Petrobras identifica hidrocarbonetos em poço na costa do Amapá
A Petrobras informou a identificação de hidrocarbonetos em poço exploratório no bloco FZA-M-59, em águas profundas do Amapá, na bacia da Foz do Amazonas.
A Petrobras informou a identificação de hidrocarbonetos em poço exploratório no bloco FZA-M-59, em águas profundas do Amapá, na bacia da Foz do Amazonas.
A Transpetro abriu inscrições para concurso público com 281 vagas imediatas e 3.890 para cadastro de reserva, com salários entre R$ 5.464 e R$ 15.034,81. As inscrições vão até 14 de setembro.
A Federação Única dos Petroleiros divulgou 50 propostas para o setor de óleo e gás e transição energética visando as eleições, defendendo o fortalecimento da Petrobras, reestatização de refinarias e ampliação do controle estatal.

O barril de petróleo caiu quase 5% nesta segunda-feira (3), refletindo o cancelamento de um ataque americano e a expectativa por diálogo entre Irã e EUA. A cotação segue sensível a conflitos globais, com especialistas apontando riscos de estoques baixos.

Um incidente marítimo com explosão foi registrado perto de Khasab, Omã, após relatos da CBS News sobre planos de EUA e Israel para atacar a infraestrutura energética iraniana, possivelmente neste fim de semana, antes da abertura dos mercados financeiros.
O governo brasileiro prorrogou o subsídio de R$ 0,44 por litro da gasolina por mais 30 dias, a partir de 26 de maio, devido ao agravamento da guerra no Oriente Médio e à alta do preço do petróleo. O subsídio de R$ 1,12 por litro do diesel também foi estendido por 60 dias.

O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que danos a navios ou cargas marítimas serão pagos com recursos iranianos sob controle americano. A ameaça segue avisos anteriores de bombardear infraestrutura iraniana em caso de ataques no Estreito de Ormuz, gerando retaliação do Irã.
A Guarda Revolucionária do Irã atacou instalações da Amazon no Bahrein e bases dos EUA no Kuwait e Jordânia. Os EUA retaliaram com ataques a alvos iranianos, enquanto Trump ameaçou o complexo nuclear iraniano. A escalada elevou o preço do petróleo e a tensão no Oriente Médio.
As forças americanas atacaram o Irã pelo nono dia consecutivo, enquanto o Irã relatou a explosão de dois petroleiros no Estreito de Ormuz e alegou ter atacado bases dos EUA na Jordânia, Kuwait e Síria. O conflito intensifica-se após o colapso de um cessar-fogo, elevando os preços do petróleo e a tensão regional.
A escalada da guerra no Oriente Médio, iniciada em 28 de fevereiro, revela o fracasso de um acordo entre Irã e EUA. Ataques mútuos aumentaram, com o Irã visando bases dos EUA e infraestruturas civis, e os EUA atacando infraestruturas iranianas, incluindo uma usina nuclear. Especialistas criticam a estratégia americana e a validade do acordo.
Navios-tanque de GLP e petróleo passaram pelo Estreito de Ormuz, mas o tráfego diário geral diminuiu. Empresas de navegação e governos monitoram a rota após ataques iranianos e retaliações dos EUA, com embarcações desligando transponders.

O tráfego de navios no Estreito de Ormuz, vital para o comércio global de petróleo, registrou queda nesta semana. A diminuição ocorre em meio à escalada de tensões entre EUA e Irã, com empresas de navegação e governos monitorando a situação de perto.

Forças dos EUA bombardeiam alvos no Irã em resposta a ataques a navios comerciais no Estreito de Ormuz. Trump ameaça ampliar ofensiva se novas embarcações forem alvos. Irã não assume autoria, mas já foi acusado antes.

O Irã reagiu às ameaças de Donald Trump de um "grande ataque" e afirmou que fechará o Estreito de Ormuz caso sofra novas agressões. O ministro das Relações Exteriores iraniano criticou o tom de Trump, enquanto o presidente dos EUA deu declarações contraditórias sobre um cessar-fogo.

EUA realizaram ataques contra o Irã após acusações de atingir navios comerciais. Em retaliação, o Irã lançou mísseis contra bases militares americanas no Bahrein e Kuwait, atingindo 85 instalações, segundo a Guarda Revolucionária.

EUA bombardeiam o Irã em resposta a ataques a navios no Estreito de Ormuz e restabelecem sanções ao setor de petróleo iraniano. O Irã confirma explosões e alerta para retaliação decisiva.

EUA bombardeiam bases militares no Bahrein e Kuwait e impõem novas sanções ao setor de petróleo do Irã. Ataques ocorrem após incidentes no Estreito de Ormuz e apesar de cessar-fogo.

Os EUA realizaram ataques "poderosos" contra o Irã em resposta a três embarcações comerciais atingidas no Estreito de Ormuz. O Centcom afirmou que a ação visa impor um alto custo a quem ataca navios. O Irã condenou a ação, que viola um memorando bilateral, e prometeu "medidas decisivas".

Três navios foram atingidos por projéteis no Estreito de Ormuz, perto da costa de Omã. O Catar responsabilizou o Irã pelo ataque a uma de suas embarcações, enquanto os EUA afirmaram que o Irã terá consequências. A isenção de sanções ao petróleo iraniano foi revogada.
OMS alerta que surto de Ebola na República Democrática do Congo, com 1.561 casos e 506 mortes, ainda se expande devido à movimentação populacional e insegurança. Centros de tratamento estão quase saturados.

O dólar abriu em alta de 0,14% a R$ 5,1391 nesta terça-feira (7), enquanto o Ibovespa aguarda o início das negociações. Investidores monitoram tensões entre EUA e Irã, reunião da Otan e desdobramentos de tarifas americanas.

Um petroleiro foi atingido por um projétil desconhecido em frente à costa de Omã, perto do Estreito de Ormuz. O incidente causou um incêndio, mas não deixou feridos nem danos ambientais. O site Axios atribui o ataque ao Irã.

OPEP+ decide aumentar produção em 188 mil barris/dia a partir de agosto, após reabertura do Estreito de Ormuz e acordo EUA-Irã. Decisão visa conter queda nos preços do petróleo, que recuaram com redução de importações chinesas e fim da guerra.

Exportações de petróleo do Golfo Pérsico aumentaram mais de 3 milhões de barris/dia em junho, superando 10 milhões, após acordo EUA-Irã restabelecer navegação no Estreito de Ormuz.