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Estable26 noticias3 fuentesÚltima actualización: 11/7/2026

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Governo renova cotas de importação para veículos eletrificados e mantém aumento de tarifas
En desarrollo
Business·25/6/2026Resumen IA

Governo renova cotas de importação para veículos eletrificados e mantém aumento de tarifas

O governo federal renovou por seis meses as cotas de importação com alíquota zero para veículos eletrificados desmontados (CKD) e semidesmontados (SKD), visando beneficiar o consumidor e fortalecer a indústria nacional. A medida, válida a partir de 1º de julho, ocorre em meio à manutenção do cronograma de aumento das tarifas de importação para esses veículos, gerando críticas de montadoras tradicionais.

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Agência Brasil Economia
2 min de lectura
Nova CBS substituirá imposto de importação; alíquota ainda não está definida
En desarrollo
Business·16/6/2026Resumen IA

Nova CBS substituirá imposto de importação; alíquota ainda não está definida

A Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) substituirá o antigo imposto de importação de 20% para encomendas internacionais de baixo valor. A alíquota da CBS, que será fixada em dezembro, está sendo calculada pela Receita Federal e TCU, com estimativas apontando para 9,43% em 2027. A nova tributação visa manter a carga tributária atual sobre o consumo, aplicando as mesmas alíquotas para produtos nacionais e importados, sem o limite de US$ 50.

G
G1
5 min de lectura
Avião de pequeno porte cai em Marília (SP) e deixa dois pilotos mortos
ÚLTIMA HORA
Mundo·10/6/2026Resumen IA

Avião de pequeno porte cai em Marília (SP) e deixa dois pilotos mortos

Um avião de pequeno porte caiu em Marília, interior de São Paulo, na quarta-feira (10), resultando na morte de dois pilotos: Henrique Guariente Filho, 47, de Rolândia (PR), e Gabriel Maloni Mendes da Cruz, 24, de Jales (SP). Uma terceira pessoa, Pablo Portella Ilwoski, 28, sobreviveu e está em estado grave. A aeronave pertencia ao Grupo Ponzan Alimentos. As causas do acidente estão sob investigação.

G
G1
4 min de lectura
Acordo Mercosul-UE entra em vigor nesta sexta após 26 anos
NOTICIA
1/5/2026

Acordo Mercosul-UE entra em vigor nesta sexta após 26 anos

Após 26 anos de negociações, o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia entra em vigor nesta sexta-feira (1º), criando uma das maiores áreas de livre comércio do mundo e reduzindo significativamente tarifas sobre produtos brasileiros exportados ao continente europeu. A nova etapa marca um avanço histórico na integração comercial entre os dois blocos, com impacto direto na competitividade das empresas brasileiras no exterior. Os termos do acordo foram assinados no fim de janeiro, em Assunção, no Paraguai, entre representantes dos dois blocos.  Notícias relacionadas:Acordo Mercosul-UE valerá provisoriamente em maio, confirma governo.Alckmin: governo prepara decreto de salvaguardas no acordo Mercosul-UE.Representação Brasileira do Parlasul aprova acordo Mercosul-UE.A aplicação do tratado, no entanto, ocorre de forma provisória por decisão da Comissão Europeia. Em janeiro, o Parlamento Europeu encaminhou o texto para análise do Tribunal de Justiça da União Europeia, que ainda avaliará sua compatibilidade jurídica com as normas do bloco. O processo pode demorar até dois anos. Mais exportações com menos custos Logo no início da implementação, mais de 80% das exportações brasileiras para a Europa passam a ter tarifa de importação zerada, segundo estimativas da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A maior parte dos produtos vendidos pelo Brasil ao continente poderá entrar no mercado europeu sem pagar impostos de entrada. Na prática, a redução de tarifas diminui o preço final dos produtos e aumenta a competitividade frente a concorrentes internacionais. Ao todo, mais de 5 mil produtos brasileiros já terão tarifa zero nesta fase inicial, incluindo bens industriais, alimentos e matérias-primas. Indústria lidera ganhos imediatos Entre os quase 3 mil produtos com tarifa zerada já no início, cerca de 93% são bens industriais. Isso indica que a indústria brasileira tende a ser a principal beneficiada no curto prazo. Os setores com maior impacto imediato incluem: •    Máquinas e equipamentos; •    Alimentos; •    Metalurgia; •    Materiais elétricos; •    Produtos químicos. No caso de máquinas e equipamentos, quase todas as exportações brasileiras para a Europa passam a entrar sem tarifas, abrangendo itens como compressores, bombas industriais e peças mecânicas. Mercado ampliado e mais competitivo O acordo conecta mercados que somam mais de 700 milhões de consumidores e um Produto Interno Bruto (PIB) conjunto trilionário. Com isso, o Brasil amplia significativamente seu alcance comercial. Atualmente, países com os quais o Brasil possui acordos representam cerca de 9% das importações globais. Com a entrada da União Europeia, esse percentual pode ultrapassar 37%. Além da redução de tarifas, o tratado estabelece regras comuns para comércio, padrões técnicos e compras governamentais, trazendo mais previsibilidade para empresas. Implementação gradual Apesar dos efeitos imediatos, nem todos os produtos terão tarifas eliminadas de uma vez. Para setores considerados mais sensíveis, a redução será feita de forma progressiva: • Até 10 anos na União Europeia. • Até 15 anos no Mercosul; • Em alguns casos, até 30 anos. Esse cronograma busca permitir adaptação das economias e proteger setores mais vulneráveis à concorrência internacional. Próximos passos A entrada em vigor marca o início da aplicação prática do acordo. Ainda serão definidos detalhes operacionais, como a distribuição de cotas de exportação entre os países do Mercosul. Durante cerimônia de assinatura do decreto de promulgação do acordo, na última terça-feira (28), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou o caráter estratégico do tratado. Segundo ele, o acordo reforça o compromisso com o multilateralismo e a cooperação internacional. Entidades empresariais dos dois blocos também devem acompanhar a implementação para orientar empresas e garantir o aproveitamento das novas oportunidades comerciais.  

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Agência Brasil Economia
Acordo Mercosul- UE entra em vigor nesta sexta após 26 anos
NOTICIA
1/5/2026

Acordo Mercosul- UE entra em vigor nesta sexta após 26 anos

Após 26 anos de negociações, o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia entra em vigor nesta sexta-feira (1º), criando uma das maiores áreas de livre comércio do mundo e reduzindo significativamente tarifas sobre produtos brasileiros exportados ao continente europeu. A nova etapa marca um avanço histórico na integração comercial entre os dois blocos, com impacto direto na competitividade das empresas brasileiras no exterior. Os termos do acordo foram assinados no fim de janeiro, em Assunção, no Paraguai, entre representantes dos dois blocos.  Notícias relacionadas:Acordo Mercosul-UE valerá provisoriamente em maio, confirma governo.Alckmin: governo prepara decreto de salvaguardas no acordo Mercosul-UE.Representação Brasileira do Parlasul aprova acordo Mercosul-UE.A aplicação do tratado, no entanto, ocorre de forma provisória por decisão da Comissão Europeia. Em janeiro, o Parlamento Europeu encaminhou o texto para análise do Tribunal de Justiça da União Europeia, que ainda avaliará sua compatibilidade jurídica com as normas do bloco. O processo pode demorar até dois anos. Mais exportações com menos custos Logo no início da implementação, mais de 80% das exportações brasileiras para a Europa passam a ter tarifa de importação zerada, segundo estimativas da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A maior parte dos produtos vendidos pelo Brasil ao continente poderá entrar no mercado europeu sem pagar impostos de entrada. Na prática, a redução de tarifas diminui o preço final dos produtos e aumenta a competitividade frente a concorrentes internacionais. Ao todo, mais de 5 mil produtos brasileiros já terão tarifa zero nesta fase inicial, incluindo bens industriais, alimentos e matérias-primas. Indústria lidera ganhos imediatos Entre os quase 3 mil produtos com tarifa zerada já no início, cerca de 93% são bens industriais. Isso indica que a indústria brasileira tende a ser a principal beneficiada no curto prazo. Os setores com maior impacto imediato incluem: •    Máquinas e equipamentos; •    Alimentos; •    Metalurgia; •    Materiais elétricos; •    Produtos químicos. No caso de máquinas e equipamentos, quase todas as exportações brasileiras para a Europa passam a entrar sem tarifas, abrangendo itens como compressores, bombas industriais e peças mecânicas. Mercado ampliado e mais competitivo O acordo conecta mercados que somam mais de 700 milhões de consumidores e um Produto Interno Bruto (PIB) conjunto trilionário. Com isso, o Brasil amplia significativamente seu alcance comercial. Atualmente, países com os quais o Brasil possui acordos representam cerca de 9% das importações globais. Com a entrada da União Europeia, esse percentual pode ultrapassar 37%. Além da redução de tarifas, o tratado estabelece regras comuns para comércio, padrões técnicos e compras governamentais, trazendo mais previsibilidade para empresas. Implementação gradual Apesar dos efeitos imediatos, nem todos os produtos terão tarifas eliminadas de uma vez. Para setores considerados mais sensíveis, a redução será feita de forma progressiva: • Até 10 anos na União Europeia. • Até 15 anos no Mercosul; • Em alguns casos, até 30 anos. Esse cronograma busca permitir adaptação das economias e proteger setores mais vulneráveis à concorrência internacional. Próximos passos A entrada em vigor marca o início da aplicação prática do acordo. Ainda serão definidos detalhes operacionais, como a distribuição de cotas de exportação entre os países do Mercosul. Durante cerimônia de assinatura do decreto de promulgação do acordo, na última terça-feira (28), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou o caráter estratégico do tratado. Segundo ele, o acordo reforça o compromisso com o multilateralismo e a cooperação internacional. Entidades empresariais dos dois blocos também devem acompanhar a implementação para orientar empresas e garantir o aproveitamento das novas oportunidades comerciais.  

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Agência Brasil Economia