do feijão (+15,40%), seguido pelo leite longa vida (+11,74%). No acumulado do trimestre, o feijão subiu 28,11%, enquanto o leite longa vida avançou 6,80%. Também subiram a massa sêmola de espaguete (+0,91%), a margarina cremosa (+0,84%) e a farinha de mandioca (+0,69%). Em sentido oposto, as principais quedas entre os básicos foram observadas em açúcar refinado (-2,98%), café torrado e moído (-1,28%), óleo de soja (-0,70%), arroz (-0,30%) e farinha de trigo (-0,24%). No grupo das proteínas, houve elevação nos ovos (+6,65%) e na carne bovina, tanto no corte do traseiro (+3,01%) quanto no corte do dianteiro (+1,12%). Já frango congelado (-1,33%) e pernil (-0,85%) registraram queda no mês. No acumulado do trimestre, o corte do traseiro de carne bovina subiu 6,29%. Entre os alimentos in natura, as maiores altas foram do tomate (+20,31%), cebola (+17,25%) e batata (+12,17%). No acumulado do trimestre, as altas chegam a 45,43%, 14,06% e 14,04%, respectivamente, evidenciando o impacto relevante da sazonalidade e da dinâmica de oferta. Uvas em prateleira de supermercado em Brasília - Valter Campanato/Agência Brasil Limpeza e higiene Nos itens de higiene pessoal, os preços avançaram para o sabonete (+0,43%), xampu (+0,34%), papel higiênico (+0,30%) e creme dental (+0,13%). Já na limpeza doméstica, houve elevação no detergente líquido para louças (+0,90%), desinfetante (+0,74%) e água sanitária (+0,38%). A única queda do grupo foi registrada no sabão em pó (-0,29%). Preços por região Quando analisadas as regiões, a maior alta em março foi registrada no Nordeste (2,49%), com a cesta passando de R$ 720,53 para R$ 738,47. Veja a variação da cesta de compras por região: Nordeste (+2,49%), de R$ 720,53 para R$ 738,47; Sudeste (+2,20%), de R$ 822,76 para R$ 840,86; Sul (+1,92%), de R$ 871,83 para R$ 888,57; Centro-Oeste (+1,83%), de R$ 753,20 para R$ 766,96; Norte (+1,82%), de R$ 875,01 para R$ 890,93. Expectativa para o segundo trimestre Segundo a Abras, o segundo trimestre também pode registrar alta no consumo, devido à antecipação do 13º salário de aposentados e pensionistas do INSS. A expectativa é que sejam pagos R$ 78,2 bilhões, com depósitos a partir de 24 de abril para cerca de 35,2 milhões de segurados. Além desse recurso, também haverá o pagamento do primeiro lote de restituições do Imposto de Renda de 2026, que pode somar cerca de R$ 16 bilhões para 9 milhões de contribuintes ao final de maio. “Mesmo em um cenário favorável para a renda das famílias, o setor mantém foco em competitividade de preços, eficiência operacional e planejamento, diante de eventuais pressões logísticas e de custos no ambiente internacional”, analisou o vice-presidente da Abras, Marcio Milan. Para os próximos meses, a Abras ainda enxerga risco de alta em parte dos alimentos, especialmente nos itens mais sensíveis a frete, clima e oferta. “A alta do petróleo e o encarecimento do transporte elevam o custo de reposição em cadeias mais longas e intensivas em logística, com potencial de repasse para os alimentos”, disse Milan.