
Jovem morre em acidente de carro em Quatro Irmãos
Um jovem morreu e outro ficou ferido após um carro cair em um riacho em Quatro Irmãos, RS. O veículo saiu da pista e bateu na proteção de uma ponte. As circunstâncias do acidente serão investigadas.

Um jovem morreu e outro ficou ferido após um carro cair em um riacho em Quatro Irmãos, RS. O veículo saiu da pista e bateu na proteção de uma ponte. As circunstâncias do acidente serão investigadas.

Estudantes de futsal foram desclassificadas de competição após vídeo ofensivo. A escola reafirmou compromisso com respeito e inclusão, enquanto a Secretaria de Educação apura o caso.

Natanael Ribeiro de Moraes, treinador de futsal e pastor evangélico, foi condenado a mais de 103 anos de prisão por violência sexual contra 11 adolescentes. Ele usava sua autoridade e influência religiosa para cometer os crimes entre 2014 e 2023.

Um tumulto com agressão física em um jogo de futsal infantil em Manaus levou a Federação Amazonense de Futebol de Salão (FAFS) a abrir uma investigação. A FAFS reiterou a proibição do consumo de álcool nos ginásios e prometeu "tolerância zero" para a violência.

Um árbitro é suspeito de esfaquear um jogador de 19 anos após uma discussão durante uma partida de futsal em João Pinheiro, MG. O árbitro fugiu após o ataque e ainda não foi localizado.
Lançado documentário "Brasil 88: Depois do Silêncio" que reconstrói a campanha da seleção feminina no Torneio Experimental da Fifa de 1988, na China. O filme destaca a conquista do terceiro lugar pelas jogadoras, que enfrentaram preconceito e dificuldades estruturais.

Maria Gabriela Lira, de 10 anos, de Campina Grande (PB), analisa táticas e grava vídeos com dicas para o técnico Carlo Ancelotti. Conhecida como Gabi, ela inspira outras meninas a seguirem seus sonhos no futebol.

Em 2002, enquanto o Brasil conquistava o pentacampeonato, Uberlândia vivia uma realidade de internet discada, celulares básicos e passes de plástico. Pesquisa em jornais da época revela o cotidiano, preços e desafios urbanos.

Um homem foi condenado por feminicídio e tentativa de homicídio em Santa Catarina. Ele efetuou disparos contra Patrícia e um amigo após uma discussão. Outro réu foi absolvido. O condenado teve o direito de recorrer em liberdade negado.

Itapema, SC, adota planejamento de longo prazo com Masterplan, Plano de Mobilidade e Plano de Ação Climática para gerir expansão acelerada. Projetos incluem reurbanização da orla, obras estruturantes e programas de empreendedorismo e capacitação profissional.

Um homem de 22 anos, identificado como Swan Tales Assis Santos, foi preso em Salvador após ejacular em uma mulher dentro do metrô. O caso ocorreu na quinta-feira (11) e o suspeito foi detido após denúncias. Ele segue à disposição da Justiça.

Matheus Faleiro, de 10 anos, morreu após o carro em que viajava com o pai capotar na Rodovia Fernão Dias, em Itatiaiuçu (MG). O menino era jogador de futebol e viajava para uma partida.

O futebol se revela uma poderosa ferramenta de cura para doenças físicas e mentais. Histórias de jovens como Lohran Barbarini, que superou leucemia, e Gabriel Senise, que lidou com depressão, demonstram o poder do esporte como refúgio e força.

O TULUM Residence, em Rifaina (SP), é um novo empreendimento de luxo com praia privativa e complexo de piscinas. Desenvolvido pela BAUENHUB, o projeto visa atrair moradores do Triângulo Mineiro e se destaca por sua exclusividade e infraestrutura completa.

Após quase 10 anos fechado, o Ginásio Poliesportivo Alfredo Barreto em Cabo Frio será reaberto na próxima sexta-feira (29). A reinauguração contará com uma partida de showbol entre Brasil e Argentina, reunindo ex-jogadores.

Üsküdar Üniversitesi Futsal Takımı, Türkiye Üniversite Sporları Federasyonu organizasyonunda şampiyonluk kazandı. Takım, grup aşamasından finale kadar etkileyici performans gösterdi ve finalde Atatürk Üniversitesi'ni 5-4 mağlup etti.
Üsküdar Üniversitesi Futsal Takımı, 2025-2026 Erkekler Salon Futbolu Türkiye Şampiyonasında finalde Atatürk Üniversitesi'ni 5-4 mağlup ederek Türkiye Şampiyonu oldu.

Há mais de duas décadas, Márcia Honório da Silva constrói o futuro do futebol brasileiro com a mesma garra que demonstrou em cerca de 20 anos de carreira nos gramados. Quando pendurou as chuteiras, passou a trabalhar nas categorias de base do futsal do Juventus, tradicional clube paulistano. Entre os nomes que ajudou a revelar, inicialmente, no salão, estão o volante Nonato (Fluminense) e o meia Rodrigo Nestor (Bahia). Atualmente Marcinha - como a ex-jogadora é conhecida - coordena equipes de futsal, com crianças de sete a 10 anos, na Sociedade Esportiva e Recreativa de Caieiras (SP), cidade onde nasceu há 63 anos. Uma dessas crianças já foi Matheus Bidu, hoje lateral-esquerdo do Corinthians. Os times são predominantemente masculinos. Mas no sub-7, uma garota joga em meio aos meninos. Notícias relacionadas:Aprovada na Câmara, lei da Copa Feminina reconhece atletas pioneiras.Mostra traz a luta da mulher no futebol e a história da Copa feminina.Caravana roda o país com ex-atletas do futebol feminino."Na minha época, isso não podia", recordou a ex-jogadora, à Agência Brasil. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Márcia Honório fez parte da primeira seleção brasileira de mulheres, que foi terceira colocada no Torneio Experimental da Federação Internacional de Futebol (Fifa), em 1988, na China. O evento reuniu 12 países e serviu de base para criação da edição inaugural da Copa do Mundo Feminina, três anos depois, no mesmo local. "Eu vivi o começo de tudo, quando não tínhamos nada, além da vontade. Eu falo para eles [crianças] que, hoje, existe estrutura, visibilidade, mas o que faz um campeão ainda é o mesmo que a gente tinha lá atrás. É coração, é respeito pela história, é a disciplina de querer sempre ser o melhor", disse Marcinha. Após aposentar as chuteiras, Marcinha se dedicou à equipes de base do futsal. Na foto ela aparece ao lado do ex-aluno Matheus Bidu, hoje lateral-esquerdo do Corinthians - Acervo Pessoal/Márcia Honório Pioneiras como ela, que enfrentaram falta de apoio e visibilidade pelo sonho de viverem do futebol, podem conquistar um reparo histórico quase três décadas depois. O Projeto de Lei 1315/2026, que estabelece a Lei Geral da Copa de 2027, a ser disputada no Brasil, prevê o pagamento de R$ 500 mil às atletas das gerações de 1988 e de 1991. A Iniciativa é inspirada em medida adotada na ocasião do Mundial masculino de 2014, quando 51 campeões das edições de 1958, 1962 e 1970 - ou seus sucessores legais, no caso de falecidos - foram reconhecidos. "Trata-se de resgatar uma dignidade que foi negada por décadas. É prova de que aquela luta em campo finalmente foi reconhecida para a história oficial do nosso país. Lógico, vai ajudar bastante muita gente, mas acho que o reconhecimento é muito importante não só na parte financeira", destacou Márcia Honório. Assim como a ex-meio-campista, Rosilane Camargo Motta segue ligada ao esporte. Fanta, apelido da lateral-esquerda presente no Torneio de 1988 e em três Copas do Mundo (1991, 1995 e 1999), dá aulas de futebol para meninas no Parque Oeste, Rio de Janeiro. Alimenta sonhos que, hoje, são mais factíveis que nos 20 anos dedicados por ela aos gramados, representando clubes como Santos, Vasco e Radar, este último o principal time feminino do país nos anos 1980. "[Ensino] vivência, disciplina, persistência e amadurecimento dentro da nossa modalidade, que já foi proibida um dia", contou Fanta, à Agência Brasil, fazendo menção ao período entre 1941 e 1979, em que a prática do futebol foi vetada às mulheres, devido ao Decreto-Lei 3199, do governo Getúlio Vargas. Atualmente, a ex-jogadora Fanta (terceira da esquerda para a direita) dá aulas de futebol para meninas no Parque Oeste, Rio de Janeiro - Acervo Pessoal/Rosilane Camargo Motta "[O reconhecimento às pioneiras] É justo e positivo. Acredito que a luta nunca foi em vão. Acredito também que a reparação é um legado deixado para nova geração", completou a ex-lateral-esquerda, de 60 anos, que também consegue um dinheiro extra como churrasqueira. Fanta trabalha, ainda, em uma das Vilas Olímpicas do projeto Rio: Capital do Futebol Feminino, de fomento à modalidade por meio de aulas gratuitas, ao lado da ex-zagueira Marisa, outra pioneira, capitã da seleção de 1988. A iniciativa tem como base a Copa do Mundo do ano que vem. A realização do Mundial em solo brasileiro, aliás, é aguardada com expectativa pelas pioneiras. "A importância é que só de ser no Brasil é uma grande vitória. O resto [impacto da Copa no futebol feminino], unidos pela modalidade, teremos que descobrir juntos", projetou Fanta. "Que a Copa venha melhorar o profissionalismo dos clubes, federações. Que invistam na base para colher frutos. Que a gente mude a preparação das marcas, mostrando que investir na mulher e na mulher atleta é necessário. E ver estádios lotados. Espero que o Brasil mostre ao mundo que sabemos organizar um evento digno do futebol feminino. Temos muito a fazer ainda, mas acho que melhoramos bastante desde a nossa época", concluiu Márcia Honório.

Há mais de duas décadas, Márcia Honório da Silva constrói o futuro do futebol brasileiro com a mesma garra que demonstrou em cerca de 20 anos de carreira nos gramados. Quando pendurou as chuteiras, passou a trabalhar nas categorias de base do futsal do Juventus, tradicional clube paulistano. Entre os nomes que ajudou a revelar, inicialmente, no salão, estão o volante Nonato (Fluminense) e o meia Rodrigo Nestor (Bahia). Atualmente Marcinha - como a ex-jogadora é conhecida - coordena equipes de futsal, com crianças de sete a 10 anos, na Sociedade Esportiva e Recreativa de Caieiras (SP), cidade onde nasceu há 63 anos. Uma dessas crianças já foi Matheus Bidu, hoje lateral-esquerdo do Corinthians. Os times são predominantemente masculinos. Mas no sub-7, uma garota joga em meio aos meninos. Notícias relacionadas:Aprovada na Câmara, lei da Copa Feminina reconhece atletas pioneiras.Mostra traz a luta da mulher no futebol e a história da Copa feminina.Caravana roda o país com ex-atletas do futebol feminino."Na minha época, isso não podia", recordou a ex-jogadora, à Agência Brasil. Márcia Honório fez parte da primeira seleção brasileira de mulheres, que foi terceira colocada no Torneio Experimental da Federação Internacional de Futebol (Fifa), em 1988, na China. O evento reuniu 12 países e serviu de base para criação da edição inaugural da Copa do Mundo Feminina, três anos depois, no mesmo local. "Eu vivi o começo de tudo, quando não tínhamos nada, além da vontade. Eu falo para eles [crianças] que, hoje, existe estrutura, visibilidade, mas o que faz um campeão ainda é o mesmo que a gente tinha lá atrás. É coração, é respeito pela história, é a disciplina de querer sempre ser o melhor", disse Marcinha. Após aposentar as chuteiras, Marcinha se dedicou à equipes de base do futsal. Na foto ela aparece ao lado do ex-aluno Matheus Bidu, hoje lateral-esquerdo do Corinthians - Acervo Pessoal/Márcia Honório Pioneiras como ela, que enfrentaram falta de apoio e visibilidade pelo sonho de viverem do futebol, podem conquistar um reparo histórico quase três décadas depois. O Projeto de Lei 1315/2026, que estabelece a Lei Geral da Copa de 2027, a ser disputada no Brasil, prevê o pagamento de R$ 500 mil às atletas das gerações de 1988 e de 1991. A Iniciativa é inspirada em medida adotada na ocasião do Mundial masculino de 2014, quando 51 campeões das edições de 1958, 1962 e 1970 - ou seus sucessores legais, no caso de falecidos - foram reconhecidos. "Trata-se de resgatar uma dignidade que foi negada por décadas. É prova de que aquela luta em campo finalmente foi reconhecida para a história oficial do nosso país. Lógico, vai ajudar bastante muita gente, mas acho que o reconhecimento é muito importante não só na parte financeira", destacou Márcia Honório. Assim como a ex-meio-campista, Rosilane Camargo Motta segue ligada ao esporte. Fanta, apelido da lateral-esquerda presente no Torneio de 1988 e em três Copas do Mundo (1991, 1995 e 1999), dá aulas de futebol para meninas no Parque Oeste, Rio de Janeiro. Alimenta sonhos que, hoje, são mais factíveis que nos 20 anos dedicados por ela aos gramados, representando clubes como Santos, Vasco e Radar, este último o principal time feminino do país nos anos 1980. "[Ensino] vivência, disciplina, persistência e amadurecimento dentro da nossa modalidade, que já foi proibida um dia", contou Fanta, à Agência Brasil, fazendo menção ao período entre 1941 e 1979, em que a prática do futebol foi vetada às mulheres, devido ao Decreto-Lei 3199, do governo Getúlio Vargas. Atualmente, a ex-jogadora Fanta (terceira da esquerda para a direita) dá aulas de futebol para meninas no Parque Oeste, Rio de Janeiro - Acervo Pessoal/Rosilane Camargo Motta "[O reconhecimento às pioneiras] É justo e positivo. Acredito que a luta nunca foi em vão. Acredito também que a reparação é um legado deixado para nova geração", completou a ex-lateral-esquerda, de 60 anos, que também consegue um dinheiro extra como churrasqueira. Fanta trabalha, ainda, em uma das Vilas Olímpicas do projeto Rio: Capital do Futebol Feminino, de fomento à modalidade por meio de aulas gratuitas, ao lado da ex-zagueira Marisa, outra pioneira, capitã da seleção de 1988. A iniciativa tem como base a Copa do Mundo do ano que vem. A realização do Mundial em solo brasileiro, aliás, é aguardada com expectativa pelas pioneiras. "A importância é que só de ser no Brasil é uma grande vitória. O resto [impacto da Copa no futebol feminino], unidos pela modalidade, teremos que descobrir juntos", projetou Fanta. "Que a Copa venha melhorar o profissionalismo dos clubes, federações. Que invistam na base para colher frutos. Que a gente mude a preparação das marcas, mostrando que investir na mulher e na mulher atleta é necessário. E ver estádios lotados. Espero que o Brasil mostre ao mundo que sabemos organizar um evento digno do futebol feminino. Temos muito a fazer ainda, mas acho que melhoramos bastante desde a nossa época", concluiu Márcia Honório.